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terça-feira, 29 de julho de 2014

CTSG - Etapa RJ - Caxias do Sul - Programacao

PRESTIGIE !!!!

Clique na imagem abaixo e consulte a programação e as chaves d a quinta etapa do Circuito de Tênis da Serra Gaucha, do Recreio da Juventude.

https://docs.google.com/spreadsheet/pub?key=0Ag0IdRm2NazkdFF1LWJlNUJ1NFZhNHRHZjhBQXh2OEE&output=html

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Como funcionam os rankings ATP e WTA?

Fonte: http://sportbucks.wordpress.com

     O tênis profissional é chancelado pela ATP (Association of Tennis Professionals – homens) e pela WTA (Women’s Tennis Association – mulheres) e, com exceção dos Grand Slams, todos os maiores torneios são de responsabilidade de ambas.

     Na tarefa de listar os melhores do mundo, as duas entidades apresentam uma metodologia bastante parecida. Entenda agora os critérios dessas organizações, os principais torneios em distribuição de pontos e as obrigações dos principais jogadores do mundo para com o circuito.

Circuito Masculino – ATP

ATP
     
     A distribuição de pontos nos torneios masculinos são feitos pela ATP – Associação de Tenistas Profissionais, em português. Com exceção dos Grand Slams (que funcionam por conta própria), a ATP organiza todos os maiores torneios, mas mesmo no caso dos Grand Slams, quem define a pontuação nos rankings não deixa de ser a ATP. Já os menores torneios são feitos pela ITF – Federação Internacional do Tênis -, mas também contam para o ranking de entradas da associação, funcionando para os tenistas menos conhecidos subirem em pontuação até serem capazes de participar do ATP World Tour propriamente dito.

     Os torneios são incluídos em diferentes níveis, que vão dos Grand Slams aos menores Futures – esses organizados pela ITF. Cada fase ganha sua pontuação dentro do torneio, que o tenista conquista quando perder naquela fase ou sendo campeão. Os torneios são disputados por 52 semanas, sendo que 18 resultados do jogador no ano – 19, caso se classifique para o ATP World Tour Finals ou ATP Challenger Tour Finals, explicados abaixo –  são somados para definir a classificação.

     Esses pontos são válidos até a mesma semana da próxima temporada. Por exemplo: se Rafael Nadal venceu Roland Garros 2013, conseguindo 2000 pontos, ao final de Roland Garros 2014 ele terá 2000 pontos descontados da sua pontuação. A única forma de manter esses pontos é vencendo o torneio novamente no outro ano, a chamada defesa de pontos. Caso seja apenas o finalista, serão descontados 800 pontos da sua pontuação, já que 2000 são descontados enquanto 1200 são os pontos ganhos pela final do torneio.

     Contudo, as regras de torneios que somam para os melhores 18 resultados são bem específicas, especialmente se o jogador fizer parte dos 30 primeiros do ranking. Vários torneios do circuito são obrigatórios para o jogador e, caso ele não jogue, a pontuação do torneio que ele não participar fica em zero e conta como um dos 18 resultados. Os torneios que entram para a pontuação do jogador são os seguintes:
  • Os quatro Grand Slams entram obrigatoriamente entre os 18 resultados;
  • Oito torneios Masters 1000 são obrigatórios e contam entre 18 resultados;
  • Os seis melhores resultados contados entre todos os torneios que valem pontos no ranking ATP (ATP 500, ATP 250, ATP Challenger Tour, Future Series e Jogos Olímpicos);
  • Se o jogador estiver entre os 30 melhores do mundo no início da temporada, ele é obrigado a participar de no mínimo 4 ATP 500, sendo que pelo menos um desses seja disputado após o US Open.
  • Para os jogadores de nível mais baixo, a cada torneio obrigatório que ele não teve chance de entrar devido ao baixo ranking e não passou pela chave principal, é adicionado um sétimo melhor resultado à sua pontuação. Se ele passar para a chave principal de um dos 12 torneios obrigatórios, vindo do qualifying*, como lucky loser** ou como convidado da organização, não é adicionado o sétimo melhor resultado, e a pontuação que ele obtiver nesse torneio será computada normalmente.
* Torneios de qualquer nível, independente do tamanho da chave (exceção do ATP World Tour Finals e ATP Challenger Tour Finals) têm torneios qualificatórios para jogadores que não têm pontuação suficiente para entrar na chave principal. Em um Grand Slam por exemplo (128 jogadores no total), os melhores 108 do ranking entram diretamente na chave principal enquanto o resto passa pelo torneio de qualificação. Esses jogos acontecem na semana que antecede o principal, com o objetivo de qualificar jogadores sem pontuação mas com potencial jogarem o torneio principal. Geralmente são compostos de três jogos, quem vencer os três está classificado para o campeonato principal.
** Lucky Loser é um jogador que perdeu na última rodada do qualifying e se classificou para a chave principal por motivos de desistência de qualquer participante do campeonato. O Lucky Loser é o “melhor perdedor” da fase de qualificação, sendo escolhido o melhor no ranking entre os perdedores da última rodada. É rara a ocorrência de mais de um por torneio, mas a ordem do ranking continua sendo fator para colocar outros jogadores na fase principal. Isso só pode acontecer antes de todos os jogadores participarem da primeira rodada.
Pontuação por Torneios
atp


* O nível do torneio não garante o mesmo número de jogadores. A pontuação entre parenteses aparece nessas situações. No caso dos Masters 1000, a chave deve ser maior que 56. Nos ATP 500 e ATP 250 o número normal só é substituído com chave maior que 32 jogadores.
** O “H” em alguns Challengers e Futures representam se o torneio tem alojamentos para os jogadores, ou seja, hospitalidade. Como visto na tabela, torneios que garantem hospitalidade distribuem mais pontos para o ranking de entradas.
*** A letra “X” demonstra que o torneio não tem a determinada rodada. Poucos torneios têm uma primeira fase com 128 jogadores, por isso o X está presente com recorrência na coluna.
ATP World Tour Finals e ATP Challenger Tour Finals
     O ATP World Tour Finals é um torneio de final de ano com os oito primeiros colocados em um ranking secundário da ATP, que leva em consideração as últimas 52 semanas do jogador. Como esse ranking que qualifica pro torneio só sai no inicio do que seria a  53ª semana do circuito, esse ranking acaba sendo anual, sem o sistema de defesa de pontos.
     O ATP Challenger Tour Finals segue uma forma parecida com o os Finals da categoria principal, com a diferença que os sete que mais pontuaram em torneios Challenger no ano participam. Para fechar o grupo, um jogador é chamado pela organização.
A fórmula do torneio é igual. Os principais jogadores do ano se dividem em dois grupos de quatro jogadores, se enfrentando entre os grupos. Dois jogadores de cada lado se classificam para semifinal, agora sim indo pro clássico sistema de eliminação. Por sua fórmula diferente, os torneios seguem essa pontuação:
ATP World Tour Finals - 200 pontos são garantidos por vitória na fase de grupo (três jogos) + 400 pontos pela vitória na semifinal + 500 pelo título. Dessa forma, o máximo de pontos que o campeão leva no torneio são 1500, mínimo de 1100. O finalista tem máximo de 1000, mínimo de 600, enquanto os semifinalistas tem máximo de 600 e mínimo de 200 pontos.
ATP Challenger Tour Finals - 15 pontos por cada vitória na fase de grupos + 30 por vitória na semifinal + 50 pela final. Assim, o máximo de pontos que o campeão leva é 125 pontos, mínimo de 95, enquanto o finalista tem máximo de 75 e mínimo de 45 pontos. Os semifinalistas podem chegar a 45 pontos, mínimo de 15.

