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terça-feira, 26 de maio de 2015

Porto Alegre recebe a 2a etapa do Itaú Masters Tour 2015





Mais tradicional circuito de Masters do continente, retorna ao Rio Grande do Sul após cinco anos.

Vem aí a 2a etapa do Itaú Masters Tour 2015. O evento acontecerá entre os dias 29 e 31 de maio na Associação Leopoldina Juvenil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

A capital gaúcha volta a ser palco do mais tradicional Circuito de Masters da América do Sul após cinco anos de ausência. A última vez foi em 2009.

Neste ano, o Itaú Masters Tour chega à Porto Alegre cheio de novidades! A primeira delas se refere à disputa da chave feminina, com a presença de grandes nomes do tênis gaúcho e nacional, sempre seguindo o critério para participar da competição que é ter mais de 30 anos e ter sido campeã brasileira, representante do Brasil na Fed Cup, em Pan-Americano, Olimpíadas ou Torneios ITF.

No feminino da etapa porto-alegrense estarão presentes duas gaúchas: Sabrina Giusto e Andrea Meister.

No masculino, onde os pré-requisitos são ter mais de 30 anos e ter sido campeão brasileiro, representante do Brasil na Copa Davis, medalhista em Pan-Americano, em Olimpíadas ou ainda ter sido finalista de ATP Tour, a chave, além de grandes atletas da história do tênis brasileiro, também contará com dois representantes do Rio Grande do Sul: Thomaz Koch e Alexandre Hocevar.

O Itaú Masters Tour ainda promove a disputa amadora entre os associados do clube sede. O Leopoldina Juvenil realizará a competição acima e abaixo de 40 anos, onde os campeões garantem vaga para a disputa Masters, no final da temporada, em novembro, no Club Med Rio das Pedras, em Angra dos Reis.

Os campeões do Pro-Am, disputa que reúne amadores e profissionais também leva os amadores campeões para Angra.

O início do Itaú Masters Tour está marcado para a próxima sexta-feira, dia 29 de maio. As semifinais serão realizadas no sábado e as finais no domingo pela manhã, com entrada gratuita para o público na Associação Leopoldina Juvenil- Rua Marques do Herval, 280, Moinhos de Vento.

Etapas 2015
Nesta temporada, o circuito de másters terá cinco etapas mais o Masters. Começou em Ribeirão Preto(SP), chega a Porto Alegre(RS) e depois segue para Rio de Janeiro(RJ), Brasília(DF), São Paulo(SP) e Angra dos Reis.


O site oficial do evento é o www.grupotry.com.br. O Itaú Masters Tour está presente no Twitter (@grupotry), Instagram (@grupotry) e Youtube (/grupotry1). A hashtag oficial da competição é #ItauMastersTour

Mais informações:
trypress@grupotry.com.br
Lia Benthien (48) 9915 6061 e Renan Justi (11) 9.9424-7448
liabenthien@liabenthien.com

10 Principais habilidades psicológicas no tênis.

Fonte: 
 

A CADA COMPETIÇÃO, OS ASPECTOS psicológicos são fundamentais para determinar os rumos de grandes decisões. São nesses momentos que se manifestam positiva ou negativamente essas questões. Muitos atletas se queixam de episódios ocorridos que evidenciaram a de preparo mental para o de tênis. Esses acontecimentos não são meros detalhes, há inúmeros exemplos de partidas que foram decididas justamente por consequência de componentes emocionais, a favor ou contra, os vencedores e derrotados. Sendo assim, quais as principais habilidades psicológicas que um tenista deve possuir para se tornar um atleta diferenciado? Devemos levar em conta os padrões de comportamento e as características individuais. Comportamentos são aprendidos e as pessoas podem mudar características ao longo do , qualquer habilidade pode ser desenvolvida.

MAS, AFINAL, O QUE É HABILIDADE PSICOLÓGICA?

Como o nome já diz, habilidades são qualidades ou atributos a serem obtidos. Tal como as habilidades físicas e técnicas, as psicológicas necessitam de tempo, prática, repetição e conhecimento para que se possa melhorar o desempenho e obter resultados mais consistentes. Todos os aspectos que vamos listar a seguir podem ser desenvolvidos em longo prazo e podem até ser transferidos para vida fora do âmbito esportivo.
Ron C. Angle/TPL

1. EQUILÍBRIO EMOCIONAL

Os competitivos talvez sejam um dos poucos fenômenos sociais em que as emoções oscilam abruptamente. Se nos espectadores é comum, imagine nos protagonistas. Desenvolver o equilíbrio emocional é fundamental para um tenista. Um erro pode ocasionar uma avalanche de sentimentos negativos e levar à derrota. Saber retornar desses momentos (frequentes) dos jogos é uma habilidade que pode ser diferencial para uma decisão e até para a carreira de qualquer futuro atleta. A tensão exacerbada proporciona emoções negativas como raiva, frustração e medo. Como consequência, pode-se desencadear problemas durante a atuação, incluindo a tensão muscular e desvio de concentração, que propicia as distrações, lentidão de raciocínio na execução de golpes, movimentos lentos, entre outros.

