quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Os primórdios do tênis em Caxias.

    Surgido nos anos 1940, Caxias Tennis Club movimentava desportistas nas quadras de pó de tijolo localizadas no antigo terreno do Senai, no bairro Exposição

Os primórdios do tênis em Caxias Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami/Divulgação
Desportistas em meados da década de 1940, nas quadras de pó de tijolo localizadas no terreno onde hoje situa-se o Senai, na Rua Vereador Mário Pezzi, bairro Exposição Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / Divulgação

Há cerca de sete décadas, Caxias do Sul polarizava a atenção do Estado para a "salutar e elegante" prática do tênis. Entre os anos de 1940 e 1943, sob a presidência do General Jacintho Maria de Godoy, o Caxias Tennis Club congregava cerca de 60 desportistas, que movimentavam as quatro quadras de pó de tijolo localizadas no terreno onde hoje situa-se o Senai, na Rua Vereador Mário Pezzi, bairro Exposição. 
Conforme informações contidas na publicação História de Caxias do Sul - 4º Tomo, de João Spadari Adami, lançado em 1966, a moderna e confortável sede era cenário não apenas para os jogos, mas para badaladas festas e confraternizações entre os tenistas e associados. Eles movimentavam as quadras não só aos finais de semana e feriados, mas praticamente todos os dias semana.
Naqueles tempos eram membros do Caxias Tennis Club nomes como Lady De Carli, Julio Ungaretti, Dionísio De Carli, Garibaldi Atti, Beno Plenz e Raimundo Hubner. Já a ala feminina era composta por Norma De Carli, Helena Godoy, Neda Ungaretti, Lilinha Pezzi, Roma Fracasso, Inedia D'Andrea, Julia Cantergiani, Helena Caravantes, Rosália Donatelli, Solange Guimarães, Mariuccia Pezzi, Ernestina Cavalcanti Viana, Edith Pezzi, Elsa Fasoli, Olga De Carli, Clélia Andreazza De Carli, Ilda Pezzi e Ada Marcucci Zanelatto.

As fotos

Nas imagens deste post alguns momentos do Caxias Tennis Club no início dos anos 1940, com vários dos praticantes citados acima. As fotografias foram cedidas pelo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami, mas carecem de identificação completa.
A ala feminina do clube em uma das quadras, em meados dos anos 1940 Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / Divulgação
O Caxias Tennis Club congregava cerca de 60 desportistas na década de 1940 Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / Divulgação
Os jogadores movimentavam as quadras não só aos finais de semana e feriados, mas praticamente todos os dias semana Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami / Divulgação

A sede do clube era cenário não apenas para os jogos, mas para badaladas festas e confraternizações entre os tenistas e associados Foto: Acervo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami 
Dirigentes

Entre os presidentes e grandes incentivadores da prática na cidade figuraram, além do general Jacintho Maria de Godoy, o engenheiro Ely Mascia e o desportista polonês Leon Jucewicz, ex-campeão olímpico de patinação e atuante como professor de tênis do Estado desde o final dos anos 1930. 

A Taça Eberle

No início dos anos 1940, o Caxias Tennis Club, em parceria com a Metalúrgica Abramo Eberle, instituiu a  lendária Taça Eberle, oferecida pela Maesa aos vencedores dos jogos disputados por tenistas de 23 cidades do Rio Grande do Sul.

A final deu-se entre o ex-campeão brasileiro Álvaro Osório, representante de Pelotas, e Bruno Schuetz, de Porto Alegre. Schuetz sagrou-se campeão e levou a taça para o Tenis Clube Moinhos de Vento, na Capital, onde o troféu permaneceu por anos.

Na foto abaixo, o diretor da metalúrgica, Júlio João Eberle  (E), e o engenheiro e ex-presidente do Caxias Tennis Club, Ely Mascia, posam com a lendária taça de 1,80m confeccionada na Maesa.
Júlio João Eberle, e o engenheiro e ex-presidente do Caxias Tennis Club, Ely Mascia, posam com a lendária taça de 1,80m confeccionada na Maesa Foto: Studio Geremia / Reprodução do livro História de Caxias do Sul - 4º Tomo,de João Spadari Adami,de 1966
Júlio Eberle (de óculos, ao lado da taça) em meados dos anos 1940, quando a empresa patrocinou o torneio de tênis Foto: Roni Rigon / Agencia RBS
 
 
Fonte: Jornal Pioneiro

Rodrigo Lopes
Rodrigo Lopes

 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

3ª Etapa do Super Tênis RS, em Caxias do Sul.

Torneio acontece neste final de semana no Recreio da Juventude.





Caxias do Sul/RS – O Super Tênis RS, evento apresentado por Água da Pedra, com promoção da Associação Leopoldense de Esporte e Cultura (ALEC), apoio Ouro do Hotel Ecoland e apoio dos clubes sedes, com financiamento da Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul, através do Programa Pró-Esporte, terá a sua terceira etapa realizada no Recreio da Juventude, em Caxias do Sul, nos dias 26, 27 e 28 deste mês. As inscrições seguem abertas pelo site da Federação Gaúcha de Tênis até hoje, segunda-feira, dia 22. As duas primeiras etapas foram disputadas no Avenida Tênis Clube (ATC), em Santa Maria, e na Sociedade Aliança, em Novo Hamburgo.

