quinta-feira, 27 de abril de 2017

53ª Copa RS 2017 - Caxias do Sul.

Recreio da Juventude recebe competição 

Caxias do Sul (RS) - O tradicional Recreio da Juventude receberá os tenistas
infanto-juvenis gaúchos para a 53ª edição da Copa RS, entre os dias 28 de abril a 1º de maio.
Serão disputadas as categorias de 12 a 18 anos, masculino/feminino simples/duplas.
Este torneio tem pontuação máxima no Ranking Estadual da FGT (Grupo 1).
Haverá cerimônia de abertura com desfile de delegações.
É de suma importância a participação de todos o clubes participantes na cerimônia de abertura.

Programação Divulgada: 

Mais Informações:
Departamento Técnico FGT
Tel: (51) 3226-5734/3224-6348

A Tretorn é a Bola Oficial da Federação Gaúcha de Tênis


12º Open de Tênis Clube Comercial de Passo Fundo


Passo Fundo (RS) - As inscrições para o 12º Open de Tênis Clube Comercial de Passo Fundo estão reabertas no site da FGT.
O torneio será disputado entre os dias 05 e 07 de Maio.
As inscrições podem ser feitas pelo site da FGT (www.fgtenis.com.br)
Se porventura algum tenista não possa participar nesta nova data, deve cancelar sua inscrição junto a FGT.
Este torneio é válido como Grupo 2 (Circuito FGT 2017)
pelo Ranking Estadual da Federação Gaúcha de Tênis 

 12º Open de Tênis Clube Comercial de Passo Fundo
Inscrições até o dia 02 de Maio/2017
Local: Clube Comercial de Passo Fundo
Categorias Classes, Seniors e Infanto Juvenil

Premiações:
1ª Classe Masculina
Campeão: R$ 1.200,00
Vice Campeão: R$ 600,00
Semi Final: R$ 150,00

2ª Classe Masculino
Campeão: R$ 300,00
Vice Campeão: R$ 150,00

35 A Masculino
Campeão: R$ 250,00
Vice Campeão: R$ 150,00

Premiação Categorias Infanto:
14/16/18 Masc
14/16 Fem

Avaliação física completa
Avaliação Médica
Ergoespirometria
Avaliação Postural
Baropodometria
Avaliação Nutricional
Acompanhamento de um ano para o atleta premiado


Haverá troféus e camisetas para todos os participantes.
Válido como grupo 2 pelo Ranking Estadual da FGT (Circuito FGT 2017)
Participação especial: Marcos Daniel
5 mil reais em premiação distribuída

Organização: Bocchese/Simonetti Tennis

Mais Informações:
Prof. Nando Bocchese
Tel: (54) 9.9170-0234

Prof. Gustavo Simonetti
Tel: (54) 9.9995-7327

Supervisão: Federação Gaúcha de Tênis
A Tretorn é a Bola Oficial da Federação Gaúcha de Tênis


terça-feira, 25 de abril de 2017

O duro caminho dos tenistas juvenis no Brasil

Longe do glamour, juvenis se apoiam na família e superam até fome no caminho até o tênis profissional

Fonte: http://esportes.estadao.com.br

Esqueça o glamour de Wimbledon, a entrada triunfal dos tenistas no ATP Finals e todo o entretenimento dos torneios norte-americanos. Deixe de lado também o placar luminoso, os boleiros com toalhas à espera dos tenistas e até o juiz de linha. No mundo dos jovens atletas das raquetes, isso é distante no Brasil.  
Placar até existe, mas é manual e atualizado a cada dois games, para não sobrecarregar os atarefados e raros pegadores de bola. Árbitro, só de cadeira, quando tem. A toalha fica pendurada no alambrado enferrujado ou no cadeado da quadra. 
Foto: Cristiano Andujar/CBT
Gabriela Azambuja: tenista conta com a ajuda da mãe, que passou a fazer e a vender bolos, para participar de torneios
Gabriela Azambuja: tenista conta com a ajuda da mãe, que passou a fazer e a vender bolos, para participar de torneios
Assim é a vida dos tenistas juvenis no País. Juntam-se lesões, falta de apoio, ansiedade e até fome. O brasiliense Paulo Saraiva se enquadra nesses casos.  
Nascido numa família humilde, de pai pedreiro e mãe diarista, o jovem de 16 anos se encantou pelo tênis num projeto social em Itapoã, cidade a 15 km de Brasília. O primeiro jogo foi em casa. “Paulo, você já viu filho de pobre jogando tênis?”, implicava a mãe antes de ceder.  
A entrada no circuito juvenil surgiu com o apoio do treinador. Antônio Lindoso identificou talento no rapaz. E deficiências na parte alimentar. “Percebia que, após uma hora de treino, ele começava a tremer.” Saraiva ia para o treino sem tomar café da manhã porque não tinha comida suficiente em casa.  
Lindoso, então, passou a dar frutas e verduras ao garoto. Ajudava com raquetes e bolinhas. Pagava para treiná-lo. Os resultados começaram a aparecer. Saraiva conquistou títulos locais e nacionais. Em 2016, tornou-se o número 1 do Brasil até 16 anos. Mas a boa colocação não evita os apuros de quem tenta romper o estigma de que tênis é um esporte elitizado.
Em 2016, perdeu na estreia num torneio em Salvador. Como não tinha dinheiro voltar, ficou uma semana lá esperando a mãe juntar os trocados. “Treinava na casa de um amigo do meu treinador. E tinha um restinho de dinheiro para comer”, conta. 
O técnico acredita em seu pupilo. No entanto, esbarra numa barreira econômica ainda maior nesta fase. É o momento da delicada transição do juvenil ao profissional, com as caras viagens e a necessidade de pontuar na Associação dos Tenistas Profissionais (ATP), primeiro sinal de profissionalização do atleta.  
Neste processo de transição, que é um grande funil para os aspirantes, Saraiva apostou numa “vaquinha online” no site Kickante. A meta era obter R$ 30 mil para um giro de torneios na Europa. Arrecadou R$ 9 mil. Conta agora com um mecenas na Espanha. Um experiente treinador conheceu sua história e ofereceu estrutura para treiná-lo gratuitamente. Mas os custos de viagem e hospedagem ainda pesam sobre o jovem brasileiro.
DO BOLO À BOLA
A busca por recursos é tão exigente que mobiliza famílias mais abastecidas. É o caso de Gabriela Azambuja. Filha de um promotor de Justiça, a jovem de 17 anos é de Palmas, no Tocantins, mas mora e treina em Itajaí (SC), a quase 2 mil km de distância de casa, na ADK Tennis, que vem se tornando celeiro de jovens tenistas no País. 
Os recursos do pai, contudo, não são suficientes para bancar a menina em torneios na América do Sul e os custos da família, que conta com a mãe, dois irmãos – um deles na faculdade – e um neto. A mãe Mery Azambuja, dona de casa, aprendeu a fazer bolos e começou a vendê-los para ajudar a filha tenista. “Aprendi só para poder vender e ajudá-la. O patrocinador oficial agora sou eu”, brinca. 
Com os esforços, Gabriela começou o ano como número 1 do juvenil brasileiro. Longe de casa e do clube onde treina, seu maior desafio aconteceu fora da quadra. Sem recursos para viajar de avião, precisou de três ônibus e dois dias de viagem para voltar de Punta del Este no ano passado. Viajou sozinha, então com 16 anos, sem a companhia do treinador. Mas a experiência e os pontos fizeram a “aventura” valer a pena. “Fui vice-campeã daquele ITF”, comemora a jovem tenista, com suas unhas azuis e jeito de menina.  
“Mais da metade dos meus custos é bancado pelos meus pais. O tênis é um esporte caro, né? É muito sacrifício da família. Meus pais abrem mão dos sonhos deles para bancar as minhas viagens. Mas, se Deus quiser, esse sacrifício vai valer a pena”, comenta a jovem Gabriela. 
O mineiro João Ferreira, tido como promessa, compartilha desta preocupação. “Minha família sempre me ajudou. E, às vezes, isso até acaba me gerando ansiedade nos jogos, para dar uma contrapartida ao sacrifício deles”, diz o tenista de 16 anos, filho de pais dentistas. 