Circuito Feminino – WTA

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     A WTA é a associação que regula o tênis profissional feminino, em conjunto com a ITF. Os maiores torneios, também com exceção dos Grand Slams como no masculino, são regulados pela WTA, que é responsável por classificar as tenistas em uma tabela. As semelhanças com a ATP são grandes, incluindo as 52 semanas de eventos e o sistema de defesa de pontos, sendo o último totalmente igual, em busca da regularidade anual dos profissionais.
Mas as diferenças começam já no sistema geral. As 52 semanas de torneios são mantidas, mas apenas 16 resultados são levados em consideração. Outra diferença no sistema é que os resultados dos Grand Slams e dos Premier Mandatory entram no ranking da tenista independente se ela participou ou não. Nesse caso, entra como um dos 16 resultados o zero. Contudo, a lista de obrigações é menor:
  • Quatro dos 16 resultados serão obrigatoriamente dos Grand Slams;
  • Quatro dos 16 resultados serão obrigatoriamente dos Premier Mandatory;
  • Para tenistas top 20, dois dos 16 resultados serão de Premier Five;
  • O resto dos torneios para fechar 16 podem ser selecionados entre todos os que valem pontos – Premier Five, Premier, WTA International, WTA 125K Series e torneios ITF.
  • Para aparecer nos rankings WTA é necessário ganhar pontos em no mínimo três torneios ou 10 pontos no ranking de entradas.
  • Para as oito melhores tenistas do mundo o WTA Championship, torneio de final de temporada, é obrigatório e conta como resultado em um dos 16 torneios.
Pontuação por Torneios
Clique para aumentar
* O nível do torneio não garante o tamanho igual das chaves. Em alguns casos, apenas o número de jogadoras no qualifying é modificada, como em alguns Premier Five e WTA Internationals. Dois dos quatro Premiers Mandatory e alguns Premier aumentam o número da chave principal.
** A letra “H” representa se o torneio tem ou não locais para os atletas. Campeonatos com hospitalidade levam benefícios na premiação e prestígio, além da modificação nos pontos.
*** A letra “X” mostra que nesses torneios não há a rodada marcada. Alguns torneios não tem terceira fase do qualifying enquanto poucos tem 1ª rodada com 128 tenistas.
WTA Tour Championship e WTA Tournament of Champions
Com formatos semelhantes ao da ATP, o Finals da WTA também reune os 8 melhores do ano em um único torneio. O projeto do Tournament of Champions têm sido mais ambicioso do que o mais próximo Challenger Tour Finals, da ATP. O torneio WTA reune os seis melhores jogadores do ano que ganharam pelo menos um torneio WTA e não estão entre os oito melhores do mundo, ou seja, não participam do Finals. Para fechar oito, dois jogadores são convidados pela organização.
Os formatos são iguais: dois grupos com quatro tenistas, dois se classificam para semifinais e finais. A pontuação dos torneios ficam assim:
WTA Tour Championship: 70 pontos por jogo na fase de grupos + 160 por vitória na fase de grupos + 360 pontos pela vitória na semifinal + 810 pontos por vitória na final. O máximo de pontos ganhos por uma tenista campeã é 1500.
WTA Tournament of Champions: 25 pontos por jogo na fase de grupos + 60 pontos por vitória na fase de grupos + 75 pontos por vitória na semifinal + 195 pontos pelo título. O máximo de pontos que um campeão leva é 375.

Conheça as lesões mais frequentes no tênis.

Fonte: #TenisBrasil



     O tênis é um esporte que requer concentração, coordenação, agilidade e habilidade específica, além de uma relação direta entre a performance e o condicionamento físico e potência. É considerado um dos mais técnicos e difíceis de ser aprendido e praticado.

     Após as seguidas vitórias de Gustavo Kuerten, no final da década de 90 e início deste século, o Brasil viveu o seu grande momento no esporte. Era frequente o nome do "Manezinho" estar presente nas rodas de conversas esportivas e cada vez mais o esporte ganhou espaço nos noticiários. Os três títulos de Roland Garros fizeram multiplicar exponencialmente o número de quadras e de praticantes do esporte no país. O "País do Futebol" era também o "País do Tênis".

     Com o aumento do número de praticantes, cresceu também o número de lesões. A grande maioria nos membros inferiores (podendo chegar a 67% das lesões), seguido pelos membros superiores (até 49%) e pelo tronco (até 21%). As lesões musculares são as mais frequentes durante os torneios e a entorse do tornozelo é o diagnóstico traumático mais comum. A epicondilite lateral é a mazela mais frequente nos membros superiores. Acima de 40% dos tenistas profissionais desistem de um torneio por ano devido a dor lombar.

1) Lesões por sobrecarga: Representam cerca de 2/3 do total de lesões, são mais comuns em iniciantes, especialmente pela prática e execução incorreta dos movimentos. Essas lesões podem resultar em queda do rendimento ou até afastamento da quadra e dos treinos por longos períodos.
As lesões podem ser divididas em dois grupos: 1) Lesões por sobrecarga e treinamento excessivo (overtraining); e 2) Lesões traumáticas, que geralmente ocorrem durante os jogos ou treinos como as lesões musculares e as entorses de tornozelo. É importante que todos os envolvidos no treinamento como técnicos, professores, preparadores físicos, pais e os próprios atletas tenham conhecimento das lesões mais frequentes e suas implicações para que seja possível um tratamento com qualidade.

- Ombro - A dor no ombro está presente em cerca de 4 a 17% dos praticantes do esporte. Com o aumento da exigência física e da velocidade do jogo, o saque se tornou um dos fundamentos mais importantes do tênis. Desta forma, a articulação do ombro vem sofrendo com micro-traumatismos constantes e uma consequente elevação no número de lesões. Dentre estas, as mais comumente observadas no dia a dia do esporte são: lesões labrais superiores anterior e posterior (SLAP lesion), lesão labral ântero-inferior, tendinopatias e lesões do manguito rotador e ainda as discinesias da escápula.
As lesões labrais superiores, também chamadas de SLAP lesion, são caracterizadas pela desinserção da porção superior do labrum da glenóide, que é o mesmo ponto de inserção do tendão da porção longa do bíceps braquial. Boa parte dessas lesões podem ser prevenidas com exercícios educativos de fortalecimento e treinamento funcional escápulo-torácico e gleno-umeral e após avaliação especializada de um cirurgião de ombro, inicialmente são de tratamento conservador. Nos casos refratários, devem ser corrigidos por cirurgia.