DICA

Utilize o tempo entre os a seu favor. Cerca de 70% de um jogo de tênis se passa com a parada. 30 segundos podem lhe ajudar muito para reduzir seu ritmo cardíaco e ansiedade. Relaxe os músculos dos braços, respire profundamente. Usar esse tempo favoravelmente torna-se imprescindível.
Ron C. Angle/TPL

2. CONCENTRAÇÃO

Sempre ouvimos alguém dizendo "Concentre-se", "Foco", etc. Você sabe o que é isso? No , estar concentrado é um dos aspectos importantes para o bom rendimento. No tênis, é vital. A concentração é um tipo de percepção. A percepção é basicamente é uma capacidade cognitiva que nos faz reconhecer o mundo ao nosso redor através dos sentidos (visão, tato, olfato, audição, paladar). Portanto, para perceber alguns eventos que nos cercam, nosso cérebro utiliza a atenção.
Nosso ambiente está cercado por vários estímulos que aguçam a nossa percepção, e a atenção seleciona e codifica alguns deles que nos interessam no momento. Quando focamos em poucos estímulos, utilizamos a concentração - que nada mais é do que prestar mais atenção naquilo que é relevante para nós naquele determinado momento. Ou seja, em quadra seria focar na bolinha, no , nos pensamentos e nas sensações corporais. Quando você ouvir alguém falar de foco, lembre-se de um feixe de luz iluminando um local escuro. A falta de concentração em determinados momentos do jogo é uma das queixas mais frequentes que os psicólogos do esporte escutam não só de tenistas, mas de atletas de diversas modalidades (exemplos: como se concentrar e não ficar pensando na , na prova da próxima semana, no namorado, na festa de aniversário etc).
No tênis as interações são rápidas, as trocas de bolas, o , a movimentação, por isso a concentração é uma habilidade muito influente. Em outros esportes, o nível de concentração não precisa ser tão exacerbado.

DICA

Muitas vezes, os ficam remoendo os erros, pensando neles durante grande período e esquecem de focar no "Aqui, agora". Isso desconcentra. Os rituais ajudam muito a manter o foco. Foque-se nos aspectos relevantes ligados ao desempenho da tarefa no momento que está acontecendo. Tenha pensamentos positivos.
Ron C. Angle/TPL

3. TOLERÂNCIA À FRUSTRAÇÃO/ PERSEVERANÇA

As derrotas podem ensinar mais do que as vitórias. Pouco tempo atrás, Novak Djokovic era um coadjuvante em relação a Rafael Nadal e Roger Federer. Em diversas entrevistas, ele disse que aprendeu muito com as suas derrotas. Esse foi seu principal combustível para se desenvolver, estudar os seus erros e obter a confiança para perseverar. Alguns adversários são mais do que simplesmente rivais, eles podem proporcionar indiretamente as condições para a evolução de um atleta.
Encontre o lado positivo em suas derrotas. Se a derrota equivalem ao fracasso, nunca se ganhará a batalha da confiança com esse tipo de crença. Tenha a capacidade de aprender muito mais com uma derrota que de com uma .

DICA

Seu lema deve ser sempre: "Ganhando ou perdendo, vou dando outro passo adiante em busca de evolução". Isso independentemente do resultado de suas partidas.
Ron C. Angle/TPL

4. DESEMPENHO SOB PRESSÃO E SOB ADVERSIDADES

Controlar a ansiedade nos momentos mais difíceis, fechar um game, um set, no match-point, ou, pelo contrário, tentar reverter um placar adverso, quebrar o saque do adversário quando acabou de perder, são comportamentos típicos que ocorrem durante os jogos e que naturalmente põem pressão em quem está atuando.
Todo atleta, antes do início de uma partida, sente-se ansioso, agitado, apreensivo de que possa acontecer algo inesperado. Não é adequado que essas sensações cresçam e se tornem amedrontadoras a ponto de as pessoas não conseguirem realizar plenamente suas capacidades. Aceitar que a ansiedade é inevitável na competição e saber que pode lidar com ela é uma habilidade essencial para recuperar o controle psicológico na sequência de acontecimentos inesperados ou distrações. Superar o medo, ele é uma emoção natural do ser humano e pode ser controlado.
O psicólogo do esporte canadense, Garry Martin, ensina que, para eficácia dos aspectos psicológicos - quando eles são transferidos para o ambiente das competições -, os treinos devem ser o mais semelhante possível às exigências durante o torneio. É importante treinar saques e outros golpes, mas deve ser dado tempo para treinar questões mentais. Como isso pode ser feito? Simulando condições típicas competitivas, treinos mais intensos, com jogadores roubando os pontos, perdendo sets, com torcida a favor ou contra, com ruído e som alto, com placares adversos etc. Na preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008, a equipe de badminton chinesa utilizou de muitos treinos simulados, principalmente com o ginásio lotado, para ensinar aos seus atletas como lidar com a pressão da torcida e adversidade de um jogo, já que esse esporte é um dos mais populares na China. Portanto, a pressão pelo ouro olímpico seria inevitável. Os atletas chineses não decepcionaram levaram todos os ouros da modalidade.
Mesmo os grandes gênios do esporte, em algum momento da carreira, tiveram obstáculos e percalços e precisaram se superar para reconduzir sua trajetória. Essa característica é chamada de resiliência, termo que, assim como a palavra estresse, vem da física, e a psicologia emprega para designar o indivíduo que consegue ultrapassar grandes adversidades, resistir às pressões e, com muito esforço, reconduzir a sua vida. Na resiliência, a motivação é componente primordial de todo o processo de superação.