O começo é difícil. Gustavo Kuerten penou antes de estourar em Roland Garros. “Foi nesta transição, quando estava entre os cinco melhores do mundo, que perdi o patrocínio. Nos seis meses seguintes, perdi para todo mundo, sem confiança. O Larri (Passos) me botava para treinar na marra e me fazia acreditar”, contou Guga ao Estado.

terça-feira, 18 de abril de 2017

X ABERTO DE TÊNIS - FLORES DA CUNHA

4a. Etapa CTSG 2017
Sociedade Recreativa Aquarius - Flores da Cunha
De 12 a 14 e 19 a 21 de maio de 2017
Inscrições limitadas até 09/05 Adulto: R$ 65,00 Infanto: R$ 40,00


domingo, 2 de abril de 2017

#SomosTenis App Fino Meligeni

Ola tenista !!  O Fernando "Fino" Meligeni está com um projeto muito legal !! 
É um aplicativo com informação sobre tenis. Resultados, Chaves, notícias. Mais que isso, no aplicativo estou colocando vídeos como as Dicas do Fino e os jogos do Fino na net e mais alguns vídeos diferentes. Mas o mais legal com certeza são os prémios. 

Os prémios do app são desde raquetes, roupas de tenis, tem clínicas  de tenis comigo, bate bola individual comigo e o grande prémio. Uma viagem para Roland Garros com direito a credencial que os familiares tem quando o jogador entra na chave principal. Com essa credencial você pode entrar na sala de jogadores, refeitório e vai assistir os jogos do meu lado. 1 ganhador vai comigo pra Roland Garros e outro vai para outro Master 1000. Sensacional.

Para entrar no app é simples. Você baixa ele de graça. Para concorrer a viagem você paga um fee pequeno e pode ser sorteado para todos os prémios.  Ta tudo explicado lá.

Detalhe. Se você baixar hoje você consegue sem problemas. Hoje apenas os clientes Tim conseguem pagar e concorrer aos prémios. Em pouco mais de 1 semana os clientes Vivo vão poder concorrer e se cadastrar. Os da Claro esperamos que em 1 mês mais ou menos. 

Segue abaixo o link para baixar o app. 
#set @somostenisbr 

https://goo.gl/nPrD2f

domingo, 19 de março de 2017

INSCRIÇÕES ABERTO TÊNIS REC. CRUZEIRO - PEDRINHO

Abertas as inscrições para o ABERTO TÊNIS REC. CRUZEIRO - PEDRINHO SPORTS 31/03 à 09/04, nas quadras do clube Recreio Cruzeiro. Data LIMITE para inscrições: 27/03

Nos dias 31. 01 e 02 de Abril acontecerão as categorias 2ª classe SM, 2ª Classe SF, 35B, 35A e categorias infantis.

Nos dias 07, 08, 09 de Abril acontecerão as categorias 1ª classe SM, 1ª classe SF, 3ª Classe SM, Senior 45, Senior 55

[ INSCREVA-SE AQUI ]

Valor da Inscrição: 65,00 Adulto , 40,00 Infantil.



domingo, 12 de março de 2017

domingo, 5 de março de 2017

Brazilian Storm no tênis !!

    Semana muito boa para os duplistas brasileiros. 
     André Sá, Rogerinho e o Caxiense Marcelo Demoliner estão na final do ATP250 de São Paulo. Grandes jogos e eliminação de campeões de major !!! Jogo final as 14 hrs deste domingo.

     Já o mineiro Bruno, acabou de se consagrar campeão no ATP500 de Acapulco, no México.

     #brazilianStorm #tennis

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Usar quase sempre a mesma bola ou variar ?

Fonte: http://tenis-portugal.com  (texto editado)


     Bolas mais duras, mais moles, de várias ou menos marcas. No que toca ao “objeto” que é protagonista de todos e quaisquer encontros de ténis, as opiniões dividem-se. Lá por fora, ainda durante o ATP 500 de Roterdão, Alexander Zverev e Dominic Thiem elogiaram as bolas utilizadas (marca Tecnifibre) no torneio holandês e defenderam uma utilização mais regular de um estilo/marca de bola, mas nem todos os jogadores estão de acordo.

     Ao mesmo tempo que o jovem prodígio alemão fazia um elogio às bolas Tecnifibre e criticava as HEAD que são utilizadas noutras provas e diz serem “como pedras” devido ao excesso de peso que reúnem, Steve Johnson dizia, em Memphis, que as RS Black Edition — as bolas produzidas pelo já retirado Robin Soderling — são “as piores bolas com que já joguei”. A troca frequente de bolas de torneio para torneio é propícia a lesões, dizem uns, mas Marin Cilic e Tomas Berdych discordam. Nas palavras do checo, “isso é estar à procura de desculpas de criança”.