Um dos atrativos fica por conta no desconto das inscrições para esta etapa, beneficiando todos os tenistas, parceria da FGT e do Recreio da Juventude. Os não filiados à Federação pagarão o valor de R$ 85,00, enquanto os filiados pagarão R$ 65,00, via boleto bancário. Também ficou definida uma premiação especial de R$ 1.000,00 para a 1ª Classe Masculina, com R$ 700,00 para o campeão e R$ 300,00 para o vice.


A expectativa dos organizadores é de que o torneio seja novamente marcado pelo bom nível técnico. “Há anos somos parceiros e apoiamos esta competição. Geralmente temos um bom público prestigiando o evento, pois o nível técnico é excelente. E como temos uma ótima infraestrutura de quadras, tanto os tenistas quanto o público em geral se sente muito à vontade aqui. Também contaremos com jogadores do clube disputando o Super Tênis, pois afinal de contas estaremos jogando em casa”, assinala Marcelo Hoehr, gestor de esportes do Recreio da Juventude.

PREMIAÇÃO ESPECIAL – Além da premiação em dinheiro, o Super Tênis RS oferecerá outro diferencial, destinado aos campões de todas as categorias, em todas as etapas. Todos os tenistas de todas as categorias receberão uma hospedagem para casal, com café da manhã e direito a usufruir toda a estrutura do Hotel Ecoland, em Igrejinha, incluindo passeios a cavalo, piscinas, trilhas, minizôo, espaço fitness e espaço infantil, entre várias outras atrações.
Veja mais detalhes sobre o hotel no site www.ecoland.com.br

O Super Tênis RS é oficializado pela Federação Gaúcha de Tênis (FGT). Mais informações estão disponíveis pelo site www.quadraeventos.com.br e pelo telefone (51) 8209-2675.



A 4ª etapa acontecerá de 6 a 9 de outubro, em Lajeado, com a Copa CTC de Tênis. A 5ª etapa será realizada de 26 a 30 de outubro, com o Aberto de Tênis do Clube do Comércio. E a etapa Masters está programada para o Tênis Clube Santa Cruz, de 24 a 27 de novembro.

Mais informações estão disponíveis pelo telefone (51) 8209-2675.


Em 08/2016

De Zotti – Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Qual a melhor idade para começar a jogar tênis ?

 
Todas as regras criadas pelo homem são assombradas pelo espírito das exceções. Mas se seu filho se mostra apto ao esporte, aqui vão algumas dicas para iniciá-lo com segurança. 

Texto de: Suzana Silva (http://revistatenis.uol.com.br/)

     GOSTAMOS DE ESTATÍSTICAS. 
    Os cientistas trabalham com elas para provarem suas teses, as quais são publicadas como textos com linguagem mais compreensível para o público leigo em renomadas e sérias revistas. Então, surgem as exceções à regra, fatos que vão contra todas as estatísticas, pessoas que desafiam o que foi postulado pela ciência, e que, portanto, terão suas vidas escancaradas por outro tipo de publicação, aquelas também renomadas, mas não tão sérias - das celebridades.

É preciso entender as etapas do desenvolvimento das crianças e 
adolescentes antes de "especializá-las"

     As celebridades esportivas são festejadas por feitos que, por vezes, desafiam a ciência: recordes e títulos vencidos precocemente, longevidade no esporte, batalhas contra doenças e lesões, horas de dedicação, envolvimento com drogas e travestis, entre outros superlativos. Os feitos esportivos extraordinários são apenas uma faceta da vida desses super seres humanos. Diante de tantas facetas humanas, não temos como avaliar plenamente. O campeão é feliz? Como é sua vida em família? Como está sua saúde?

PRODÍGIOS

      Melanie Molitorova, mãe da ex-número um do mundo, Martina Hingis, planejou o futuro da garota ainda grávida, nomeando sua filha em homenagem a outra grande campeã, Martina Navratilova. Vai ser tenista profissional, sim. Melanie iniciou sua filha no tênis aos dois anos de idade e a colocou no primeiro torneio aos quatro. Aos 12, a suíça foi a tenista mais jovem a vencer o torneio juvenil de Roland Garros (1992). Ela fez seu debut profissional em 1994, aos 14 anos. Aos 17, chegou a número um do mundo, em 1997. Aos 27, teve cocaína detectada em sua urina durante o torneio de Wimbledon.

     Richard Williams iniciou suas filhas, Venus e Serena, no tênis quando tinham seis e cinco anos de idade respectivamente. Quatro anos depois, elas foram treinar com Rick Macci. Pararam de jogar torneios infantojuvenis aos 11 (Venus) e 10 anos (Serena) por terem sofrido atitudes de preconceito racial por parte das famílias das adversárias e também para se dedicarem mais aos estudos. Nesse período, voltaram a ser treinadas pelo pai, que convenceu as filhas de que jogar tênis profissionalmente as tiraria da vida pobre. Fizeram sua estreia profissional em 1994 e 1995, com apenas 14 anos. Aos 22 (Venus) e 21 (Serena), chegaram ao topo do ranking. Dois anos depois, tiveram suas primeiras paradas no circuito profissional devido à lesões.

     Os prodígios masculinos mais comentados são Michael Chang (que aos sete anos já demonstrava o talento que o levaria a vencer seu primeiro título profissional aos 17 anos e três meses, em Roland Garros), Boris Becker (cujo pai possuía um centro de tênis, e que venceu também seu primeiro título profissional em Roland Garros, aos 17 anos e sete meses), e claro, Andre Agassi. Em "Open", sua controversa autobiografia, ele conta tudo. Mas, só para registro, no livro há uma declaração de Pancho Segura, que diz ter visto Agassi jogando aos dois, três anos de idade.