DICA

Respire profundamente entre os pontos, antes de sacar e quando se sentir agitado ou distraído.
Ron C. Angle/TPL

5. AUTOCONFIANÇA

Confiar em si mesmo e na sua equipe é uma habilidade que deve ser desenvolvida. Quem não a possui dificilmente consegue se dar bem no tênis. Autoconfiança é diferente de soberba, é entender que você possui qualidades e também limitações, é saber utilizar suas qualidades nos momentos negativos e trabalhar suas limitações nos treinos.
Assim como saber perder, aprender com as derrotas é uma lição importante, valorizar e usufruir das vitórias também é um comportamento que estimula a autoconfiança. Compartilhar sua felicidade com os colegas de equipe é uma atitude que lhe ajudará a desenvolver isso. Nos momentos de crise e adversidade, é necessário se lembrar das sensações da vitória, do prazer proporcionado ao conseguir um objetivo.
Pensar positivo, ter uma atitude positiva, verbalizar coisas positivas é tão importante em treino quanto em competição. Essas ações repercutem em nosso corpo, deixando-o mais relaxado e equilibrado para executar os movimentos necessários. Corpo e mente estão interligados e, por isso, as atitudes negativas também refletem em nosso corpo. A consequência, entre outros aspectos, é o desequilíbrio e a diminuição da performance.
Em competição, quanto mais você enfrenta adversidades, mais positivo tem que ser para construir a sua confiança e autoestima. A confiança está relacionada diretamente com o êxito percebido. Então, muitas vezes os tenistas só acham relevantes as vitórias nas partidas, quando o mais importante é sua atitude durante o jogo, ou seja, há jogos que se vence jogando mal e outros que se é derrotado jogando bem.

DICA

Uma estratégia que pode ajudar é o autodiálogo positivo, não só nos momentos de dificuldade, mas também nos acontecimentos positivos. No autodiálogo, o objetivo é ajudar os tenistas a controlar os seus pensamentos durante o treino e a competição para contribuir com o sucesso. Vibre bastante.
Ron C. Angle/TPL

6. MOTIVAÇÃO

Podemos definir motivação basicamente como os motivos que nos levam às ações em busca de nossas metas em todos os aspectos de nossas vidas. Pode ser exemplificada também como a direção e a intensidade de nossos esforços. Sejam eles estudar para passar no vestibular ou treinar intensamente o ano todo para ganhar um campeonato. Motivação é uma "energia psicológica" que faz com que nos comportemos de determinadas maneiras. Para saber o que lhe motiva é imprescindível ter autoconhecimento. Portanto, quando falamos de motivação não existe "receita de bolo", pois ela é pessoal, individual e exclusiva. Não há motivação sem busca por metas.
As metas podem tornar nossos sonhos e ambições profissionais palpáveis, desde que façamos algo para alcançá-las. É preferível, do ponto de vista psicológico, que se pretenda alcançar metas de atuação em vez de resultados. As metas de atuação podem ser controladas. Os resultados, não. As metas de atuação são de esforço, por exemplo: ter uma boa atitude durante o jogo; manter-se confiante nos momentos difíceis; atacar em bolas curtas; jogar preferencialmente golpes cruzados ou subir à rede. Esse tipo de meta é mais fácil de executar, depende exclusivamente do indivíduo. As metas por resultados (ganhar um torneio, chegar às quartas-de-final, dar um "pneu" no adversário) são mais complexas de se atingir, pois não dependem fundamentalmente do indivíduo, mas de outras variáveis que não podem ser controladas e a probabilidade de frustração é muito alta.

DICA

Estabeleça metas (de curto, médio e longo prazo) e escreva-as. Elas tem que ser: específicas (melhorar um golpe), mensuráveis (possível de ser medida), dentro do controle (possível de ser adquirida com treino), realistas (de acordo com suas habilidades no momento) e de limite temporal (data para conseguir realizar).
Ron C. Angle/TPL

7. RESPEITO

Respeitar o adversário, as regras do jogo, o fair-play, o ambiente competitivo, os horários da partida, os árbitros, assistentes e colaboradores deve ser um objetivo. Apesar de o tênis ser um esporte individual, ele é um jogo e necessariamente precisará de pelo menos outra pessoa para dividir a quadra. Por mais que em determinadas ocasiões algum adversário tenha um comportamento desrespeitoso, tenha uma atitude superior e não caia nesse tipo de "catimba".