     No seguimento das declarações de vários jogadores um pouco por todo o mundo, o Ténis Portugal foi à procura de respostas junto de alguns dos principais intervenientes portugueses. Gastão Elias, Frederico Gil, Rui Machado, Pedro Sousa, Frederico Silva e Frederico Marques deram as suas opiniões e há um ponto em que não há espaço para dúvidas: todos concordam que o número de bolas utilizadas no circuito ao longo do ano devia ser inferior ao atual.

Gastão Elias, 86.º ATP, diz que “jogar-se com as mesmas bolas faz todo o sentido. Em termos de preparação para os torneios seria melhor [que as bolas não mudassem com tanta frequência]e a adaptação seria mais fácil. Existirem bolas diferentes para tipos de piso diferentes faz sentido, mas mudarem as bolas em praticamente todos os torneios acho errado. Se falarmos do circuito Challenger, a realidade é muito pior: há torneios em que a qualidade das bolas é inadmissível e a ATP parece fazer pouco para mudar isso.” Para o número 2 nacional, uma redução de bolas imposta pela ATP “seria uma mudança que gostaria de ver acontecer no circuito.”
Observações à qualidade das bolas utilizadas nos torneios de categoria inferior fez também Frederico Gil, que lembrou que “nos torneios Future a troca de bolas só acontece aos 11 e aos 13 jogos, enquanto nos ATP é aos 7 e aos 9, portanto não só as bolas são piores do que nos torneios ATP como são trocadas muito mais vezes, o que faz com que o jogo seja mais lento e equilibrado. Quem é melhor jogador habitualmente consegue fazer mais efeitos com a bola, mas nestes eventos como elas muitas vezes não correspondem ao que se espera delas os jogadores mais fracos acabam por conseguir nivelar mais o nível.”
O tenista sintrense referiu ainda que por vezes “é difícil adaptarmo-nos de uma bola muito rija a uma mais “soft”, com menos pressão, de uma semana para a outra. A qualidade do pêlo das bolas também faz muita diferença no agarrar das cordas; umas ficam mais abertas e mais lentas, outras perdem o pêlo e por isso ficam mais rápidas, o que faz com que escorreguem mais nas cordas e tudo isto influencia imenso o jogo. Na minha opinião, deviam ser mais parecidas ao longo dos torneios, porque às vezes as diferenças notam-se muito e só a ATP é que consegue controlar isso no sentido de impôr limites em termos de pressão da bola e das características do pêlo.”
Nas palavras de Rui Machado, que em junho terminou a carreira de tenista e exerce agora funções de Diretor Técnico Nacional de ténis, estando responsável pelo Centro de Alto Rendimento, no Jamor, “tentar que se utilize um número mais reduzido de bolas no circuito, pelo menos no nível mais alto, era o ideal, sobretudo porque ajudaria a que os jogadores não tivessem de se adaptar a tantas condições tão diferentes. O clima e o piso já me parecem adaptações suficientes a fazer, mas como ponto mais importante refiro o facto das adaptações às bolas e ao piso serem normalmente aquelas que provocam mais lesões, porque normalmente os atletas lesionam-se ou por acumulação de esforço ou pelas novas condições a que o corpo não está habituado.”
Ao Ténis Portugal, o ex-número 1 nacional disse ainda que “em Portugal temos a preocupação de preparar os torneios com a bola com que os jogadores vão competir, porque a velocidade, o peso e as características das bolas são diferentes e quanto mais os jogadorwes se conseguirem adaptar, melhor.”
Tal como os compatriotas, Pedro Sousa também procura sempre treinar com a bola com que vai competir ou, se não for possível, com uma bola semelhante e fala num conjunto de “alguns cuidados a ter ao nível dos pulsos e dos cotovelos” nos momentos de adaptação a bolas diferentes, porque “por mais pequenas que sejam as mudanças há sempre algum ajuste a fazer que pode ser prejudicial.” Nas palavras do lisboeta, “há bolas que depois de algum uso tendem a ficar maiores e mais pesadas e isso torna o jogo muito mais lento e exigente fisicamente”, defendendo que “não só pelo jogo em si mas pelo bem estar físico dos atletas e para se pouparem algumas lesões” se deveria apostar numa troca de bolas menos frequente.
Frederico Silva, que tem alternado entre torneios Future e Challenger, revela que “por vezes não é fácil conseguir treinar com as bolas dos torneios, mas por norma vamos com alguns dias de antecedência para nos habituarmos quer às bolas, quer aos campos” e que “em torneios Challenger não tenho sentido grandes dificuldades em adaptar-me às bolas, mas em alguns Futures não são iguais e torna-se mais difícil.” O tenista caldense também concorda que “as características das bolas deveriam ser mais idênticas em todos os torneios. Sei que os torneios têm os seus patrocinadores e não é fácil terem as mesmas bolas, mas parece-me um aspeto em que a ATP e a ITF podiam tentar melhorar.”
Frederico Marques, o treinador que acompanha João Sousa pelo circuito fora, conta que “quando realizados a preparação dos torneios em Barcelona essa preparação já é feita com as bolas que vamos encontrar no torneio. Em Barcelona tenho um armário com todas as bolas do circuito, desde Head, Tecnifibre, Wilson, Dunlop, Srixon, entre outras. A bola é importante, mas não é tudo. O conjunto bola, superfície, humidade, calor e altitude é que pode ajudar ou prejudicar de alguma forma o atleta pelo seu estilo de jogo.”
O treinador do número 1 português afirma que “a meu ver são demasiados tipos de bolas, podia ser mais reduzido. Talvez uma votação entre jogadores para ver qual é a bola mais desejada pudesse ajudar? Não será fácil agradar a todos, mas se mais de metade dos jogadores estiver de acordo já é um avanço. Muitas vezes isso não acontece e poucos jogadores estão contentes com a bola durante a semana. Quem está contente é a organização do torneio porque tem um patrocinador. Além disso, existem torneios em que a bola tem carisma, como é o caso de Wimbledon… Os membros da ATP ouvem bastante os jogadores e está em constante evolução. Preocupa- se com os jogadores mas também com o espectáculo, por isso acredito que nos próximos anos poderemos ter novidades.”
Para Frederico Marques, há no entanto um aspeto mais “preocupante” e difícil de controlar: “Para um treinador é mais fácil controlar a situação das bolas do que chegar a um torneio e ter três tipos de velocidades de campo, como é o caso do Australian Open. Jogar no campo 7 ou no campo 13 são torneios totalmente diferentes em termos de velocidade. Visto que apenas somos informados do campo em que vamos competir horas antes do encontro… Isso sim, é mais preocupante.”