     Maria Esther Bueno já carregava a pesada raquete da mãe pelas quadras do Clube de Regatas Tietê aos três anos. Filha de tenistas e morando junto ao clube, era natural que brincasse de tênis em todo o seu tempo livre com seu irmão Pedro. Era o quintal da casa dela. Venceu o campeonato brasileiro adulto aos 14 anos, e o primeiro título internacional aos 19. Por fim, Guga começou a jogar aos seis, Thomaz Bellucci aos sete, Thomaz Koch aos cinco anos.

     Na história de todos os ídolos aqui relacionados, nenhum padrão. Uns jogaram por amor, outros para superar a dor. Uns pararam devido às sucessivas lesões, outros pela idade avançada. Alguns se envolveram com drogas ao longo da carreira, outros foram vítimas de super treinamento. Alguns se consideram ateus e outros possuem crenças religiosas fortes. Enfim, cada um a seu modo - dadas as circunstâncias de suas vidas e a interpretação própria dos fatos - procurou vencer e ser feliz.
Agassi, Venus e Serena, Hingis, Chang, Maria Esther Bueno e Becker (em sentido horário) são exemplos que dificilmente podem ser imitados


QUANDO INICIAR?
     Todo este preâmbulo para fazê-lo pensar na seguinte questão: quando colocar uma criança para aprender o jogo de tênis? E com que objetivo?
    Para embasar cientificamente nossa resposta, contamos com o estudo do "Desenvolvimento Motor" - que estuda como o ser humano aprende a se movimentar ao longo de sua vida - e da "Aprendizagem Motora" - que estuda como o ser humano aprende as habilidades que envolvem movimento.

     Qualquer que seja seu objetivo ao colocar uma criança para aprender o tênis, as idades "ideais" para começar se referem à "idade de prontidão" e também à "idade sensível", segundo a literatura científica.
     Prontidão é a qualidade do ser humano - como um todo - de estar pronto para aprender determinadas habilidades, ou seja, é o momento onde ele está desenvolvido, maduro o suficiente para assimilar essas habilidades.
     Idade sensível é a fase na qual todo o sistema nervoso está apto para aprender uma habilidade. Caso essa habilidade não seja aprendida ou estimulada naquela idade sensível, fará muita falta mais para frente no repertório de habilidades necessárias ao atleta completo.

A ciência nos diz até que idade as crianças estão aptas a
aprender certas habilidades

     Vamos dar um exemplo: uma criança de até seis, sete anos que não foi estimulada a aprender cambalhotas e a rolar no chão, poderá ter dificuldades quando atleta em cair sem se machucar. Ou, crianças que não brincam de arremessar, terão mais dificuldade em aprender a sacar, e assim por diante.
     Em termos de habilidades que envolvem movimento (habilidades motoras, guarde este nome), até aproximadamente seis ou sete anos, a criança desenvolveu prontidão para aprender todas as habilidades básicas (andar, correr, saltar, arremessar, rebater etc). É por isso que se diz que esta é a idade ideal para começar o aprendizado do tênis.

QUANDO INICIAR?
     Todo este preâmbulo para fazê-lo pensar na seguinte questão: quando colocar uma criança para aprender o jogo de tênis? E com que objetivo?
     Para embasar cientificamente nossa resposta, contamos com o estudo do "Desenvolvimento Motor" - que estuda como o ser humano aprende a se movimentar ao longo de sua vida - e da "Aprendizagem Motora" - que estuda como o ser humano aprende as habilidades que envolvem movimento.
     Qualquer que seja seu objetivo ao colocar uma criança para aprender o tênis, as idades "ideais" para começar se referem à "idade de prontidão" e também à "idade sensível", segundo a literatura científica.

Especializar a criança cedo demais pode atrapalhar

     Prontidão é a qualidade do ser humano - como um todo - de estar pronto para aprender determinadas habilidades, ou seja, é o momento onde ele está desenvolvido, maduro o suficiente para assimilar essas habilidades.
     Idade sensível é a fase na qual todo o sistema nervoso está apto para aprender uma habilidade. Caso essa habilidade não seja aprendida ou estimulada naquela idade sensível, fará muita falta mais para frente no repertório de habilidades necessárias ao atleta completo.
     Vamos dar um exemplo: uma criança de até seis, sete anos que não foi estimulada a aprender cambalhotas e a rolar no chão, poderá ter dificuldades quando atleta em cair sem se machucar. Ou, crianças que não brincam de arremessar, terão mais dificuldade em aprender a sacar, e assim por diante.
     Em termos de habilidades que envolvem movimento (habilidades motoras, guarde este nome), até aproximadamente seis ou sete anos, a criança desenvolveu prontidão para aprender todas as habilidades básicas (andar, correr, saltar, arremessar, rebater etc). É por isso que se diz que esta é a idade ideal para começar o aprendizado do tênis.