DICA

Adversários sim, inimigos não.

Ron C. Angle/TPL

8. INTELIGÊNCIA TÁTICA

Saber ler as nuances do jogo do adversário, seus pontos fortes e fracos, e utilizar estratégias para minimizar as jogadas dele. Isso é inteligência tática. Em competições, os jogadores deveriam evitar focar em seus pontos fracos (deixe isso para os treinos). Devem pensar nos pontos positivos de seu jogo, tendo por base os pontos fortes, ou seja, abusar de suas jogadas de confiança. Quanto mais positivo for durante a competição, melhor, mesmo que seus pensamentos sejam negativos com relação a si mesmo.
É importante ter um repertório grande de variação de jogadas e ter paciência para colocá-las em prática nos momentos adequados. Nem sempre seu estilo de jogo irá se encaixar com o do adversário. Ter coragem de arriscar pode ser fundamental quando estiver numa situação como essa. Jogar com simplicidade também ajuda.
Inteligência não é sinônimo de belas jogadas. Em muitos momentos, fazer o básico para marcar um ponto pode ser a estratégia mais adequada.

DICA

Treine com jogadores com estilos diferentes e tente impor seu jogo. Isso lhe ensinará a desenvolver inteligência tática.
Ron C. Angle/TPL

9. DISCIPLINA

Habilidade e talento por si só não são os únicos requisitos para uma carreira vitoriosa. É necessário muita disciplina. Michael Jordan disse certa vez que 90% é transpiração e 10% inspiração. Pelé frequentemente comenta que após as rotinas diárias, ele ficava mais tempo treinando faltas com a sua perna esquerda (ele é destro) e cabeceio (que ele dizia ser seu pior fundamento).
Treinar com intensidade, cuidar da alimentação e dormir bem são fundamentais para qualquer atleta. O treinamento esportivo nada mais é do que repetição de exercícios. Há um estudo que diz que, para ser especialista em qualquer área, são necessárias 10 mil horas de prática. Portanto, isso leva anos para ser adquirido.
Infelizmente, algumas coisas terão de ser deixadas de lado em algum momento na carreira esportiva. Às vezes, o lazer, a convivência com os amigos e até familiares. Porém, todos os seres humanos necessitam de momentos de relaxamento e de descanso (físico e mental). Entregar-se a eles faz parte de uma atitude disciplinada. Desligue do tênis nessas ocasiões e aproveite para fazer algo que não faz com tanta frequência.

DICA

Disciplina é também sinônimo de paciência, de comprometimento e de responsabilidades.
Ron C. Angle/TPL

10. ESPÍRITO DE LUTA

Alguns comportamentos podem ser sinônimo de espírito de luta: garra, atitude, intensidade, coragem, jogar do primeiro ao último ponto com a mesma gana e energia, manter uma situação emocional construtiva quando as coisas vão mal, acreditar em seu potencial. Pense nos comportamentos de Nadal em quadra, eles sintetizam essas características.
Treinar e jogar com intensidade é uma habilidade que requer repetição. Você dará o melhor de seu jogo quando puder manter um estado de intensidade elevada e de energia, que se alimenta essencialmente de suas emoções positivas. Os sentimentos de entusiasmo, inspiração, decisão e desafio são um ponto central para se desenvolver nessa habilidade. Os treinamentos servem de termômetro para as competições, ou seja, não há formula mágica. Quanto mais semelhante os treinos forem das competições, melhor. Dessa maneira, muitas características podem ser generalizadas e transferidas. O treinamento sem qualidade não lhe capacitará para competir bem.

DICA

Entre em quadra nos treinos e competições para fazer o melhor que você pode naquele dia.

Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/10-principais-habilidades-psicologicas_9006.html#ixzz3UvObDjC6

segunda-feira, 25 de maio de 2015

4. Etapa CTSG - Inscricoes abertas

Não percam tempo, pois 50% das inscrições já foram preenchidas.

Torneio com limite de 120 inscritos.



Assim que receber informações sobre o evento, repasso.

Abc




domingo, 24 de maio de 2015

Canal 100% Roland Garros.

Quadra  Philippe Chatrier peq

     A SKY, maior operadora de TV por assinatura via satélite do País, anuncia, pelo terceiro ano consecutivo, parceria com a Band para a mais completa transmissão de Roland Garros. A operadora disponibilizará a seus assinantes, sem custo adicional, a partir de sábado (23), o Bandsports2, canal temporário exclusivo com toda a programação 100%voltada ao Grand Slam francês.

     O Bandsports2 (disponível nos canais 224 em HD e 134 em SD) vai transmitir 24 horas por dia conteúdo exclusivo e jogos ao vivo de Roland Garros 2015, comentados por grandes nomes da modalidade, como Andrea Vieira, a Dadá Vieira, um dos principais nomes do tênis feminino brasileiro; Ricardo Mello, que chegou ao 50º no ranking mundial; e Jaime Oncins, um dos tenistas de maior relevância da história do Brasil. Diretamente de Paris, França, o canal trará entrevistas, bastidores e jornais diários ao vivo.
     