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

2. Etapa CTSG - Farroupilha

Inscrições Abertas para o 9ª Hermelu de Tênis Farroupilha GCC.

Nos dias 10,11 e 12 de Março jogam as categorias: Senior 35A, 2ª Classe SM, 4ª Classe SM, 2ª Classe FEM, Senior 55 e Classes Infantis

Nos dias 17,18 e 19 de Março jogam as categorias: 1ª Classe SM, Senior 35B, 3ª Classe, 1ª Classe SF e Senior 45

Link para inscrição

Premiação para os finalistas, bola oficial: Wilson.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Melhor ponto do AO2017 pelo mundo


     Incríveis narrações pelo mundo do ponto mais importante do Australian Open 2017

video

Fonte: Facebook - Bola Amarela

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Ex nr. 56, Marcos Daniel em Caxias, no Banana Bowl



Caxias do Sul/RS – O ex-tenista profissional Marcos Daniel, gaúcho de Passo Fundo, que chegou a ser o número 56 do ranking mundial em 2009, com nada menos que 14 torneios challengers conquistados, está vendo de perto mais uma edição do Banana Bowl, desta vez em uma nova função. Ele acompanha seu filho, Davi, que disputa pela primeira vez o torneio, na categoria 10 anos. “É uma novidade para ambos. Joguei meu primeiro torneio na categoria 14 anos. Ele, com 9, já está na quadra. Desde cedo sentindo o gosto da competição”, afirma.

Porém, Marcos Daniel não quer colocar pressão em cima do filho. “Quero que ele aproveite bastante esta fase. Tem que curtir, se divertir, ter prazer de entrar em quadra. Ajudo um pouco nos treinos. Se depois for algo mais sério podemos ver o que vai acontecer. Mas vamos deixar isto para o futuro”, comenta. Davi Daniel ganhou suas duas partidas iniciais e neste sábado joga as semifinais. Sobre a realização do Banana Bowl pela primeira vez no Rio Grande do Sul, Marcos Daniel disse estar satisfeito com o que viu. “O Estado, principalmente Caxias do Sul, tem muita tradição no esporte. O clube conta com uma estrutura fantástica, impecável. É um orgulho para nós, gaúchos. Estou achando um excelente trabalho de todos da organização”, elogiou.

O Banana Bowl é o mais tradicional torneio da América do Sul. Em Caxias do Sul são realizadas as categorias dos 8 aos 16 anos. Os 18 anos acontece na Sociedade Recreativa Mampituba, em Criciúma. O evento tem a realização da Federação Gaúcha de Tênis e do Recreio da Juventude, com patrocínio de CBT Correios, Unimed Nordeste-RS, Bitcom e Perfil Imóveis. O apoio é de Rivatti Móveis, Roal Indústria Metalúrgica, Pedrinho Sports e Serra Cargo - Logística Inteligente. A supervisão é da ITF, Cosat, CBT e FGT. A bola oficial é a Tretorn e a hospedagem oficial é do hotel Personal Royal. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.bananabowl.com.br . Nas mídias sociais, curta Facebook.com/bananabowl e siga Twitter.com/bananabowl.

Em 10/02/2017
De Zotti – Assessoria de Imprensa
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Merci, Guga (Revista Tênis de 2008)

ROLAND GARROS 2008 NEM COMEÇOU, o qualifying ainda está nas primeiras rodadas. De repente, ao passar pela entrada da Philippe Chatrier ouve-se um grunhido abafado, mas familiar. As poucas pessoas que se aventuram pelo torneio nestes dias resolvem observar quem está na quadra central do complexo. Logo um pequeno público assiste ao último treino de Gustavo Kuerten no local que o consagrou anos antes.

#R#

Fotos: Arnaldo Grizzo

Guga está sorridente, como sempre. Entrar naquela quadra não é novidade para ele. Bater bola então, nem se fale. Para quem já passou por tanta coisa lá dentro, ele tira isso de letra. Um alongamento rápido e Larri Passos está soltando bolas para o pupilo. O "cavalo", como o técnico gosta de se referir a Guga, solta algumas pancadas. Alguns amigos aparecem, fazem brincadeiras e vão embora. O treino é leve. O catarinense, acompanhado da mãe, Alice, e irmão, Rafael, chegou há pouco à Paris. Terminada a sessão, começa uma de autógrafos e entrevistas ali mesmo. As palavras se misturam com os sorrisos. A quadra central o veria mais uma última vez, porém, certamente, lotada. O adversário perfeito para a despedida? Nadal. "A gente nunca se enfrentou e acho que seria bem interessante jogar contra ele. Seria um duelo de tricampeões de Roland Garros e também um duelo de gerações", arriscou Guga.

Dias depois, a tarefa hercúlea de encarar o espanhol ficaria para um brasileiro, mas não Kuerten. O catarinense enfrentaria o francês Paul Henri Mathieu, 18º cabeça-de-chave, logo no domingo e, obviamente, na Philippe Chatrier. Mas, enquanto a derradeira partida não chegava, Guga era homenageado na imprensa internacional com inúmeros perfis. Mas, o brasileiro não é unanimidade e o L'Equipe, principal diário esportivo francês, fez uma crítica ferrenha quanto à sua participação no torneio. "Patético" e "fora de propósito" foram as expressões usadas.

RESPOSTA EM QUADRA

No domingo, 25 de maio, um batalhão de brasileiros surgiu em Roland Garros. O verde e amarelo das bandeiras pipocava pelos cantos e, quando não, surgiam os que preferiam vestir a camisa de seu clube. Uma parte da torcida do Avaí, time de Guga, e do Figueirense estava presente. Rivalidades estaduais à parte, o que a galera queria era curtir os últimos momentos do ídolo.

Precisamente às 14h45, Kuerten entrava em quadra. "Quando entrei para o meu jogo, estava a galera toda no vestiário batendo palma, desde os caras top até os jogadores do quali, fiquei emocionado para caramba", revelou o catarinense. Já pisando no saibro da Philippe Chatrier, ele - com um uniforme similar ao usado em 1997 - também ouviu uma primeira ovação ao anunciarem seu nome. Mathieu entrou em seguida e também recebeu algum incentivo de seus compatriotas.