- Cotovelo - Lesão mais característica, mais frequente nos membros superiores e conhecida do tênis, as epicondilites laterais, também chamadas de "Tennis Elbow" (Cotovelo do tenista), onde ocorre uma inflamação e progressiva degeneração dos músculos extensores do punho, que se originam no epicôndilo lateral. Causada por uso excessivo dos músculos extensores e pronadores do punho. O movimento tradicional de backhand (especialmente com uma só mão) quando executado de forma incorreta ou com desaceleração brusca do movimento causam dor progressiva, na face externa do cotovelo e no antebraço, podendo irradiar até o punho. Acredita-se que o uso de anti-vibradores possa reduzir a incidência. É mais frequente em esportistas iniciantes. O tratamento inicial é conservador (sem cirurgia), com antiinflamatórios e fisioterapia especializada, que pode durar até 12 semanas. Por vezes, a infiltração local de corticóide ou o uso de Plasma Rico em Plaquetas (PRP) são opções. Nos casos refratários, o tratamento é cirúrgico. É sempre bom lembrar que cada caso é um caso e deve ser avaliado individualmente.

- Punho - Local comum de lesões neste esporte, variam das tendentes e tenossinovites até a temida Necrose Avascular do Semilunar (Doença de Kienbock). Não se sabe ao certo as causas da patologia, mas é mais frequente em homens, de forma unilateral e com Ulna Minus (onde o osso Ulna é menor que o Rádio, prejudicando a biomecânica do punho). Acredita-se que é uma espécie de fratura por estresse, que evoluiu para a necrose. Os atletas citam dor no punho e no antebraço. O diagnóstico é confirmado através de exames de imagem (R-X, Tomografia, Cintilografia e Ressonância Magnética) e é classificada através dos estágios de Lichtman. Geralmente são de tratamento cirúrgico e quando acomete o punho dominante, o prognóstico quanto a prática esportiva é sombrio. Outras medidas são apenas paliativas.

- Quadril - a velocidade do jogo aumentou muito. Correspondem de 1% a 27% de todas as lesões em tenistas. As raquetes ficaram melhores, os jogadores ficaram mais rápidos e mais fortes e isso fica comprovado pela velocidade dos saques. Com isso, o movimento de pernas foi substituído pela rotação do quadril. Até essa alteração ser descoberta e entendida, muitos atletas se lesionaram e carreiras promissoras ficaram pelo caminho. Foi o caso de Guga, Magnus Norman, Gastón Gaudio e Fernando Gonzalez, entre outros, que sofreram com o diagnóstico de Impacto-Fêmoro Acetabular e Lesão do Labrum Acetabular. Esse problema acontece por uma incongruência na articulação, especialmente nos movimentos extremos da amplitude. Com isso, grosseiramente falando, é como se existisse mais osso na bacia e no fêmur do que deveria ter. Passa a ocorrer o impacto e com ele, a lesão progressiva e irreversível. Os pacientes geralmente mencionam dor na região inguinal (raiz da coxa), com irradiação para a coxa e que piora durante e após as atividades físicas, e progressiva limitação e redução da mobilidade do quadril. O tratamento inicial é através de fisioterapia e orientação das atividades esportivas, com reforço muscular. Nos casos em que este tipo de tratamento não funciona, o reparo da lesão por Artroscopia Cirúrgica do Quadril estaria indicada.

- Joelho - Articulação mais complexa do corpo, devido ao número de estruturas nobres como os ligamentos e os meniscos, estes estão sujeitos a lesão nos casos de torção, que no tênis ocorrem principalmente nos casos de "contra-pé" e na aterrissagem de saltos, como no "smash". Mas estas não são as mais comuns e sim as relacionadas com a sobrecarga e o super-treinamento, especialmente na Articulação Patelo-Femoral e no Tendão Patelar. Tem aumentado muito a participação feminina neste esporte e, com isso, os casos de sobrecarga patelo-femoral, que se caracteriza pela dor na região anterior do joelho, por alterações biomecânicas. O tratamento consiste em fortalecer a musculatura da coxa, especialmente o quadríceps, e melhorar a flexibilidade da cadeia posterior (isquiotibiais e panturrilha).
Outra mazela frequente, também causada por sobrecarga, é a tendente patelar, também chamada de Jumper's Knee ou Joelho do Saltador. Está relacionada com atividades de salto e, no caso do tênis, com aceleração e desaceleração repetidas. Tem relação com encurtamento dos isquiotibiais. O tratamento cirúrgico é de exceção. Realizar análise biomecânia e biocinética pode elucidar onde está a fonte do problema.


2) Lesões Traumáticas:

- Lesões Musculares - como todo esporte que envolve aceleração e troca rápida de direção, no tênis as lesões musculares representam um problema aos atletas, especialmente durante os torneios, e respondem por grande parte dos abandonos dos atletas nas competições. À medida que progridem na chave, com o cansaço pelo acúmulo de jogos, elas começam a aparecer. Neste grupo, as lesões na panturrilha são muito frequentes. Lesão limitante, o atleta é incapaz de praticar o esporte por dor e limitação para corridas. O diagnóstico e a graduação da lesão são feitos por ressonância magnética. O tratamento depende do grau e o tempo de afastamento nos casos leves (Grau 1) é de cerca de 10 a 14 dias e nos moderados (Grau 2) de até 6 semanas.

- Entorse do tornozelo - É a mais frequente lesão específica deste esporte, representando boa parte dos abandonos dos atletas durante as competições. Por mais que exista, hoje em dia, programas rígidos de prevenção, propriocepção e estabilização do tornozelo, a lesão é especialmente frequente quando a atividade é praticada em quadras rápidas, de cimento ou piso de lisonda. Diferente do saibro, que permite que o atleta deslize até o momento de atacar a bola, se este movimento de deslizamento for feito, provavelmente o pé irá prender no solo, levando à torção do tornozelo. Pode ser dividida em 3 estágios: leve, moderado e grave. O tratamento inicial é com fisioterapia e visa o retorno às atividades o mais breve possível, baseado em redução do edema, reparo das estruturas lesionadas e fortalecimento dos tendões estabilizadores dinâmicos e exercícios de equilíbrio e propriocepção.

Recapitulando:
Tennis Leg é uma ruptura parcial da cabeça medial do gastrocnêmio (panturrilha) durante uma arrancada;
Tennis Toe é um hematoma subungueal causado pela compressão dos dedos dentro do tênis e ocorre mais comumente em quadras duras.
Tenis Elbow é a epicondilite lateral - cotovelo de tenista -, como já foi citado.