QUANDO SE ESPECIALIZAR
     Até seis, sete anos, é a idade sensível para aprender e praticar todas as habilidades motoras básicas, não só correr, rebater, saltar, saltitar, rolar, escorregar etc, mas também chutar, arremessar, lançar, nadar, girar... Por isso é tão importante que a criança não se especialize em um só esporte tão cedo.
     O perigo reside no seguinte: aos cinco, seis anos, a criança tem uma capacidade fantástica de imitação, e pode executar os golpes do tênis com perfeição. Mas o tempo dedicado às repetições pode privá-la de ampliar seu repertório de movimentos. Além de ser um atleta de tênis incompleto, o que faremos caso essa criança na idade de escolher seu esporte favorito for para o futebol? Ai, ai...
     O processo de aprender a jogar tênis, escolher o tênis como esporte favorito e se especializar - enfim, de praticá-lo em altos níveis de competição -, é dos mais longos quando comparamos o tênis com futebol, vôlei, e até com o basquete. Isso acontece porque o tênis envolve muitas habilidades motoras, emocionais e cognitivas.
     As idades sugeridas pela ITF para o alto rendimento são entre 16 e 19 anos para as mulheres, e 18 a 21 anos para os homens. As mulheres amadurecem biologicamente e estabilizam seu crescimento em altura um pouco mais cedo, portanto a diferença. E, como o processo é longo mesmo, é importante que mantenhamos as crianças em ambiente gostoso, divertido e pleno de metas a se alcançar no curto, médio e longo prazo.

PRÉ-TÊNIS: Há atividades sistematizadas para o pré-tênis que promovem o ensino das habilidades motoras básicas do tênis de maneira lúdica através de contadores de estórias, e é endereçado para crianças de três a cinco anos. Nesse caso, as aulas são curtas, uma vez por semana, em grupos, e trabalham o imaginário infantil ao mesmo tempo em que esti mulam movimentos relacionados ao esporte. O sistema Le Petit Tennis é uma dessas ati vidades que funcionam como uma porta de entrada ao ensino formal do esporte que será realizado a seguir, se a criança conti nuar estimulada.

Trabalho com crianças de 3 a 5 anos precisa ser lúdico


SUGESTÕES:

     Dentre as orientações da ITF para o ensino, o aperfeiçoamento e o treinamento para o alto rendimento, é muito importante que o professor/treinador:
1. Não queime etapas.
2. Até 9 anos e meio, 10 anos, trabalhe a base do esporte com elementos lúdicos. A técnica fundamental anda lado a lado com a diversão.
3. A partir dos 10 até os 13 anos, coloque todas as ferramentas para o tenista estar completo (todos os tipos de golpe, deslocamentos, aplicações táticas). O aluno precisa terminar esta fase com todos os golpes do tênis.
4. Dos 13 aos 17, 18 anos, oriente um treinamento mais específico para o alto rendimento, em que os aspectos físicos, táticos e psicológicos são cada vez mais apurados.

PASSOU DA IDADE?Mas, e se a criança já passou da idade sensível, não aprenderá a jogar? Claro que aprenderá! Bjorn Borg, cinco vezes campeão de Wimbledon, é o exemplo mais clássico: só ganhou uma raquete aos nove anos, quando já era um excelente jogador de hóquei no gelo. Levou o tênis em paralelo ao hóquei até os 14 anos, quando decidiu pelo tênis profissional.
Quem escreve este arti go introduz pessoas adultas todas as semanas ao esporte. Então não há idade limite para aprender a jogar tênis. Aliás, não há idade limite para ser feliz nesse jogo. É estar atento à relação entre treino e repouso, competir e cooperar, saúde e doença, e, nesses quesitos, cada um deve desenvolver seu senso próprio de adequação.

Referência:
Nick Pitt (2007-11-04).

"
Hingis unable to hide behind paintedsmile". The Times (London). http://www.timesonline.co.uk/tol/sport/tennis/arti cle2801128.ece. Retrieved 2008-10-31.

domingo, 26 de junho de 2016

6. Etapa do CTSG - Circuito de Tênis da Serra Gaucha

     Ainda dá tempo !!!!

     No lindo Parque Santa Tereza, teremos mais uma etapa do CTSG.

     Vacaria aguarda, até hoje, as inscrições para a etapa.

     A organização dividiu as categorias e o vento será de um final de semana.

     Vejam fotos do lindo lugar, que será sediada essa etapa.

            PRESTIGIE !!!



quarta-feira, 1 de junho de 2016

Aumente a potência de seu saque.

Fonte: www.tenisproshop.com.br/

     Qualquer tenista com um pouco de experiência sabe que o saque é o golpe mais importante do tênis. Mas quando vai para a quadra, mesmo concentrando-se, respirando profundamente... só consegue sacar uma bola lenta e ainda recebe um winner na paralela como devolução.

      Se você quer aumentar a potência de seu saque, leia as dicas abaixo e... pratique! Afinal, o saque é o único golpe do Tênis em que você não vai precisar de um parceiro para praticá-lo.

Apoio

      Um saque potente começa pela base: mantenha os pés em um afastamento ligeiramente maior que os ombros. Para os jogadores destros, o pé da frente deve estar direcionado ao poste direito da rede, ou seja, a 45?. O pé de trás deve posicionar-se paralelamente à linha de base.

                   

      Com este posicionamento, o balanço do saque será facilitado: após o lançamento da bola (toss), o peso do corpo deverá estar mais concentrado no pé de trás, pronto para ser transferido para o pé da frente, aumentando assim a transferência de Energia para a bola, e consequentemente aumentando a potência do saque.

 

Lançamento da Bola (toss)

                   

      O lançamento da bola é um dos componentes mais importantes do saque. Se você não lançar a bola no ponto ideal, vai ter que ajustar o corpo para golpeá-la. Mas você já fez este ajuste para todos os outros golpes, então aproveite o saque, onde você mesmo lança a bola que vai bater.
O ponto ideal do toss depende de 3 eixos:

1. eixo antero-posterior (da frente para trás)

      Lance a bola um pouco a frente da linha de base, isso obrigará você a sacar caindo sobre a bola, o que aumentará a potência do seu saque. Após o contato com a bola você deve aterrissar dentro da quadra.