#Q#

A partida começa e Guga não faz feio como os mais pessimistas previam. Longe disso, conseguiu boas jogadas, com saques potentes, direitas dominadoras, belas esquerdas na paralela, drop-shots desconcertantes, enfim, todo o arsenal que ele nunca deixou de possuir. No entanto, isso não é suficiente para que ele vença ou ameace realmente o francês, pois a dor o limita demais. Mesmo assim, a torcida, que contava com todo o staff de Kuerten, família e até o presidente da CBT, gritou insistentemente o nome dele. Era "Gugá", para cá. "Allez, Gugá", para lá. Quando não um mais entusiasmado e otimista: "Acredita Guga. você é melhor que ele".

Ella Ling/RCA Productions


#Q#

De outro lado, ouviam-se também alguns tímidos "Allez, Paulo" de crianças que provavelmente não viram as vitórias do brasileiro ali e não entendiam a importância exata daquele jogo. Na virada de 5/2 no terceiro set, a torcida não se conteve mais. O nome de Guga ecoou alto e logo uma ola infindável tomou conta do estádio. O público queria prorrogar os últimos instantes do ídolo. "(Naquele momento) Se pudesse gritar 'Guga', gritaria. Ele é um jogador extraordinário, uma lenda do tênis. Ele ganhou Roland Garros por três vezes. Fez história. É fabuloso", revelou Mathieu após a partida.

TROFÉU

Finalizado o jogo - após uma deixadinha na rede, que em outras épocas seria vencedora -, Guga sorriu, como em uma vitória. Sentou na cadeira, colocou a toalha na cabeça e deixou a emoção fluir, como ao superar uma dura batalha. Logo, o presidente da federação francesa de tênis, Christian Bîmes presenteou o brasileiro com um troféu - com todas as camadas de uma quadra de saibro -, como ao vencedor de um título. Em seguida, como de praxe para todos os campeões, Kuerten tomou o microfone e fez um discurso.

Em um francês incompreensível - mas valeu pela tentativa -, Guga agradeceu. Agradeceu a França, Paris e, em especial, aquele torneio que o consagrou. As poucas palavras decifradas diziam: "Roland Garros é minha paixão, meu amor, minha vida". Os aplausos seguiram sua derradeira saída da quadra central.

Ella Ling/RCA Productions

Na coletiva, novos sorrisos. Foi tudo como ele planejou? "Acho que saiu de acordo com o que a gente estava buscando. Só a gente sabe o quanto foi intenso o dia-a-dia e acho que a recompensa veio muito maior. Hoje fiz de tudo na quadra e era essa sensação que estava buscando. Ter novamente esse feeling dentro de Roland Garros, isso vai continuar me dando um sentimento de conquista, de vitória", afirmou um Guga que, mesmo na despedida, fazia questão de ser competitivo. "Se eu tivesse um pouco mais de condições físicas, ia estar aí nas cabeças. E hoje essa resposta está mais clara do que nunca", animou-se. Um desejo: "Jogar mais um game para eu ganhar o último ponto", riu.

Como Kuerten quer ser lembrado? "Não me preocupo tanto assim com isso, mas acho que as pessoas vão lembrar muito mais de uma coisa que eu nunca fiz questão de mostrar, mas ficava muito explicito, que é a vontade, o prazer, o que significava para mim o tênis. Acho que isso acabou contagiando as pessoas, ficou marcado. Dessa forma consegui inspirar bastante gente. No Brasil, não tenho dúvida de que inúmeras pessoas se influenciaram pela maneira que eu jogo, mas também pela maneira que eu encarava o jogo", contou.

#Q#

No entanto, apesar da modéstia, Guga sabe que será lembrado como o garoto que revolucionou o tênis no saibro. Quando a lentidão da terra barrava os tenistas clássicos de saque-e-voleio e consagrava os que dominavam o pesado topspin de fundo e devolviam sempre uma bola a mais, um magricela brasileiro ousou dominar os pontos com seu forehand e destruir qualquer resistência com seu backhand paralelo, buscando winners ao invés de esperar pelo erro do adversário.

Arnaldo Grizzo

Seus golpes poderosos, aliados a saques devastadores e deixadinhas inusitadas, mudaram a maneira de jogar na terra batida e deixaram tenistas como Thomas Muster, Sergi Bruguera, Alex Corretja, Juan Carlos Ferrero, entre outros especialistas no saibro, aturdidos em quadra.

No fim da coletiva, Larri surgiu e, com lágrimas nos olhos, presenteou seu pupilo com um pouco do saibro da Philippe Chatrier. "Essa é a terra onde ele ganhou os três títulos", pranteou o treinador. Qual a melhor memória de Roland Garros? Para Guga, e provavelmente para a maioria dos que presenciaram, a quadra central ficará marcada eternamente com o coração por ele desenhado.

ELOGIOS

Guga emocionou e outro tricampeão de Roland Garros, o sueco Mats Wilander, escreveu, no mesmo jornal que tinha publicado as mais duras críticas ao brasileiro, um texto em sua homenagem: "Guga em Roland Garros é um monumento. Diria que ao lado de Yannick Noah é o mais querido jogador do torneio. Ao ver Guga na central, ao observar sua paralela de esquerda, tive a dimensão da magia de seu jogo e como revolucionou o esporte com a sua maneira de jogar no saibro. Percebi que todos estavam emocionados, pois sabiam o que estava sendo perdido".

Alguns dos principais tenistas da atualidade também homenagearam Kuerten. "Ele está sempre sorrindo, sempre positivo e é uma pessoa fantástica. Ele deixou a melhor impressão possível em mim. Nas duas vezes em que treinei com ele, fui bem nos torneios. Acho que ele é meu talismã. Sempre foi um prazer vê-lo jogar no saibro e todos sentirão sua falta", contou Novak Djokovic.

Arnaldo Grizzo

"Ele sempre será lembrado como um excelente tenista, número um do mundo e tricampeão de Roland Garros. Foi um prazer assisti-lo na televisão quando estava crescendo, além de eventualmente treinar com ele e estar no mesmo vestiário", disse Rafael Nadal. E não podia faltar Roger Federer: "Sou um grande fã de Guga. Ele é uma das grandes personalidades que você não quer ver se aposentando, como Pat Rafter. Tem sido triste vê-lo sofrer com as contusões, mas apreciamos alguns grandes jogos e estou certo que nossos caminhos vão se cruzar novamente".