      Existem alguns fatores de risco que podem predispor a lesões relacionadas ao tênis, como o volume e intensidade do jogo (treinar 8 horas/semana aumenta o risco em relação aos que treinam 5,5 horas/semana). Quando analisamos a expertise, os atletas principiantes têm uma maior prevalência de lesões quando comparado aos profissionais. Os atletas com empunhadura tipo western têm um risco maior de desenvolver lesões nos tendões extensores do punho, enquanto os com empunhadura tipo eastern sobrecarregam tendões do polegar e flexores do punho. Os praticantes do esporte no piso tipo grama (como Wimbledon) ou saibro (Roland Garros) apresentam índices menores de lesões em relação aos torneios realizados em piso "duro" (Abertos da Austrália e dos Estados Unidos).
Algumas dicas: procure jogar com raquetes adequadas e não muito leve (menos do que 290 gramas). Utilize antivibrador. Flexione bem os joelhos para sacar e bater o backhand. Evite colocar tensão superior a 58 libras nas cordas. Raquetes com perfil largo reduzem a chance de desenvolver tennis elbow.

     Para tenistas não competitivos, treinamento físico inadequado e técnicas impróprias podem ser a causa de lesões. Embora a maioria das lesões neste esporte se dê por treino excessivo, a boa notícia é que tais lesões podem ser prevenidas com algumas mudanças nas rotinas técnicas e de treinamento.
Se tiver uma dor muito forte perto de articulações (especialmente joelho e tornozelo) que não apresente melhora num período de até 5 dias , vale a pena procurar um ortopedista, de preferência com experiência em Esportes. Pode ser que uma pequena lesão esteja acontecendo e o tratamento precoce pode evitar a complicação da lesão.

     O limite do nosso corpo, geralmente, a gente só conhece quando ultrapassamos ele, portanto, CUIDADO.


Referências Bibliográficas
Abrams GD, Renstrom PA, Safran MR. Epidemiology of musculoskeletal injury in the tennis player. Br J Sports Med. 2012 Jun;46(7):492-8.
Sell K, Hainline B, Yorio M, Kovacs M. Injury trend analysis from the US Open Tennis Championships between 1994 and 2009. Br J Sports Med. 2012 Aug.
British Journal of Sports Medicine. 40 (5), 454-459, 2006.


 
Dr. Rodrigo Góes é membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e especialista em cirurgia de joelho e medicina esportiva. Formado em 2002 pela Escola de Medicina Souza Marques, integrou o corpo médico do COB em 2012, nas Olimpíadas de Londres. Por 11 anos, fez parte do Depto. Médico do futebol amador do Fluminense e atualmente é responsável pela equipe Niterói Vôlei Clube e dos judocas do Instituto Reação, do medalhista olímpico Flávio Canto. É professor de Pós-Graduação na Universidade Veiga de Almeida e na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Site: www.rodrigogoes.com

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Vintage Tennis Posters







Jairo Garbi, especialista em equipamentos de tênis

Fonte: http://www.tennisreport.com.br


DSCN4283Jairo Garbi, também conhecido como "Jairo Raquetes" 
Ele já virou referência quando o assunto é equipamento de tênis. Há mais de vinte anos no mercado, Jairo Garbi encontrou no esporte a realização pessoal e também a profissional.
Hoje recebe clientes de todo o Brasil: amadores, jogadores profissionais e ex-tenistas nas duas lojas localizadas em São Paulo. 
E foi lá, na Tênis ProShop, que batemos um super papo com um dos maiores especialistas em raquetes do país. Confira!

Como você descobriu o mercado de equipamentos?
 Jairo - Trabalhei, por dez anos, numa fábrica que fazia as raquetes Procópio, Dornnay, Prince e Wilson, sediada na Zona Franca de Manaus. A fábrica fechou, foi vendida e eu fiquei perdido. Pensei que com uma loja eu poderia atingir meus objetivos pessoais e profissionais. E há 23 anos montei a Tênis ProShop no Shopping Eldorado, em São Paulo.