                  


2. eixo latero-lateral (da direita para esquerda)

      A bola deve ser lançada ligeiramente à direita do sacador destro, ou a esquerda do sacador canhoto. Isso aumentará a amplitude do saque, permitindo uma maior aceleração do braço em direção à bola. Portanto, se você é destro, por exemplo, saque da direita para a esquerda, cruzando o braço sobre o tronco.

                  


3. eixo crânio-caudal (de cima para baixo)

      Se a bola for lançada mais alta que a altura máxima alcançada pelo sacador com o cotovelo estendido, duas falhas vão ocorrer:

• o sacador vai perder o ritmo do saque, pois vai ser obrigado a desacelerar muito o movimento do braço que segura a raquete para esperar a bola descer até o ponto de contato;
• a precisão do sacador terá que ser maior, pois golpeará a bola na descendente.
Portanto, procure lançar a bola só até o ponto onde você consegue alcançá-la, e sem deixá-la cair, isso fará com que você tenha que acelerar mais o braço, aumentando a potência do saque.

                 

Contato Raquete-Bola

      Aqui está a grande diferença entre um saque rápido e um saque lento. A potência do saque é determinada, principalmente, pela velocidade com que a raquete atinge a bola. Portanto relaxe, literalmente! Só assim você poderá acelerar bastante sua raquete em direção à bola até o momento do contato.
Outra dica importante é: não segure o cabo da raquete com muita força, isto vai impedir um movimento mais solto.

Terminação

      Se você acelerou bastante a raquete até o contato, sua terminação também deverá ser ampla, caso contrário ocorrerá uma desaceleração muito brusca, potencialmente causadora de lesões.
Nesta fase, o movimento de flexão do punho (snap) é muito importante para controlar o saque. Quanto mais potente o saque, mais radical deverá ser o snap, a fim de encaixar a bola na área de saque.
                
 
 
Prof. Dr. Ludgero Braga Neto
Mestre e Doutor em Biomecânica do Tênis pela USP
Membro da Sociedade Brasileira de Biomecânica
Tenista 1a. Classe Federação Paulista de Tênis
fones: (11) 9281-2177 / (11) 4152-3159
email: ludgerobraganeto@gmail.com
site:  www.ludgerobraga.com.br
blog: www.ludgerobraga.com

sábado, 21 de maio de 2016

9. Tennis Cup Indoor Bohrer - Caxias do Sul



Em 2016 a Bohrer Sports completa 10 anos. Uma história construída pelo amor ao esporte, dedicação e em grande parte pelas amizades construídas ao longo dessa jornada. Com um enorme respeito pelas origens desse sucesso, a Bohrer Sports olha para o futuro com muito entusiasmo, prometendo um ano de celebrações sem igual, com novos serviços, conteúdos e eventos sendo direcionados para a sociedade de Caxias do Sul e Região, ao mesmo tempo que reafirma seu compromisso com seus alunos, colaboradores e parceiros para as próximas celebrações que, com certeza, estão por vir. - See more at: http://www.bohrersports.com.br/nossa-historia#sthash.0f9TD7iw.dpuf
Em 2016 a Bohrer Sports completa 10 anos. Uma história construída pelo amor ao esporte, dedicação e em grande parte pelas amizades construídas ao longo dessa jornada. Com um enorme respeito pelas origens desse sucesso, a Bohrer Sports olha para o futuro com muito entusiasmo, prometendo um ano de celebrações sem igual, com novos serviços, conteúdos e eventos sendo direcionados para a sociedade de Caxias do Sul e Região, ao mesmo tempo que reafirma seu compromisso com seus alunos, colaboradores e parceiros para as próximas celebrações que, com certeza, estão por vir. - See more at: http://www.bohrersports.com.br/nossa-historia#sthash.0f9TD7iw.dpuf
Em 2016 a Bohrer Sports completa 10 anos. Uma história construída pelo amor ao esporte, dedicação e em grande parte pelas amizades construídas ao longo dessa jornada. Com um enorme respeito pelas origens desse sucesso, a Bohrer Sports olha para o futuro com muito entusiasmo, prometendo um ano de celebrações sem igual, com novos serviços, conteúdos e eventos sendo direcionados para a sociedade de Caxias do Sul e Região, ao mesmo tempo que reafirma seu compromisso com seus alunos, colaboradores e parceiros para as próximas celebrações que, com certeza, estão por vir. - See more at: http://www.bohrersports.com.br/nossa-historia#sthash.0f9TD7iw.dpuf

domingo, 15 de maio de 2016

Jogo de Duplas - A devolução e a aproximação


Por Paulo Muñoz, professor da USTA - Esta semana é hora das dicas de como melhorar seu jogo de duplas, seja no final de semana, seja com amigos. Desta vez as dicas são para a devolução de saque e a aproximação à rede.



A devolução de saque:

Como recebedor, posicione-se para a devolução próximo a linha lateral de simples, a uma distância confortável da linha de base em acordo com a sua capacidade para atacar ou defender e seu parceiro a uns 3 metros da rede, a meio caminho entre a linha central e a linha de duplas fechando o possível cruzado do voleador oponente. Para responder um sacador que usa muito efeito, quanto mais próximo do quique este saque for respondido, menos efeito você sofrerá, facilitando a devolução.