     O canal Bandsports, também integrante da grade de programação da SKY (canal 225 em HD e 25 em SD), transmitirá ao vivo quatro jogos por dia, o que garante ao assinante da SKY, diariamente, um total de oito jogos ao vivo – a maior cobertura de Roland Garros.

     Os assinantes poderão ainda assistir aos jogos pela internet através do SKY Online, plataforma OTT da operadora. Os canais Bandsports e Bandsports2 estarão disponíveis gratuitamente durante todo o torneio. Para assistir, o cliente deverá acessar o portal www.skyonline.com.br e fazer o login.

     Além disso, a operadora disponibilizará um mosaico interativo no canal 135, que possibilitará aos assinantes checarem de maneira fácil e rápida o que está sendo exibido simultaneamente em cada canal (Bandsports e Bandsports2) e ainda acessar resultados e informações das partidas.
A parceria entre SKY e Band para a transmissão de Roland Garros vai até 2017.

De Santa Cruz do Sul, César Kist assume desenvolvimento do tênis na América do Sul

Fonte: CBT

     O tênis brasileiro tem a partir deste mês de maio mais uma importante representação internacional, com César Kist assumindo o cargo de Oficial de Desenvolvimento do Tênis para a América do Sul na ITF (Federação Internacional de Tênis).

     Cesar Kist tem 50 anos, foi tenista profissional e atingiu o número 119 do mundo em simples e 79 de duplas no ranking da ATP, além de integrar a equipe brasileira da Copa Davis. Também foi técnico dos japoneses Goichi Motomura e Kyoko Nagatsuka, além de trabalhar no desenvolvimento de treinadores dentro da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) como coordenador de Capacitação da entidade. 

    O brasileiro substituirá o chileno Miguel Miranda, que ocupou o cargo de 1996 a 2015 na ITF. Em sua nova responsabilidade, Kist terá como meta o desenvolvimento do tênis nos países da América do Sul para todos os segmentos, seguindo basicamente os três pilares abaixo:
- Mais jogadores e pessoas jogando tênis com projetos de massificação, escolinhas de tênis e de treinamento nas escolas;
- Melhorar o desenvolvimento de jogadores, com centros de treinamento, torneios juvenis, giras europeias, calendário de torneios e alto rendimento;
- Capacitação dos profissionais que trabalham com tênis em todas as áreas, principalmente os técnicos.

     Kist será empossado no novo cargo na Assembleia Geral da Confederação Sul-Americana de Tênis (Cosat), que acontece nesta sexta-feira e sábado, dias 8 e 9 de maio, em Buenos Aires, na Argentina, que reunirá os dirigentes de todas as federações nacionais da América do Sul. 

     A nova atividade de Cesar Kist na ITF não encerra seu trabalho à frente do Departamento de Capacitação e Desenvolvimento da CBT. Ele vai conciliar as atividades dos dois cargos, o que é positivo para o tênis brasileiro, que no ano passado recebeu certificação ouro da ITF na capacitação de treinadores, válida até 2016.
“É muito importante para o tênis brasileiro ter uma pessoa nesta função, trabalhando próximo às confederações e federações ligadas à Cosat”, finaliza Cesar Kist.


Thomaz Bellucci é campeão em Genebra.


Thomaz Bellucci é campeão em Genebra e acaba com jejum de três anos sem título FABRICE COFFRINI/AFP
Thomaz Bellucci na decisão em Genebra Foto: FABRICE COFFRINI / AFP
 
 
O brasileiro Thomaz Bellucci, número 60 do mundo, acabou com uma longa espera de quase três anos sem levantar um troféu ao conquistar neste sábado o torneio de Genebra, com vitória por 7-6 (7/4) e 6-4 sobre o português João Sousa.

Este é o quarto título do tenista paulista, que não disputava uma final no circuito principal da ATP desde outubro de 2012, quando perdeu a decisão do torneio de Moscou para o italiano Andras Seppi.

A última conquista havia acontecido em junho do mesmo ano, no torneio de Gstaadt, também na Suíça, onde também triunfou em 2009. O tenista paulista também levantou o troféu em Santiago, no Chile, em 2010.

Todos os quatro títulos foram conquistados no saibro, e três deles na terra de Roger Federer.

Na final de Genebra, Bellucci precisou batalhar bastante contra 50º tenista do mundo.
O primeiro set foi muito disputado, e o brasileiro levou a melhor ao mostrar mais frieza na reta final do tie-break.

No segundo, João Sousa conseguiu a quebra logo de cara, mas Bellucci devolveu para empatar em 4-4 e emendou três games seguidos para fechar a partida e garantir o título.

O número um do Brasil, que fez boas campanhas nos Masters 1000 de Madri e Roma, fazendo até jogo duro com sérvio Novak Djokovic na capital italiana, chega embalado para Roland Garros.

A estreia no Grand Slam parisiense será contra o australiano Marinko Matosevic, centésimo colocado do ranking.