Dias depois, Kuerten ainda jogou uma dupla, ao lado de Sebastian Grosjean. A platéia lotou a pequena quadra três. Em Paris, por fim, o catarinense promoveu uma badalada festa para os amigos, em uma famosa discoteca, vIP Room, na charmosa avenida ChampsÉlysées, a poucos metros do Arco do Triunfo. Em outros tempos, Napoleão teria mandado gravar o nome de Guga no monumento.

#Q#

Ano a ano


10 de setembro - nasce Gustavo Kuerten, em Florianópolis, Santa Catarina, segundo filho de Aldo e Alice.

arquivo pessoal


Guga começa a jogar tênis no clube Astel (posteriormente também no Lagoa Iate Clube) de Florianópolis. Tempos depois ingressa na equipe de treinamento de Carlos Alves.


24 de maio - Morre Aldo Kuerten, aos 41 anos, vítima de um ataque cardíaco enquanto arbitrava uma partida juvenil em Curitiba.


Com 14 anos, Guga inicia trabalho com Larri Parros, que se tornaria seu treinador pelos próximos 15 anos. O menino vence nove torneios no ano.


18 de janeiro - Campeão da etapa da Colômbia no Cosat
1º de março - vice do Cosat do Uruguai.
10 de abril - Primeiro torneio profissional. Como convidado, disputa torneio profissional pela primeira vez. Fura o quali do satélite de Mendoza (ARG), mas cai na estréia diante de Gustavo Diaz (ARG) por 2/6, 6/1 e 7/5.
26 de abril A primeira vitória profissional. Entra como lucky loser em satélite argentino e vence Jose Rafael Godoy (ARG), por duplo 6/4. Perde na seqüência.
17 de maio - Primeira aparição no ranking profissional em 847º lugar.
31 de maio - volta aos torneios juvenis. Embalado após vencer o Astrid Bowl, na Gira Européia, cai nas quartas-de-final de Roland Garros juvenil.
12 de julho - Primeira participação em Challenger. De volta ao Brasil, ganha wild card para o challenger de Campinas e perde por 6/3 e 6/1 de Roberto Jabali.
17 de agosto - Disputa três etapas satélites em Parana, Argentina, e chega à semifinal na primeira e na última.
29 de novembro - volta aos torneios juvenis. É semifinalista na Yucatan Cup, no México, semifinalista no Eddie Herr, e perde nas oitavas-de-final do Orange Bowl.


Começa o ano em 670º na ATP e 8º de simples e 5º em duplas como juvenil.
10 de janeiro - vence etapa venezuelana do Cosat e depois segue para a disputa de satélites em Portugal e no México.
2 de maio Primeiro título profissional em duplas. Gustavo Kuerten é campeão de satélite português em Cascais, com australiano Glen Eaton.
9 de maio - Primeiro título profissional em simples.
Ainda em Cascais, Portugal, venceu os cinco jogos sem perder set.
29 de maio - Guga e Lapentti são campeões juvenis de duplas em Roland Garros. Um mês depois, também chegam à semi de Wimbledon.
25 de julho - Segundo título. Desta vez satélite colombiano, em Bogotá.
5 de setembro - Primeira vitória em Challenger. Em Natal, vence Alexandre Hocevar por 4/6, 7/6 e 6/3, mas perde em seguida para Jaime Oncins.
3 de outubro - Guga vence a Copa Gerdau, em Porto Alegre, em simples e duplas.
18 de dezembro - Como juvenil, fica com o vice de simples (perde para Lapentti) e duplas do Orange Bowl, nos Estados Unidos. Guga foi número 3 do ranking juvenil da ITF em simples e 2 em duplas no ano.


Guga começa sua primeira temporada profissional no 374º lugar do ranking da ATP. Ele terminou a carreira juvenil em sexto no ranking de simples da ITF e quarto em duplas.
3 de junho - Sem grandes resultados nos primeiros cinco meses, Guga passa o qualifying do Challenger de Medelín, Colômbia, e chega à final pela primeira vez na carreira, mas é derrotado por Jerome Golmard (FRA).
9 de outubro - Com duas quartas-de-final e duas semifinais em Challengers, Guga alcança o top 200 pela primeira vez, na 192º posição.


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Em seu segundo ano profissional, ele começa como 190º colocado na ATP.
5 de abril - Após tentativas frustradas de passar o quali de torneios ATP, Guga faz sua estréia na Copa Davis, em Santos, no confronto diante da venezuela. vence os dois primeiros jogos defendendo o Brasil, contra Nicolas Pereira e Jimy Szymanski.
29 de abril - Primeira vitória em ATP.
Após ser vice no Challenger de Praga, República Tcheca, passa o quali do ATP na mesma cidade e vence Andrei Chesnokov (RUS), por 3/6, 7/5 e 7/5. Perde em seguida para Javier Sanchez (ESP).
27 de maio - Joga a chave principal de Roland Garros pela primeira vez. Guga passa o quali. Na estréia, pega o sul-africano Wayne Ferreira, número 11 do mundo na época, e perde por 6/4, 7/5 e 7/6(4).
26 de agosto - Primeira vez no top 100. Após boas campanhas em Challengers e alguns ATPs, Guga aparece em 93º lugar.
20 de setembro - Ajuda o Brasil a derrotar a áustria pela Copa Davis, com uma vitória épica sobre Markus Hpifl, 4/6, 3/6, 7/6(0), 7/6(5) e 6/1. Ao lado de Oncins, ele vencia as duplas contra Thomas Muster e Udo Plamberger, quando Muster resolveu abandonar o confronto. O Brasil voltava ao Grupo Mundial.
4 de novembro - Primeiro título ATP (duplas). Com Fernando Meligeni, ele vence o torneio de Santiago, Chile.
11 de novembro - Primeiro título de Challenger (em Campinas).


Guga começa a temporada em 87º lugar.
7 de fevereiro - Em Ribeirão Preto, Guga não evita a derrota na estréia do Grupo Mundial da Davis para os Estados Unidos. Perde para Malivai Washington e Jim Courier.
20 de março - Fecha a participação na temporada de quadras rápidas norte-americanas com as oitavas no Masters Series de Miami e Indian Wells.
05 de maio - Guga vai mal na temporada de saibro européia, com apenas duas vitórias em cinco torneios.
12 de maio - volta ao Brasil e vence o Challenger de Curitiba, último torneio antes de Roland Garros.
8 de junho - Primeiro título Roland Garros.