O ideal na dupla é a devolução cruzada no sacador para que ele esteja em movimento no momento da rebatida, sendo uma bola curta no pé do adversário, uma boa opção para que ele levante a bola para você matar o ponto. A opção de usar a devolução paralela fica como forma de variação ou quando o voleador adversário esta deixando o corredor livre.







O golpe de aproximação:

O ideal no jogo de duplas é que os quatro jogadores venham a rede, costuma se dizer que a dupla que chega a rede primeiro tem mais chance de finalizar o ponto. Não esqueça que um approach no lado fraco do seu adversário, seja cruzado ou paralelo, pode ser uma arma eficiente, o approach cruzado de esquerda, lançado, com efeito, slice na esquerda de seu adversário, dificulta a devolução, com efeito, top-spin, por exemplo, é um golpe altamente eficaz contra a maioria dos jogadores amadores, procurar manter a bola o mais baixo possível, obrigando o adversário a executar um voleio baixo ou um bate-pronto.


Sobre o PROF. PAULO MUNOZ

Professional da associação americana de treinadores de tênis. Membro da International Tennis Federation (ITF). MEMBRO DO CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA Nº 10184. Cursos com Luis Caye (Canadá); cursos Alberto Osetti preparador físico (Argentina); curso cbt nível I, II, III. Treinando atletas desde 1976.

domingo, 8 de maio de 2016

Amor pelo esporte







      Não tenho dúvida de quanto amo meu esporte. O quanto acredito na informação e na proximidade do ídolo com amantes do tênis e das crianças.

      Quando fui convidado por um cara que conheci nas minhas viagens a eventos, Ronaldo Stuani e fui muito com a cara dele e de sua esposa Kelen para ministrar uma clínica em Caxias do Sul percebi que seria diferente do que já tinha feito. 

      Eram dois dias intensos de atividades e muitas horas de quadra. A princípio era para ser uma clínica para 50 participantes. Em horas esse número foi engolido pelo clube e cidade e acabou sendo um evento para 90 participantes com pessoas na lista de espera. 5 quadras, 3 turnos em três períodos. No total. 4 horas seguidas na sexta à noite e quase 10 horas no sábado.
     
     Nem preciso dizer que estou dolorido, morto, arrebentado, mas feliz, realista de convicto que nosso esporte é muito forte. Forte ao perceber que é, Caxias tem professores de nível como os irmãos Andreola e Fulvio ou Igor e João que me ajudaram com muita competência, tenistas de todas as idades e pessoas que amam o esporte como eu.

     Obrigado Caxias, obrigado Clube Juvenil, obrigado Bruno, Stuani, Mola e todos que com muito amor fizeram isso possível.

     Agradeço por vocês encherem meu tanque de gasolina com mais um monte de energia para lutar pelo meu esporte.

     Aos participantes.... Vocês foram incríveis

Fernando Meligeni




quinta-feira, 5 de maio de 2016

Time For Tennis CJ com Meligeni - Programação


     Bom dia galera do tênis !!!!

     Abaixo segue a programação para nosso evento !!!

     A partir das 14 hrs de sexta, o evento começará na BRISA ESPORTES, com a coletiva de imprensa e sessão de autógrafos. Teremos alguns livros a venda no local.

     17 horas estaremos no clube para o congresso técnico com os professores e staff e o clube já estará aberto para todos. Leve sua família, pois brincadeiras e petiscos estão programados durante todo o evento.

     No sábado, após o encerramento da última turma, programado para 19:30hrs, faremos a entrega da premiação, para depois jantarmos e continuarmos com o Sunset do LaBarra. Pizzas, chopp e música para tenistas da clínica incluso, mas que é aberto e pode ser adquirido a R$ 50,00.

     No domingo, temos programado jogos de integração até as 11 hrs e todos estão convidados a participar do almoço especial do dia das mães no clube. (Não incluso na clínica e deve ser reservado até sábado).  Se chover na sexta ou sábado, usaremos o domingo para recuperarmos.

     Contamos com o apoio e compreensão de todos e qualquer ajuste em horário ou quadra, estaremos prontamente dando suporte.



                        BOM TIME FOR TENNIS !!!






Caso chover na sexta, segue programação:


sábado, 30 de abril de 2016

19ª Clínica de Tênis - Costão do Santinho - Circuito Osmoze.


Faltam 100 dias para a 19ª Clínica de Tênis!

Florianópolis no resort Costão do Santinho (sistema All Inclusive)

E aí, vamos participar?

Datas: de 17 a 24/07 téc. Cascata e 24 a 31/07 téc. Glauco.

Cotação com descontos por tempo limitado!

Solicite hoje ainda!

Informações pelo site; www.clinicadetenis.com

Ou c/ Addo - Whatsapp (48) 9972-0454


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Coach

Como o “coaching” pode ajudar no desempenho em quadra.
Por Flávia Freitas (http://revistatenis.uol.com.br)



Se você é do universo dos negócios, certamente já ouviu falar de “coaching”. Executivos e empresas de todo o mundo atualmente estão utilizando essa técnica para atingir determinados objetivos. No ambiente corporativo, os coaches são profissionais especializados em ajudar o cliente a realizar metas através de uma melhor compreensão e análise de seus próprios esforços, motivando-os, apoiando-os, desenvolvendo-os, especialmente no que tange suas atitudes mentais.
No tênis, estamos acostumados a ouvir a palavra “coach”, treinador em inglês. No entanto, o coaching não trata desse profissional que nos acompanha em quadra, mas, de outro, que geralmente está por trás do trabalho técnico.
Hoje, sabe-se que mente e corpo compõem um sistema único, e que é muito difícil obter excelência absoluta se um deles estiver submetido ao estresse, desmotivação, ou a qualquer outra questão emocional. Assim, em competições de alto nível, a importância do fator psicológico é evidente. E, por isso, a atenção dada a esse aspecto tem tido um crescimento expressivo. Assim como os fatores táticos, técnicos e físicos necessitam de treino, o fator psicológico também.
E, diante dessa necessidade surge o “coaching esportivo”, com o objetivo de dar suporte para que o atleta trace com clareza suas metas, conheça seus padrões de comportamento na quadra, pare de se sabotar e desenvolva caminhos para a melhoria do aspecto mental nos jogos.