* AFP
 
FONTE: ZH ESPORTES E ATP
 
 
CLIQUE NA IMAGEM E VEJA O RESUMO DO JOGO:
 
http://www.atpworldtour.com/Tennis/Media/Videos/Uploaded/2015/5/23/Geneva-2015-Final-Highlights.aspx#ooid=FmMDM5dTqs3XU0MqbIO7np7XWPJzoyon
 

http://www.atpworldtour.com/Tennis/Media/Videos/Uploaded/2015/5/23/Geneva-2015-Final-Highlights.aspx#ooid=FmMDM5dTqs3XU0MqbIO7np7XWPJzoyon


segunda-feira, 27 de abril de 2015

VIII Aberto de Flores da Cunha - PROGRAMACAO




Flores da Cunha

Cultura

Flores da Cunha é conhecida como a "Terra do Galo" devido a um episódio onde um mágico passou pela cidade dizendo que iria cortar a cabeça de um galo e em seguida iria fazer uma mágica e o pescoço novamente se uniria ao resto do corpo, e o galo voltaria à vida. Porém, na hora da apresentação, ele disse que havia esquecido o pó mágico e que ia buscá-lo, mas neste meio tempo ele fugiu da cidade em um Ford modelo T.
A cidade é considerada a mais italiana de todas as cidades que receberam imigrantes em 1877. Um forte apelo do município é a preservação das tradições culturais, herdadas dos imigrantes italianos, fundamentados na língua, na gastronomia, na música, na religiosidade, nos usos e costumes nos demais elementos da cultura de imigração da região nordeste do estado do Rio Grande do Sul.
Na área rural as pequenas colônias são produtoras de licoresqueijos, vinhos e outros produtos coloniais.

[editar]Turismo

Ao lado da Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes há um imponente campanário de 55 metros de altura, todo em pedras debasalto, num total de 11.122 pedras. Demorou três anos sua construção, de 1946 a 1949, sendo que as pedras eram transportadas de caminhão e puxadas para cima com roldana. Os cinco sinos foram fundidos em Savóia, na França. O maior pesa 1.200 quilos; o segundo, 600 quilos; o terceiro, 350 quilos; o quarto, 150 quilos; e o quinto, 80 quilos. Os quatro relógios com mostradores de três metros de diâmetro, foram fabricados em Estrela, no Rio Grande do Sul, em 1948.
Na área do turismo de compras destacam-se a Festa Nacional da Vindima e a Feira de Inverno; no turismo religioso – Corpus Christi e Romaria ao Frei Salvador, com trilhos e tapetes confeccionados em serragem pela comunidade.

[editar]Destaques

  • Maior produtor de vinhos do Brasil
  • 2º maior produtor de uvas do Brasil
  • 2º pólo moveleiro do estado
  • 2º maior produtor de alho do estado
  • 1º produtor de bebidas alcoólicas do estado
  • Indústria diversificada (uma para 17,6 hab.)
  • Forte produção de hortifrutigranjeiros e comércio e serviços







Maiores detalhes em: www.ctsg.com.br

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Aula de Geometria

   Quais os melhores pontos para estar em uma quadra de tênis dependendo da sua jogada e da resposta do adversário?

   Por que alguns jogadores correm mais na quadra do que outros? Por que alguns parecem receber sempre a bola na mão? Você já se perguntou por que sempre acaba dando a bola na mão do seu adversário?

   A precisão das batidas, a experiência dos jogadores – e consequentemente uma melhor escolha de jogadas –, o raciocínio lógico muito associado ao controle emocional e a própria visão das jogadas – que permite uma boa antecipação nos movimentos –, são fatores que “diminuem” o tamanho da quadra, encurtam distâncias e aumentam o tempo para a movimentação. A maioria dessas qualidades são adquiridas com a vivência do jogo, porém, consciente ou inconscientemente, estão associadas ao conhecimento da geometria da quadra e suas particularidades.

   Os que conhecem um pouco da ciência euclidiana sabem que a quadra tem um formato retangular, o que faz com que um drive cruzado possa percorrer quase dois metros a mais do que um paralelo. Além disso, a rede tem alguns centímetros a mais de altura nas laterais – que teoricamente não fazem tanta diferença –, mas que, na prática, demonstram a inteligência de todas as suas medidas. Esses são pequenos detalhes que, considerados ou ignorados, podem representar várias posições para cima ou para baixo no ranking do seu clube, um placar mais elástico ou mais apertado contra aquele velho parceiro de jogos e treinos.

   
   Portanto, aqui vamos tentar ajudá-lo a reavaliar seu posicionamento em algumas das principais situações de jogo, mostrar e comprovar o posicionamento correto ou ajudá-lo tirar suas conclusões sobre o que pode melhorá-lo. Esses conhecimentos devem também influenciar nas decisões de escolha dos golpes para melhorar todas as suas jogadas, diminuir o desgaste físico e aumentar o percentual de acertos.