Arquivo pessoal


Na 66ª posição no ranking, Guga surpreende três ex-campeões do Grand Slam francês (Muster na 3ª rodada, Kafelinkov nas quartas e Bruguera na final) e se torna o primeiro brasileiro a vencer um Grand Slam desde Maria Ester Bueno, em 1966.
9 de junho - Depois do título, aparece na 15º posição do ranking. Na mesma semana, fica com o vice no ATP de Bologna.
4 de agosto - Primeira vez no top 10.
Após fazer final no Masters Series de Montreal, Guga aparece na 10º posição. Na semana seguinte, faz quartas no Masters Series de Cincinnati.
23 de setembro - Disputa a extinta Grand Slam Cup (com os 16 tenistas de melhor resultados nos Grand Slams do ano) e abandona na estréia contra o tcheco Petr Korda. Antes havia ajudado o Brasil vencer a Nova Zelândia pela repescagem da Davis.


Começa o ano de 1998 em 14º no ranking.
16 de fevereiro - Depois de um começo de ano ruim, é semifinalista no torneio de Memphis. Um mês depois vai às quartas do Masters Series de Miami.
3 de abril - Guga volta a defender o Brasil na Davis. Em casa, os brasileiros abrem 2 a 1, mas Kuerten perde para Corretja no quarto jogo e Meligeni para Moyá no quinto. Brasil na repescagem novamente.
11 de maio - Na temporada de saibro, faz oitavas em Monte Carlo, quartas em Hamburgo e semi em Roma.
25 de maio - Guga é surpreendido na segunda rodada de Roland Garros pelo novato Marat Safin. Com a derrota, cai da oitava para a 24ª posição no ranking.
26 de julho - vence em Stuttgart.
04 de outubro - Depois de decepcionar nas quadras rápidas dos EUA, é campeão em Mallorca. Antes, ajuda o Brasil a vencer a índia e voltar ao Grupo Mundial da Davis.


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Começa a temporada em 23º lugar.
8 de março - Após campanhas razoáveis, é semifinalista do Masters de Indian Wells.
2 de abril - Em exibição de gala, Guga vence seus dois jogos de simples (contra Corretja e Moyá) e a dupla ao lado de Oncins e anota uma incrível vitória para o Brasil diante da Espanha, em Lerida.
25 de abril - É campeão do Masters Series de Monte Carlo.
16 de maio - Campeão no Masters Series de Roma e, com isso, volta ao top 10.
24 de maio - Perde para Andrei Medvedev nas quartas-de-final de Roland Garros, após quatro boas vitórias.
21 de junho - Chega às quartas-de-final em Wimbledon pela primeira e única vez na carreira (perdeu para Agassi). Desde 1967, com Thomaz Koch, um brasileiro não ficava entre os oito finalistas.
30 de agosto - Faz quartas também no US Open. Desta vez seu algoz é o francês Cedric Pioline, em duelo inesquecível: 4/6, 7/6(6), 7/6(14) e 7/6(8).
27 de setembro - Disputa novamente a Grand Slam Cup e cai outra vez na estréia, agora diante de Greg Rusedski.
23 de novembro - Primeira vez na Masters Cup. Entre os oito do mundo, Guga se classifica para o Masters, vence Lapentti, mas cai diante de Agassi e Sampras na fase de grupos. Mesmo assim, termina ano no top 5.


Guga começa na quinta posição do ranking.
4 de fevereiro - Após começo de ano ruim, Guga ajuda Brasil a vencer a França pela Copa Davis.
5 de março - Campeão do ATP de Santiago.
2 de abril - Em um dos melhores torneios da sua carreira, bate Agassi, então líder do ranking, por 6/1 e 6/4 na semi do Masters Series de Miami, mas cai na final diante de Pete Sampras por 6/1, 6/7(2), 7/6(5) e 7/6(8).
7 de abril - vence Karol Kucera, mas perde para Dominik Hrbaty, nas quartas-de-final da Copa Davis, mas vê Meligeni colocar o Brasil na semifinal da competição pela terceira vez na história.
14 de maio - vice no Masters Series de Roma, ao ser superado por Magnus Norman.
21 de maio - Campeão do Masters Series de Hamburgo, ao derrotar Safin no tiebreak do quinto set.
11 de junho - Bicampeão de Roland Garros. Derrota Kafelnikov nas quartas, a jovem promessa espanhola Juan Carlos Ferrero na semi e Magnus Norman na final.
14 de julho - Australianos montam quadra de grama e Brasil perde de 5 a 0 na semifinal da Davis.
20 de agosto - Campeão do ATP de Indianápolis. Dias antes, lança o InstitutoGuga Kuerten para coordenar suas ações sociais.
19 de setembro - Chega às quartas-de-final da Olimpíada de Sydney. Perde para Kafelnikov.
03 de dezembro - Campeão da Masters Cup e número um do mundo. Na Masters Cup de Lisboa, derrotou Pete Sampras e Andre Agassi em seqüência e terminou o ano em primeiro do ranking - o primeiro latino-americano a conseguir tal proeza.


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Guga inicia a temporada como número um.
29 de janeiro - Perde o posto de número um para Safin após cair na segunda rodada do Aberto da Austrália.
4 de março - Conquista dois títulos em seguida: Buenos Aires e Acapulco. Pouco antes, ajudou o Brasil a vencer o Marrocos na Copa Davis.
6 de abril - Derrota Rafter nas quartas-definal da Copa Davis, em Florianópolis, mas perde nas duplas e para Hewitt e vê o Brasil ser eliminado em casa.
22 de abril - Campeão do Masters Series de Monte Carlo.
13 de maio - vice do Masters Series de Roma. Perde para Ferrero.
10 de junho - Tricampeão de Roland Garros.
TPL/Ron Angle
Sobrevive a match-point na famosa partida contra Michael Russell nas oitavas e bate Kafelnikov e Ferrero, antes de passar por Alex Corretja na final.
22 de julho - Campeão do ATP de Stuttgart.
12 de agosto - Campeão do Master Series de Cincinnati. Derrota em seqüência: Roddick (27º), Haas (16º), Ivanisevic (19º), Kafelnikov (6º), Henman (8º) e Rafter (7º). Na semana seguinte, é vice em Indianápolis.
10 de setembro - Depois de alcançar as quartas-de-final no US Open, Guga perde na estréia da primeira edição do Brasil Open para Flávio Saretta.
19 de novembro - Já sentindo dores, Guga vai mal no fim da temporada, perde todos os jogos na Masters Cup e vê Hewitt tomar seu posto de número um.