DSCN4299Tênis ProShop - Shopping Eldorado
Você sempre jogou tênis?
Jairo - Sempre joguei, mas quem me conhece sabe que eu sempre fui um jogador bastante medíocre (rs).
Existe uma raquete perfeita?
Jairo - Não. Uma pessoa que tem o primeiro saque muito chapado e forte diz que aquela raquete é a melhor do mundo pra isso. Então essa mesma raquete não pode ser perfeita para um saque com efeito. Ou se uma batida continental é ótima com uma raquete, não tem como a mesma ser perfeita para uma batida com muito spin. Existe a raquete perfeita para determinados golpes, mas nunca pra cem por cento deles.
Qual a diferença entre uma raquete com cabeça maior, tipo a Yonex, e uma com cabeça menor?
Jairo - A raquete com cabeça maior é a que todo tenista amador deveria usar. Nos Estados Unidos, a venda de raquetes oversize é maior do que as raquetes midsize ou midplus. Na América do Sul o número é absurdo: de cada dez raquetes vendidas, 9 são midsize. Além de serem mais fáceis para se ter um bom ponto de contato, as "cabeçudas" soltam mais a bola e geram menos vibração para o braço.
Há raquetes com mais peso no cabo, outras na cabeça e também as mais equilibradas. Qual a função de cada uma?
Jairo - As raquetes competitivas têm o peso e o equilíbrio dirigidos pro cabo, o que gera controle de bola. Já as que têm o peso concentrado na cabeça são as de perfil largo, longas, com poucas cordas e geram velocidade. Quando se tem muita potência, há menos controle e vice-versa.
O mercado esportivo está sempre cheio de novidades e lançamentos. Como saber a hora certa de trocar a raquete?
Jairo - Quando se é criança isso é muito fácil porque você vai evoluindo, crescendo e a raquete se torna incompatível em relação aos seus adversários. Por exemplo: um garoto cresceu um palmo em dois anos, os adversários também. A bola fica mais pesada. Se ele não tem uma raquete com um pouco mais de massa e no comprimento adequado, não consegue jogar. Na fase adulta, quando a pessoa já tem um estilo de jogo definido, não há essa necessidade. A não ser que o jogador tenha uma evolução muito acima da média ou tenha utilizado uma raquete errada. Então se ele tem um movimento de braço longo e usa uma raquete pra swing curto, que solta muito a bola, é natural uma queda no controle. Vai depender do estilo de jogo dele.
DSCN4294
Qual raquete, que tipo de corda e quantidade de libras você recomenda para um tenista iniciante?
Jairo - Corda de tripa sintética. Se a pessoa puder gastar um pouco mais, indico a multifilamento. São cordas que absorvem muito o impacto e colocam menos em risco o braço do jogador. A tensão depende de raquete pra raquete, mas hoje a tendência é não se usar alta tensão, inclusive entre os profissionais porque as cordas não afrouxam com tanta rapidez como antigamente, a perda de libras é menor e as máquinas eletrônicas são muito mais precisas.
A gente sabe que um tenista profissional carrega várias raquetes. E um amador, ou aquele que só bate uma bolinha no fim de semana, quantas raquetes deve ter?
Jairo - O ideal é o amador ter duas raquetes. Quebrou a corda? Coloca na raqueteira, joga com a outra e depois vai pra casa. A não ser que jogue torneios e aí a corda pode deixar o tenista na mão. A dica é ter duas raquetes com tensões diferentes. Num dia o jogo é na quadra rápida, no outro é no saibro, mais lento, ou até mesmo na altitude. São variáveis que justificam o amador ter um par de raquetes.
Muitos clientes chegam às lojas e dizem: “eu quero a mesma raquete do Roger Federer!”. Sabemos que as raquetes utilizadas pelos profissionais são customizadas de acordo com as necessidades de cada um. O que difere a Wilson BLX de Roger Federer da Wilson BLX que você vende na loja? Como explicar isso ao cliente?
Jairo - É bem complicado, principalmente para os jovens, que querem a raquete dos ídolos e nem sempre isso é possível. As raquetes dos profissionais, em geral, são as mesmas que a gente encontra nas lojas. Só que o profissional precisa de um peso maior, um equilíbrio pessoal. É a chamada customização, feita exclusivamente para ele, que joga num nível avançado. O amador pode usar o mesmo modelo do profissional, que não é customizada, mas é mais pesada e exige muito do braço do jogador. A diferença é que o tenista amador joga duas ou três vezes na semana, já o profissional joga 4 horas por dia e faz preparação física. Então pra jogar com uma raquete de profissional tem que ter preparação senão vai ter uma “conta física pra pagar”.
A variedade de cordas é cada vez maior no mercado. Como escolher a ideal?
Jairo - O nylon é muito simples, a gente brinca que é nylon de pesca, mas atende a um grupo específico de jogadores: os que querem pagar pouco ou jovens iniciantes. Já a tripa natural é a melhor do mercado, mas tem um preço elevado e a durabilidade é pequena. Se eu pudesse dividir todas em dois grupos diria que todo amador deve usar cordas de multifilamento e todo profissional deve usar cordas de copolímeros.
DSCN4287
Quais as vantagens de um encordoamento híbrido?
Jairo - O híbrido tem várias funções, mas a principal é otimizar a durabilidade sem tirar totalmente o conforto. Quando o jogador usa a multifilamento e quebra muitas cordas, sugerimos o híbrido: multifilamento nas transversais + copolímero nas verticais, que são as que quebram com mais facilidade. Só pra citar como exemplo, Roger Federer usa encordoamento híbrido.
Qual a diferença entre o encordoamento feito numa máquina eletrônica e o feito numa máquina manual?
Jairo - A diferença é brutal. As manuais desregulam com muita facilidade. Se forem encordoadas duas ou três raquetes na sequência, a primeira será totalmente diferente da última. Já as eletrônicas são autoreguláveis e o encordoamento é indêntico para todas.
DSCN4292Serviço de encordoamento na Tênis ProShop
Outro detalhe muito importante é a empunhadura, que varia muito de pessoa pra pessoa. Como saber o tamanho correto?
Jairo - As boas lojas têm um medidor de mão, o que facilita bastante na hora da compra. É como calçar um tênis: é o seu pé que está lá dentro, então é você quem tem que dizer se está confortável ou não. Mesmo utilizando o medidor, é preciso empunhar a raquete e obervar um regra básica: medir a distância entre o terceiro dedo e a bochecha do dedão, que deve ser de um dedo entre eles. Esse é o tamanho correto.
Como escolher o overgrip?
Jairo - Existem dois tipos de overgrip: o que te dá mais absorção e o que te dá mais aderência. Se você transpira muito, escolha os porosos que vão absorver mais o suor. Caso contrário, prefira os de aderência.
O leather grip ainda é usado por alguns profissionais, mas é difícil de ser encontrado no mercado. Pra que ele é indicado?
Jairo - O grip de couro tem uma grande vantagem: ele marca as arestas da raquete e, assim, é mais fácil encontrar a empunhadura durante o jogo. Você troca e identifica a empunhadura muito mais rápido do que se tiver um cabo arredondado ou com as arestas pouco acentuadas.
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Antivibradores são realmente necessários? Por que alguns jogadores usam e outros não?
Jairo - É pessoal. Eu não consigo jogar sem antivibrador. Meus filhos, quando pegam minhas raquetes, a primeira coisa que fazem é tirar os antivibradores. A função deles é reduzir a quantidade de vibrações que a raquete passa pro seu braço, diminuir os ruídos, a sensibilidade. Sempre indico o antivibrador para as raquetes de alumínio, de fibra de vidro e até de fibra de carbono. Para quem compra uma raquete profissional já se pressupõe que o jogador tem ou não o hábito de usar o acessório.
Qual o tempo de vida útil das bolas de tênis? Existe muita diferença de qualidade entre as marcas fabricantes?
Jairo - Existe muita diferença entre bolas. A quantidade de lã que você tem no feltro de uma bola, muitas vezes indica a qualidade dela. Quanto mais sintética, mais rapidamente ela se desgasta. Quanto mais lã tiver, mais tempo a bola vai durar. Além do feltro, há o problema da pressurização, da construção do miolo. Alguns são feitos com grupos de borrachas A, B e C. As bolas Championship são as mais simples, duram pouco, mesmo se não forem usadas. Quando usadas, elas já ficam carecas em 3 ou 4 sets. Já uma bola de primeira linha custa mais, porém é economicamente mais viável pois absorve mais o impacto e tem maior durabilidade. 
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A maioria dos equipamentos tem excelente qualidade e por isso um custo elevado. Como otimizar ao máximo a vida útil da raquete, do grip, do calçado?
 Jairo - Todos os produtos do mercado de tênis são importados, então estamos muito ligados à cotação do dólar e aos impostos. Pra otimizar é preciso saber escolher os produtos e não comprar errado. Por isso procure um profissional da área pra te orientar. Hoje existem raquetes intermediárias com bom preço que são suficientes mesmo para jogadores avançados. Os acessórios são baratos: cordas, grips, cushion grips, antivibradores. O calçado é caro, mas é difícil otimizar porque tênis ruim prejudica muito a postura física do jogador. Pode economizar na raquete, mas não economize no tênis porque o calçado faz toda a diferença.
 No tênis todo cuidado é pouco. Quais os possíveis problemas que um jogador pode ter se não escolher os equipamentos corretos?
Jairo - A raquete deve ser adequada ao jogador, caso contrário pode gerar incômodos no ombro e no cotovelo, o chamado tennis elbow. O calçado correto é fundamental para proteger joelhos, tornozelos, lombar, cervical.
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É importante a comunicação entre professores de tênis e lojistas para que o aluno faça a compra certa e tenha um bom desempenho em quadra?
Jairo - Muitos professores orientam os alunos e isso pra nós, comerciantes, ajuda muito. Afinal é o professor quem tem a verdadeira leitura do estilo de jogo do aluno e de sua vontade de evoluir ou não. São informações importantes que evitam muitas compras erradas.
Quais as dificuldades e os desafios do mercado de tênis no Brasil? Qual a sua avaliação de uns anos pra cá?
Jairo - A gente teve um “efeito Guga” gigante, aproveitamos pouco, ficou um legado mas não tão importante como esperávamos. A sazonalidade do esporte é muito grande e isso dificulta um trabalho a médio e longo prazos. Hoje o mercado está absolutamente estável, infelizmente não cresceu e não vejo muitos incentivos pra isso. As Federações e a Confederação realizam algumas ações e isso pode ajudar o mercado no futuro. Mas, se olharmos pra trás, não vejo um aumento no número de praticantes.
Mesmo com a popularização do esporte no Brasil? Temos recebido mais torneios nos últimos anos.
Jairo - Isso tem ajudado muito, mas os números ainda são ruins. Principalmente com o fechamento das academias de tênis. Num raio de dez quilômetros de onde estamos, cerca de doze academias fecharam as portas e foram vendidas para a construção de empreendimentos imobiliários nos últimos três anos.
Tênis é um investimento que vale a pena?
Jairo - Sem dúvida. Sou praticante há quase cinquenta anos e em casa todos jogam. É um meio esportivo, social e também profissional. Muitas coisas boas acontecem numa quadra de tênis.
 