   Se o tênis é um jogo de tempo e espaço, espaço é geometria e trabalhar com ela corretamente fará você ganhar bons jogos ou, ao menos, aumentará suas chances de vencer.

   Na cruzada, é preciso se movimentar menos

Cruzada, o caminho seguro

   Você sabe por que a quadra de tênis é um retângulo e não um quadrado? Se a quadra fosse quadrada, as batidas cruzadas e anguladas teriam mais área ainda e seriam indefensáveis. Essa preocupação já demonstra a maior eficiência nessa opção de jogada. Dessa forma, observe abaixo:


   Repare que a linha verde representa uma jogada cruzada, que abre e angula as bolas, e a amarela mostra a paralela, que joga a bola de fora para dentro, portanto:

1) As cruzadas possuem uma margem de erros e acertos melhor do que as paralelas pelo fato de a quadra ser maior (cerca de 1,38 m) e de a rede ser mais baixa no centro. Além disso, se você adiantar um pouco a batida, uma cruzada pode se tornar uma boa angulada e, se você atrasar, a bola acabará indo mais ao centro. Porém, em uma paralela, se você adiantar também jogará a bola mais ao centro, mas, se atrasar, jogará a bola para fora.
2) Se você estiver em uma troca de bolas com seu oponente, aquele que usar o maior número de paralelas acabará se movimentando mais do que o outro – como você constata a seguir.

Geometria básica 1

   Os aspectos citados anteriormente devem ser levados em consideração para todas as jogadas, do saque às curtas e lobs, ou seja, a primeira posição do jogo com os jogadores no fundo. No entanto, a teoria muda completamente se um dos jogadores estiver na rede. Dessa forma, veja o que fazer nas situações abaixo:

Bola batida para o centro

   Se a sua bola foi direcionada ao centro da quadra, você deve se posicionar também ao centro, óbvio.

Bola direcionada a um dos cantos da quadra

   Repare nos gráficos ao lado que, ao colocar o seu adversário em um dos cantos da quadra, se você se posicionar ao centro, estará muito mais próximo do ponto de batida paralela do que de cruzada do seu adversário. Dessa forma, quando você desloca seu rival para um dos lados, automaticamente terá que cobrir mais a quadra do lado oposto.


 
Cobertura da quadra
   Se você está em um dos cantos da quadra e optar por bater uma paralela, terá de mover-se ou correr bem mais para se posicionar corretamente para a próxima bola.
   A linha verde demonstra o deslocamento para o posicionamento caso você bata uma paralela. A amarela no caso de a opção ser a cruzada. Se a escolha for uma cruzada, a movimentação será bem menor.

 
Posição depois da cruzada!
   Depois de bater uma cruzada, repare como, movendo-se ao lado oposto, você consegue uma “equidistância” para os dois lados.

Novak Djokovic

 
Não volte ao meio!
   Você cruzou a bola e ficou no centro da quadra? Repare como a cruzada ficou aberta.


No saque
   Seguindo a teoria apresentada, se você for sacar em uma partida de simples, o melhor ponto para igualar as distâncias será próximo ao centro (posição 1). Se for em uma partida de duplas, terá de cobrir, além do corredor de duplas, também os ângulos cruzados (posição 2).
Para receber
   Se você for o devolvedor, lembre-se de que o posicionamento ideal protege um pouco mais os lados abertos do que exatamente o meio do quadrado de saque. Consequentemente, se o seu oponente se deslocar mais para as extremidades da quadra, embora deixe mais quadra aberta para a sua devolução, ganha mais ângulo para acertar as laterais. Assim, se ele abre no posicionamento para sacar, você deve abrir também a colocação para esperar a devolução.
Por exemplo, se o seu oponente estiver na posição 1 de saque, você estará na posição 3 para a devolução. Se ele estiver na posição 2 para o saque, você se deslocará para a posição 4 para a resposta, conforme os gráficos ao lado.

Geometria básica 2

   
   Já que a preocupação é o posicionamento em quadra, não podemos deixar de falar sobre uma situação muito comum, especialmente entre os iniciantes que, ao se depararem com uma área tão grande, instintivamente acabam entrando na quadra e se posicionando na região de maior incidência de acertos das bolas – exatamente onde a maioria das bolas caem. No passado, os professores chamavam essa área de “mata-burro”.

   Esse posicionamento só deve ser adotado em forma de antecipação, quando você sentir que seu adversário está em apuros ou desequilibrado, em situação de defesa, e não vai conseguir golpes potentes e precisos. Isso poderá ocorrer após um bom golpe de fundo ou talvez quando o seu adversário vem à rede e você consegue uma boa bola baixa, nos pés dele, forçando-o a um bate-pronto ou um voleio muito baixo, que certamente vai sair curto. Também é uma boa posição se você conseguir uma deixadinha.
   Outro erro quase tão grande quanto ficar no meio da quadra é ficar muito longe da linha de fundo para “economizar” movimentação quando as batidas do seu adversário são profundas. Ficar a quatro ou cinco metros atrás da linha torna seus golpes inofensivos e aumenta demais a quadra para correr para as bolas curtas.
   Lembre-se: tênis é um jogo de movimentos e nenhuma posição cobre todas as bolas. Mesmo que você tenha que ir o tempo todo para trás, precisa voltar para cerca de um passo (atrás) da linha de fundo.