Cabeça

As questões psicológicas que permeiam o tenista de alta performance podem variar conforme o nível de importância da competição. Elas podem ser caracterizadas como: ansiedade alta, crenças destrutivas, impaciência, falta de resistência à frustração, pensamentos ou comportamentos sabotadores, comprometimento de competências comportamentais importantes (tais como: autocontrole, paciência, planejamento, foco, raciocínio rápido, senso de urgência etc), pressão psicológica (que pode ser externa – adversário, treinador, família, amigos, patrocinadores etc – e/ou interna – receios, medo, conversa interna negativa e baixa autoestima) etc.

O objetivo do coaching é definir metas, aplicar ferramentas que maximizem o desempenho, identificar os pontos de melhoria etc
Essa distração mental atrapalha diretamente os processos de desempenho “automáticos” do cérebro. É muito comum tenistas, após perderem uma partida, assistirem posteriormente seus jogos e verem que tinham possibilidade de reverter e ganhar, admitindo, por vezes, que não jogaram como treinam. Alguns confessam que se entregaram à derrota devido a um erro ou ponto do adversário, por exemplo.
Um bom tenista precisa ter uma excelente performance em três pilares: técnico, físico e mental. Contudo, muitas vezes, o mental irá definir o vencedor. O pilar mental pode ser diretamente influenciável pela ansiedade. Mas, afinal, o que a ansiedade pode causar na hora do jogo?

Como a ansiedade se manifesta

Fisicamente
  • Tensão muscular, perda de coordenação (músculos muito rígidos)
  • Flexibilidade reduzida
  • Ficar fatigado muito rapidamente
  • Ritmo cardíaco muito elevado, respiração irregular
  • Fraqueza nas pernas (fraqueza muscular)
  • Ritmo de jogo irregular
Psicologicamente
  • Concentração reduzida e dificuldade de foco
  • Diminuição de controle emocional
  • Sensação de medo
  • Julgamento tático e estratégico ruim (escolhas pobres)
  • Sensação de desistência, parar de lutar
  • Tudo parece estar indo muito rápido
  • Inabilidade de pensar claramente e assertivamente
  • Aumento de pensamentos negativos e autocríticos
  • Sensação persistente de pessimismo sobre o futuro

Ansiedade

Todo atleta que compete se empenha para descobrir formas de melhorar sua performance. A maioria deles sabe que é melhor tecnicamente quando o fator emocional não está em jogo. Os treinadores revelam que a maioria dos jogadores tem uma performance melhor quando está calmo e seus músculos não estão trabalhando contra em função da tensão ou ansiedade.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ansiedade em um nível médio pode causar alguns sintomas físicos que incluem: dores abdominais, diarreia, vertigem, boca seca ou dificuldade de engolir, dor de cabeça, tensão muscular, respiração acelerada, batimentos cardíacos acelerados, tremor, dificuldade de concentração, fadiga física ou mental, irritabilidade, incluindo perda de controle, dificuldades para dormir, dentre outros. Diante dessas informações, já dá para imaginar o estrago na performance que a ansiedade pode fazer se ela vier em nível alto em plena competição (veja box para outros sintomas de ansiedade durante uma partida segundo a ITF).
O fator emocional antes e durante a competição pode se tornar um fator de risco e deixar o tenista vulnerável às distrações que podem interferir no seu rendimento, fazer com que ele execute um jogada precipitada ou adote uma estratégia de jogo errada.
Dessa forma, o processo de coaching visa trabalhar com ferramentas que maximizem esse controle emocional, autosuperação e leve o atleta a alcançar excelência em várias competências fundamentais para ganhar torneios, melhorar sua posição no ranking. Em qualquer esporte, o êxito ou fracasso de um atleta é resultado de um conjunto de variáveis que ocorre no momento da competição. Portanto, o controle mental pode ser considerado um diferencial competitivo, especialmente nos momentos decisivos, pois precisamos aprender a dominar nossos estados emocionais ou podemos ser dominados por eles.

Como funciona?

O coach (profissional que trabalha com a metodologia coaching) é uma espécie de treinador pessoal do atleta. Ele geralmente agenda sessões com o tenista, o treinador e a família.
Com o atleta, o objetivo é definir metas, aplicar ferramentas que maximizem o desempenho, identificar os pontos de melhoria, ensinar métodos para aumento de foco, posturas, conversa interna, dentre outros.
Com os treinadores, o trabalho é feito para buscar, através de relatos importantes, como é o desempenho do atleta no treino e nos torneios, em que ponto perdem devido ao fator emocional e muitas outras informações valiosas para o processo de mudança dos padrões de comportamento.