Mais informações: 
 www.tenisproshop.com.br / www.facebook.com/tenisproshop / Twitter: @JairoRaquetes 

segunda-feira, 14 de julho de 2014

As 12 vantagens e benefícios da prática do tênis



  1. Proporcionar o desenvolvimento social, atividades de lazer e qualidade de vida;
  2. Possibilitar o aumento de confiança e autoestima;
  3. Contribuir para a autorealização do potencial intelectual e emocional;
  4. Promover a saúde dos jogadores, trabalhando o sistema cardiorespiratório e reduzindo os riscos de ataques cardíacos e outras doenças vasculares;
  5. Descobrir novos talentos, apoiando a participação em jogos amigáveis e torneios;
  6. Promover a ocupação saudável dos tempos livres dos jovens e adultos;
  7. Atividade física completa, porque durante a jogo ou o treino, o tenista trabalha todo o corpo e a força muscular (exige um grande esforço das pernas para se locomover, do abdómen para sustentação e dos braços, ombros e costas para os movimentos com a raquete);
  8. Possibilitar elevado gasto calórico para quem quer perder peso. Uma hora de treino pode queimar entre 200 e 500 calorias, dependendo do nível do tenista;
  9. Ajuda na prevenção da osteoporose;
  10. Auxilia no bem-estar físico e mental, diminuindo a ansiedade, o stress e a depressão;
  11. Trata-se de uma atividade bastante intensa e que exige rápidos movimentos, melhorando a coordenação motora e os reflexos de quem a pratica;
  12. Não há contra indicações, qualquer pessoa de qualquer idade pode jogar tênis, desde que respeite os seus limites.
FONTE: tenisminho.blogspot.com
 

CTSG - Etapa Recreio da Juventude

Estão abertas as inscrições para a 5ª etapa do Circuito de Tênis da Serra Gaúcha no site do departamento de tênis do Recreio da Juventude em www.rankingrj.wix.com/2014​ .

As informações sobre o torneio podem ser encontradas nesse Link.



O Recreio da Juventude é pioneiro na prática deste esporte em Caxias do Sul. O Departamento de Tênis, portanto, é um dos mais tradicionais do clube, e conta com uma estrutura física e humana privilegiada para o treinamento e formação de atletas.
O clube possui doze quadras de tênis, sendo nove quadras de saibro, uma quadra barracourt (ou rápida) e cinco quadras cobertas.



segunda-feira, 7 de julho de 2014

1º lote de ingressos para Copa Davis está à venda

Fonte: http://tenisnews.band.uol.com.br



A Confederação Brasileira de Tênis, a CBT, acaba de iniciar o processo de vendas dos ingressos para o confronto de playoffs entre Brasil e Espanha, que será realizado entre 12 e 14 de setembro no Ginásio do Ibirapuera em São Paulo. Os ingressos estarão a vendas apenas pela internet

A principio, apenas os ingressos do Anel Superior estão à venda em um pacote que inclui entradas para os três dias de disputa. O valor promocional é de R$ 250 pelos três dias e a cobrança de uma taxa de conveniência, prática comum nesse tipo de venda, de R$ 37,50.

Os ingressos serão vendidos entre 7 e 13 de julho com valor promocional de R$ 250 (mais de 50% de desconto no valor de R$ 550) e são válidos para os três dias de confronto.
Programação:12/9 - sexta-feira - 16h (de Brasília): Duas partidas de simples
13/9 - sábado - 15h (de Brasília): Uma partida de duplas
14/9 - domingo - 14h (de BrasíliaDuas partidas de simples

Clique aqui para comprar os seus ingressos.

Os ingressos avulsos para cada data serão vendidos apenas nas bilheterias do Ginásio do Ibirapuera na semana do evento e terão disponibilidade conforme a lotação do local e venda dos pacotes para todos os dias.

Os ingressos de meia entrada respeitam a legislação vigente e atende a estudantes e aposentados que comprovarem documentalmente esse direito e crianças com 12 anos ou menos não poderão assistir a competição sem estarem acompanhadas de responsáveis.

A disputa por um lugar no Grupo Mundial do maior torneio entre países do tênis masculino será muito grande. A Espanha, capitaneada pelo ex-número um do mundo Carlos Moyá, tem a promessa de vir com seus melhores jogadores. Rafael Nadal, vice-líder do ranking já confirmou sua presença caso esteja bem fisicamente. Pelo lado do Brasil, Thomaz Bellucci, o segundo melhor ranking da história do país, tenta ressurgir no circuito acompanhado de uma das melhores duplas do mundo, formada por Bruno Soares e Marcelo Melo.

terça-feira, 1 de julho de 2014

#betterer

Fonte: Tennisnow

Vídeo sobre a nova raquete do Federer...

#Betterer



Roger Federer's dark black secret is out of the bag. Wilson Tennis announced today in a press release that they will release a new Wilson Pro Staff line of racquets after collaborating with Federer for the last three years.