Um dos erros dos principiantes é ficar entre o “T” e a linha de fundo, no dito “mata-burro”

Da mesma forma que ficar no “mata-burro” é ineficiente, o mesmo ocorre se ficar muito no fundo da quadra

Posicionamento na rede

   Como dito anteriormente, a “geometria” da quadra muda quando se está na rede. Quando estamos no fundo, depois de golpear a bola, movimentamo-nos para o lado oposto do qual direcionamos a bola – para cobrir a quadra adequadamente. Na rede, a lógica se inverte e, se batemos na paralela, por exemplo, seguimos na direção da bola para cobrir eficientemente a quadra. Para melhor entender isso, confira os gráficos a seguir.

Approach no centro
Se você golpear a bola para o centro da quadra e for para a rede (approach), o melhor posicionamento obviamente será o meio, ou seja, o centro dos ângulos de passada dos dois lados – assim como ocorria no fundo da quadra.
Sempre no meio?
Já se o approach ou golpe de subida à rede for para um dos cantos, a cobertura dos ângulos será oposta à do fundo da quadra. Este gráfico mostra um posicionamento inadequado para demonstrar que, se a bola estiver nos cantos, você – posicionado ao centro – estará praticamente no caminho da melhor e mais potente batida do seu oponente (a cruzada), ou seja, será o alvo e, além disso, deixará a paralela completamente aberta.
Distância da rede
A distância da rede para o primeiro voleio dependerá da situação e da jogada, porém, o posicionamento que você deve buscar para não deixar um espaço muito grande para as bolas nos pés e não ficar próximo demais para não facilitar os lobs é exatamente entre a linha de saque e a rede. Nessa posição, com no máximo dois passos para frente ou para trás, você conseguirá pegar as bolas baixas e a maioria dos lobs.

Approach nos cantosNos dois gráficos acima, você pode observar a posição ideal se o approach for para o lado direito e esquerdo, respectivamente. Ou seja, se você bater na direita, siga para a rede fechando o lado direito. Lembre-se também que os ângulos que sobram, aparentemente nas cruzadas, apenas poderiam ser atingidos com bolas mais lentas ou com muito efeito, dando mais tempo para alcançá-las.

Approach paralelo ou cruzado?

Repare no posicionamento ideal após um approach paralelo e um cruzado. Com o paralelo (verde), você estará muito mais perto do ponto ideal para o primeiro voleio. Com o cruzado (amarelo), você terá de correr muito mais para chegar à posição ideal.
Para cobrir bem a rede, você precisa se movimentar na direção da sua bola de approach

Parceiro do sacador
   Se o seu parceiro possui um bom serviço, que dificulta a devolução dos adversários, posicione-se mais próximo à rede, principalmente no primeiro serviço. Para o segundo, um ou dois passos para trás podem resolver o problema. Se o saque for muito fraco, você pode recuar até a linha de fundo e subir quando a bola já estiver em jogo. Repare que esta posição é a que lhe deixa em melhores condições de voleio, especialmente para o espaço entre o devolvedor e o voleador. No gráfico acima, demonstramos a posição básica do voleador em um primeiro saque do parceiro e os melhores pontos para executar os voleios, caso a bola venha em sua direção.
Parceiro do recebedor
   Se o saque do adversário incomoda ou dificulta a devolução do seu parceiro, procurar fechar os ângulos de voleio do parceiro dele será sua principal função. Repare que a posição demonstrada no gráfico acima diminui principalmente o espaço entre você e seu parceiro para os voleios adversários. Se o saque rival for fraco ou a devolução do seu parceiro muito boa, você pode avançar mais, pressionando o sacador.

Duplas

   Você tem quatro funções diferentes na duplas. A primeira e segunda são óbvias: sacar e receber. E a maioria dos jogadores diria que há apenas mais uma função, que provavelmente seria volear. Dessa forma, a quarta função seria quando você não está devolvendo o saque ou sacando e fica no fundo, certo? Errado. As outras duas funções com importância de posicionamento estratégico diferenciado são: parceiro do sacador e parceiro do recebedor.
   Ou seja, você saca, recebe e joga com seu parceiro sacando ou recebendo saque. Portanto, ao lado estão algumas dicas básicas de posicionamento para você ficar na rede quando não está sacando e recebendo nas duplas.

Dicas

Como você pôde perceber, as batidas cruzadas economizam movimentos para a cobertura da quadra e são mais regulares do que as paralelas. Portanto:
   Use mais cruzadas do que paralelas durante os pontos;
2    Use as cruzadas para se defender;
3    Use as paralelas mais para atacar;
   As devoluções de saque devem ser, na maioria das vezes, cruzadas e no meio;
5    Devolva o saque na paralela quando estiver atacando;
   Para o approach, use mais as bolas paralelas.