Começa ano em segundo lugar no ranking.
18 de fevereiro - Após de perder para Agustín Calleri na estréia de Buenos Aires, Guga resolve buscar tratamento para as dores.
26 de fevereiro - Primeira operação
Guga opera quadril em Nashville, Tennessee, com o médico Thomas Byrd, para reparar a cartilagem do fêmur.
29 de abril - volta com campanhas razoáveis na temporada de saibro européia.
27 de maio - Cai nas oitavas-de-final de Roland Garros diante do espanhol Albert Costa, que seria campeão. Sai do top 10.
15 de setembro - Campeão do Brasil open.
Fora do top 50 desde 97, foi campeão na Costa do Sauípe, derrotando Coria na final, com direto a match-point salvo.


Inicia o ano em 37º lugar.
11 de janeiro - Campeão do ATP de Auckland, na Nova Zelândia.7 de fevereiro - Guga perde para Jonas Bjorkman e Brasil não consegue passar pela Suécia. Era o começo da crise na Davis.
16 de março - Após semi em Buenos Aires e Acapulco, Guga vai a final de Indian Wells. Perde para Hewitt, mas volta ao top 15.
26 de maio - Após temporada de saibro irregular, chegou às oitavas em Roland Garros. Perdeu para Tommy Robredo.
19 de setembro - Sem bons resultados nas quadras rápidas (sua melhor participação foi a semifinal no Brasil Open), Guga perde jogo contra o canadense Daniel Nestor (mesmo marcando 47 aces) e o Brasil volta para o Zonal Americano após sete anos na elite.
20 de outubro - Campeão do ATP de St. Petersburgo, Rússia.


Guga começa temporada na 19º posição.
28 de fevereiro - Bicampeão do Brasil open.

Semanas após ser finalista em viña del Mar, Guga vence o Aberto do Brasil, em sua primeira edição no saibro, passando por duelos épicos, em especial a final contra Calleri.
24 de maio - Depois de poucos jogos disputados e quase nenhum bom resultado, Guga surpreende ao alcançar as quartas-de-final em Roland Garros. Na terceira rodada deu show no número um do mundo, Roger Federer, mas depois caiu diante de David Nalbandian.
30 de agosto - Depois de outra derrota decepcionante, desta vez para o dinamarquês Kristian Pless na estréia do US Open, Guga anuncia que o quadril ainda o incomoda e irá realizar mais alguns testes.
21 de setembro - Segunda operação. Desta vez em Pittsburgh, com Marc Philippon, pupilo de Thomas Byrd.


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Inicia o ano na 40º colocação.
4 de abril - Guga só volta à quadras em abril, no torneio de valência. venceu o belga Olivier Rochus na estréia, mas perdeu para o espanhol Alberto Martin em seqüência.
14 de março - Guga anuncia fim da parceria com Larri Passos.
2 de maio - Guga sai do top 100.
23 de maio - Depois de perder nas estréias de Monte Carlo e Roma e na segunda rodada em Hamburgo. Guga também cai também na estréia de Roland Garros, diante do limitado espanhol David Sanchez. Começa a trabalhar ao lado do argentino Hernan Gumy.
6 de junho - Guga sai do top 200.
15 de julho - Renovada a diretoria da CBT, Guga volta a defender o Brasil contra as Antilhas Holandesas, na terceira divisão da Davis - onde o time foi parar após o boicote dos principais tenistas em 2004.
23 de setembro - Sem bons resultados no ano, Guga disputa mais uma Davis e vence Marcel Felder na primeira partida contra o Uruguai fora de casa. O Brasil volta ao Grupo I Americano. Guga encerra temporada em que jogou apenas 16 partidas de simples.


Guga começa temporada em 292º.
20 de fevereiro - Após quase cinco meses sem jogar, Guga volta no Brasil Open, mas perde para André Ghem na estréia e afirma que ainda não está 100% recuperado.
2 de outubro - Guga não marca data para reestréia no circuito, mas anuncia que volta a trabalhar com Larri.
13 de novembro - Faz uma tentativa de retorno às quadras no Challenger de Assunção e perde para o austríaco Rainer Eitzinger. Foram somente duas partidas de simples no ano.


Inicia o ano em 1078º lugar.
12 de fevereiro - Depois de quatro derrotas consecutivas, Guga volta às vitórias contra o italiano Filippo volandri no Brasil Open, mas cai diante de Saretta em seqüência.
21 de março - Guga continua tentando voltar à forma, mas sem sucesso. Após apenas 12 jogos de simples e duas vitórias no ano, ele decide encerrar a temporada.
7 de novembro - Guilherme, irmão mais novo de Guga, falece.


Guga começa temporada em 679º.
15 de janeiro - Guga anuncia a aposentadoria em entrevista em São Paulo. Turnê de despedida começa no Brasil Open.
12 de fevereiro - o primeiro encontro do ídolo com a torcida após o anúncio, foi emocionante. Na Costa do Sauípe, Guga chorou antes e depois da partida de despedida contra o argentino Carlos Berlocq.
Alexandre Gajardoni
26 de março - Guga recebe homenagem da ATP no Masters Series de Miami, com grande festa.
14 de abril - Jogando em casa, Guga vence o colombiano Carlos Salamanca na estréia do Challenger de Florianópolis e faz a alegria dos conterrâneos.
20 de abril - Recebe convite para a disputa do Masters Series de Monte Carlo, perde para Ivan Ljubicic, mas ganha mais uma homenagem em quadra.
25 de maio - Diante de mais 14 mil pessoas na quadra central de Roland Garros, Guga perde para o francês Paul Henri Mathieu e encerra turnê de despedida. Dois dias depois, ainda joga dupla com o francês Sebastian Grosjean.


GUSTAVO KUERTEN

Nascimento
10/09/1976
em Florianópolis
Altura e peso
1,90m e 83 kg
Destro
Profissional desde 1995
Técnico: Larri Passos
Melhor ranking
1º em simples (04/12/2000)
38º em duplas (13/10/1997)
Vitórias e derrotas
358 - 195 em simples
108 - 95 em duplas
Títulos
20 em simples
8 em duplas
Prêmio na carreira
US$ 14,807,000

Arnaldo Grizzo

Perfil/Entrevista 

Artigo publicado nesta revista



Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/merci-guga_1047.html#ixzz4WvIXIa4E