According to the press release:

For months Roger Federer’s stealthy, matte black racket has been the source of conjecture and debate amongst tennis fans. Wins in Dubai and Halle, along with several finals appearances amplified the buzz surrounding his new secret weapon. After three years of development and dozens of prototypes, Roger Federer and Wilson officially announced the new Wilson Pro Staff line of rackets, which they collaborated in developing.
The new Wilson Pro Staff RF 97 Autograph* delivers the precise feel Federer demands with a larger sweet spot and more power in comparison to the Wilson rackets he has used throughout his storied career. The Wilson Pro Staff line will feature rackets suited for a variety of attack-style players: from avid players to youth striving to improve their game. The Wilson Pro Staff rackets provide more power without compromising the classic feel long associated with the Pro Staff line. The final graphics package will be unveiled closer to the projected October 1, 2014 in-store date.

According to the press release, Federer’s version of the racquet has a 97-inch Sq. headsize and a weight of 300 grams (12 ounces). The biggest change from Federer’s previous Pro Staff is the headsize, which has increased from a 90-inch Sq headsize to 97, and the beam width, which has increased from 17.5 mm to 21.5.

“I grew up idolizing the legends of the game, so it was natural for me to play with Wilson Pro Staff 85-inch rackets,” said Federer. “I love the feel a smaller head provides, and larger rackets couldn’t deliver the feedback I needed to be successful. This new Wilson Pro Staff racket has been a long time coming, but I finally have the feel I need in a 97-inch head.” - See more at: http://www.tennisnow.com/Blogs/NET-POSTS/June-2014/Video-Federer%E2%80%99s-New-Racquet-Set-to-Hit-Stores-in.aspx#sthash.QtqJNizM.dpuf


domingo, 29 de junho de 2014

Spidercam: tecnologia de cinema na quadra de tênis

Fonte: http://www.tennisreport.com.br

spidercam usopenArthur Ashe Stadium - US Open (Foto: sportblic.rs)


     Qual a primeira imagem que lhe vem à cabeça quando o assunto é uma partida de tênis pela telinha? Uma câmera fixa com a quadra na posição vertical?

     Sim, ela sempre vai estar ali e é essencial para uma boa transmissão. Mas foi-se o tempo em que os telespectadores só contavam com esse tipo de imagem.

     Hoje é possível ver o jogo com mais mobilidade, por ângulos diferentes das câmeras tradicionais, graças à tecnologia da Spidercam. Aquele equipamento “esquisitinho” que mais se parece com uma aranha, mesmo!

     A Spidercam é muito mais versátil que o sistema de câmera aérea utilizada anteriormente, a Skycam, e pode atingir praticamente qualquer ponto dentro da quadra: desde a saia da Maria Sharapova se levantando com o vento (“os mino pira”) até a troca de camisa do Rafael Nadal (“as mina suspira”)!

DSCN3692 Spidercam na quadra central do Monte Carlo Country Club (Foto: Ariana Brunello)  
     A pequena câmera de fabricação alemã é presa por quatro cabos de aço bem finos, ancorados em locais estratégicos. Cada cabo conta com um guincho motorizado preso a roldanas e fixados aos postes de iluminação do estádio, com capacidade para levantar até 1,2 toneladas. A bateria tem apenas cinco horas de duração e deve ser trocada pelo menos uma vez durante um dia de transmissão.

spidercam girlsImagem exclusiva Spidercam - US Open (Foto: tennispanorama.com) 
 Ela tem estabilidade, é rápida, silenciosa, segura e só pode ser utilizada antes, nos intervalos ou depois da partida. O objetivo é capturar a movimentação dos jogadores, como se o equipamento estivesse mesmo voando pela quadra.

spidercam melze murraySpidercam na cola de Jurgen Melzer (Foto: telegraph.co.uk) 
     Mas é preciso um certo cuidado ao manusear a Spidercam. O sistema é montado em menos de um dia e monitorado por uma equipe de 3 técnicos numa sala de controle.

spidercam usopen manMontagem da Spidercam no US Open 
     A tecnologia ainda não está disponível em todos os eventos da ATP e da WTA. Por enquanto, a “super aranha” atrai os olhares do público em alguns torneios.

DSCN3849Carlos Bernardes, Rafael Nadal e Jo-Wilfried Tsonga no Masters de Monte Carlo (Foto: Ariana Brunello) 
     Além dos jogos de tênis, a câmera é bastante utilizada em outras competições ao ar livre como futebol, corrida, ciclismo e jogos de inverno, ou em ginásios fechados, estúdios, filmes, shows e concertos musicais.

     Jogadores, treinadores, telespectadores, o público em geral e até os próprios operadores. Todos se encantam com a tecnologia da Spidercam!

DSCN1121Roger Federer, Eva Asderaki e Bjorn Phau - US Open (Foto: Ariana Brunello) 
Abaixo, vídeo bacana: A equipe da ESPN americana explica como funciona o sistema. 



Curiosidades sobre o tênis.

Saiba algumas curiosidades sobre o tênis. (Fonte: http://quadratenis.com.br/curiosidades/)



     Em Richmond (1984), Vicki Nelson venceu Jean Hepner por 6/4 e 7/6 (13/11), mas o interessante foi o fato de que no tie-break foram registradas 643 trocas de bolas, resultando no ponto mais longo ja visto com 29 minutos.



     
     A maior vencedora de títulos gerais de Grand Slam é Margaret Court (AUS) , com 62 títulos; 




     Entre 1966 e 1972, Billie Jean King (EUA), ganhou pelo menos uma vez cada um dos eventos de Grand Slam;



     O jogo mais longo da historia do tênis foi protagonizado na grama de Wimbledon, o torneio inglês considerado o mais importante do mundo, pelo jogador norte americano John Isner e o francês Mahut, com 11 horas e cinco minutos de duraçao. Isner ganhou por 3 a 2 , com parciais de 6/4, 3/6, 6/7 (7-9), 7/6 (7-3) e um interminável 70/68, lembrando que em Wimbledon  não há tie break no quinto set. O norte-americano marcou 112 aces contra 103 do francês, 980 foi o número de serviços entre primeiro e segundos saques e foram utilizadas 114 bolas;



     Roger Federer é o jogador com maior número de torneios de Grand Slam, com 17 títulos.



     Martina Hingis (SUI) foi a tenista mais jovem a alcancar a posiçao número 1 do tênis,  aos 16 anos e seis meses de idade;



     Uma bola de tênis tem pelos para possibilitar aos jogadores que coloquem efeito nas bolinhas. Os pêlos, que criam resistência no ar, quando batidas com efeito pelas raquetes dos jogadores , ao invéz de seguir um curso retilíneo, ela faz uma curva. Portanto, quanto mais pêlos ou quanto mais nova e bola estiver, mais ar a bola é capaz de arrastar e portanto o efeito será maior conseqüentemente. Por isso que durante jogos é comum ver os jogadores escolhendo as bolas que irão sacar, grande parte das vezes eles estão procurando pelas bolinhas menos carecas e mais peludas;



     A mais jovem vencedora da Federação de tênis foi Anna Kournikova quando venceu a Fed Cup com 14 anos de idade, ela também conquistou o Campeonato Europeu e Italiano no Aberto de Juniores a também chegou a primeira colocação no Ranking Junior, no mesmo ano ela já se tornou jogadora profissional.


segunda-feira, 23 de junho de 2014

MEDO, ANSIEDADE E PÂNICO

Fonte: http://www.academiaemocional.com.br/

     Aproveitando o assunto do post anterior, segue matéria bem interessante sobre emoções, da Psicóloga, Coach e Palestrante, Suzy Fleury.



     Nossas emoções podem ser consideradas o “combustível” de nossas ações. “Emoção”, do latim movere, “mover”, significa a tendência para agir ou “e-movere” para afastar-se e, é expressa por sentimentos e seus pensamentos específicos. Conhecer nosso mecanismo emocional pode ser uma vantagem para quem quer mais saúde, qualidade de vida, melhoria nos relacionamentos ou produtividade profissional.

“Saúde não é ausência de doença. Saúde é quando estamos encantados com a vida!”
Nuno Cobra – Preparador Físico

     Como as notas musicais ou cores primárias, também dispomos de um conjunto de emoções básicas que combinado, é capaz de gerar centenas de outras emoções - medo, alegria, raiva, tristeza, amor, surpresa e repugnância. Nesse artigo, destacaremos o medo, uma sensação que nos coloca em estado de alerta, geralmente por nos sentir ameaçados, tanto fisicamente como psicologicamente.

O MEDO é uma emoção familiar a todos nós, que nos alerta através de um alarme interno gerado por reações químicas, descargas de hormônios do estresse (adrenalina e cortisol) capazes de causar sensações físicas como aceleração cardíaca, alteração respiratória, tremor e, nos prepara para “lutar ou fugir”. Resumidamente, a função do medo é nos alertar sobre uma possível ameaça ou perigo (real ou imaginário), por isso merece nossa atenção e respeito. O problema é que, nem sempre interpretamos corretamente o que está acontecendo, distorcemos a realidade e criamos assim, preocupações infundadas que podem nos levar aos momentos de ansiedade até o pânico.

A ANSIEDADE é um estado emocional caracterizado por agitação física e sensação de tensão, apreensão e preocupação, cuja tarefa principal é despertar para soluções positivas frente os perigos da vida, prevendo-os antes que surjam. Entretanto, as preocupações crônicas (repetidas) jamais se aproximam da solução, ao contrário, elas fazem com que os pensamentos girem em ciclos progressivos que só aumentam a intensidade da preocupação. É como se o alarme do carro disparasse e não fosse possível desligar.

     Três características distinguem a ansiedade normal da patológica – a ansiedade patológica é:

1) Irracional – percepção de ameaças que são exageradas ou inexistentes onde a ansiedade se manifesta de forma desproporcional;
2) Incontrolável – a pessoa não consegue desligar o alarme interno, mesmo quando sabe que o nível de preocupação é desproporcional;
3) Limitadora – interferindo nos relacionamentos, desempenho profissional/acadêmico ou nas atividades do cotidiano.
Resumindo, a ansiedade patológica é irracionalmente intensa, frequente, persistente e limitadora.


TRANSTORNOS DE ANSIEDADE GENERALIZADA E FLUTUANTE
Caracteriza por sintomas de ansiedade excessiva, global e persistente, preocupação com qualquer coisa. Em geral, esse tipo de ansiedade se dissipa rapidamente quando uma situação ameaçadora é solucionada. Entretanto, quando uma fonte de preocupação é removida, outra logo toma o seu lugar.

TRANSTORNOS DE PÂNICO
Caracterizam-se por sintomas de ansiedade extrema que rapidamente aumenta de intensidade e a pessoa experimenta ataques inesperados causando desconforto, sofrimento e limitações. Nesses momentos, a percepção de perigo de sensações internas (corporais) e externas (ambientais) passa a ser o centro da atenção, gerando sintomas como taquicardia, palpitações, formigamento, náusea, tontura, visão embaçada e falta de ar - por isso a hiperventilação exerce papel tão importante (aumento de ventilação respiratória quando sob estresse). Sentimentos de terror acompanham o intenso desconforto físico e a pessoa passa a pensar e acreditar que vai passar mal, perder o controle e que vai morrer. Algumas vezes, o primeiro ataque ocorre após uma experiência estressante, como uma doença, mudança de emprego ou conflito de relacionamento. Outros casos podem vir do “nada” – 40% não conseguem identificar o evento estressante que disparou o processo.

Como avaliar? Diferentes sintomas sinalizam a intensidade e gravidade da ansiedade, veja questionário a seguir:  
tabela medo

     Psicólogos podem realizar avaliações precisas, portanto, esse exercício é apenas para a tomada de consciência de grau de ansiedade atual.

     Além dos sintomas típicos de estados de ansiedade, um conjunto de questões também pode contribuir para a tomada de consciência:

1) Você recentemente ajustou, descontinuou ou modificou alguma medicação, receitada ou não por um médico?
2) Você passou por alguma experiência de doença, morte ou mudança em relacionamentos, trabalho ou situação financeira nos últimos meses?
3) Você recentemente passou por um parto, cirurgia ou apresentou mudança em seu padrão menstrual?
4) Alguém de sua família imediata ou família de origem teve sintomas parecidos como os que você está tendo agora?
5) Você recentemente começou ou descontinuou o uso de tabaco, drogas ou álcool?
6) Você tem alguma história de transtornos médicos como hipoglicemia, anormalidades cardíacas, transtornos convulsivos, etc.?
7) Você já teve esse tipo de sintoma no passado? 8) Você está atualmente usando inibidores de apetite ou drogas estimulantes, anfetaminas, cocaína, crack, etc.?

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O tratamento dos Transtornos de Pânico pode ser resumido:

1) Ensinar a reconhecer a relação entre sintomas e respostas catastróficas às sensações corporais e o ciclo que é estabelecido entre o pensar-sentir-agir-interagir.
2) Ensinar a evitar a hiperventilação quando sob estresse, por meio do treinamento da respiração.
3) Tratamento baseado na exposição imaginada.
4) Enfrentamento de como lidar com futuros episódios.
5) Encorajar a exposição a situações reais de vida.

     Em nossas Sessões e Cursos - Coaching de Excelência (Introdução, Avançado, Empresa/Executivo, Equipe e Esporte) oferecemos o Método exclusivo - 7 Elementos - como um guia para ações estratégicas e inteligentes que aumentam as possibilidades de atingir resultados e que lavam a novas aprendizagens e melhorias, criando assim, o Ciclo da Excelência.

 transtorno panico 



 

10 habilidades mentais no tênis.

Fonte: Projeto.tenisnalagoarj