Coach Técnico x Coach Mental

Coach, como já dissemos, significa treinador. Apesar de ambos possuírem o objetivo de melhorar o desempenho de seus clientes, os métodos utilizados por esses profissionais são bem diferentes. O treinador esportivo utiliza seu conhecimento acumulado ao longo de sua vivência no mundo esportivo para aperfeiçoar todos os aspectos técnicos do jogador. Já o coach usa uma metodologia e uma série de técnicas desenvolvidas ao longo de anos de estudos científicos na área comportamental.
Entre as funções do coach está atuar no decorrer da carreira dos atletas, assessorando-os a alcançar o equilíbrio emocional necessário para reagir às adversidades, levando-os a uma vida profissional bem sucedida.
Flávia Freitas assessora atletas como: Enzo Kohn, Rodrigo Rattes, Fabiano da Silva, Guilherme Clezar e os treinadores da Academia Tennis Route como João Zwetsch, Duda Matos e Martin Gando.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Sunset no Time For Tennis Clube Juvenil

     #TimeForTennisCJ com @meligeni terá um #sunset imperdível. 

     Garanta seu ingresso, venha comemorar a saúde, alegria e amizade em um clima único de tênis, pizza, chopp e musica boa !!



terça-feira, 5 de abril de 2016

Trabalhando com tensão

UMA DÚVIDA QUE RODEIA a cabeça de muitos apaixonados por tênis é saber se a diferença de tensão das cordas verticais com relação às horizontais tem fundamento ou é apenas um mito.

Esse tipo de encordoamento é utilizado pela maioria dos tenistas top do circuito, como Roger Federer, Jo-Wilfried Tsonga, Maria Sharapova, Bob e Mike Bryan, Serena e Venus Williams, Tommy Haas, Fabio Fognini, Victoria Azarenka, entre outros. Talvez um dos únicos gigantes do circuito que não utiliza tal configuração é o espanhol Rafael Nadal.

Mas, afinal, por que a maioria opta por essas diferentes tensões?

Entendendo as instâncias

Se você pensa que o maior estresse pelo qual passa a raquete é quando Nadal, Djokovic ou Federer disparam um maravilhoso forehand, está enganado, pois o maior estresse que a raquete sofre se dá no momento do encordoamento. Naquele ínterim, a raquete está sendo submetida a uma forte pressão, que deve ser executada de maneira equilibrada para que ela não venha a adquirir um formato diferente do que foi previamente projetado.

Imagine uma bexiga cheia de ar, por exemplo. Quando a apertamos de um lado, o ar se movimenta para outro espaço e, consequentemente, expande outra região, gerando uma bolha sem forma definida. Quando encordoamos uma raquete, “praticamente” o mesmo fenômeno acontece, porque quando o encordoador traciona uma corda a uma determinada tensão, o filamento puxa o aro da raquete ao encontro do lado oposto. Levamos em consideração que a raquete de tênis é um relógio com as marcações de 12 horas (como sendo a cabeça da raquete), 6 horas (a parte da garganta da raquete), 3 horas (o lado direito da raquete) e 9 horas (o seu lado esquerdo). Se executarmos a tensão na corda no sentido das 12 horas, o aro nesta posição se movimenta na direção das 6 horas e vice-versa, o mesmo acontecendo quando tracionamos a corda das 3 horas em relação às 9 horas.

Usar tensões diferentes nos filamentos verticais e horizontais gera uma raquete mais equilibrada e igualitária quanto à estabilidade de movimentação das cordas e ajuda a preservar a estrutura do aro

Normalmente no Brasil, utilizamos o padrão em libras como unidade de medida nas tensões de encordoamento, embora não estejamos acostumados a essa unidade de medida em nosso dia a dia. Afinal, uma libra equivale a quanto? Por isso, torna-se mais fácil tratarmos de quilogramas (kg), pois temos mais noção de uma massa de 1 kg.

Se utilizarmos uma tensão de 55 libras, teremos uma força de aproximadamente 25 kg, uma vez que 1 kg é equivalente a 2,2 libras. Então, cada vez que você solicita a um encordoador que ele “coloque” 55 libras em sua raquete, se a mesma tiver uma trama de 16 cordas verticais (também chamadas de mains) por 19 horizontais (crosses), significa que cada vez que ele tencionar uma dessas cordas, exercerá uma força de 25 kg em sua raquete contra o lado oposto, ou seja, ele estará contraindo sua raquete e a tornando milimetricamente menor do que ela é.

Podemos afirmar que as cordas verticais são maiores do que as horizontais nas raquetes de tênis e, quanto maior a corda, maior a tensão a ser aplicada para obtermos um determinado índice de rigidez “X”. Se desejarmos uma raquete uniforme e equilibrada, cordas maiores devem ter tensão maior, enquanto que cordas menores têm que apresentar tensões menores para ambas terem o mesmo índice de rigidez “X”, ou seja, não  se trata de um mito, mas há fundamentos científicos para tal configuração no encordoamento.

Auxílio no spin

Essa diferença de tensão nos filamentos horizontais e verticais gera uma raquete mais equilibrada e igualitária quanto à estabilidade de movimentação das cordas, principalmente das verticais, as quais são fundamentais no tênis moderno, uma vez que essa movimentação é responsável pela maior arma de um tenista atualmente, o efeito topspin. Quanto mais a corda vertical se estica no momento do contato com a bola de tênis e o quão fácil (e rápido) ela retorna ao seu local original, maior será o spin adquirido ao golpe. Portanto não ajudaria muito apresentar tensões iguais entre as cordas verticais e horizontais na trama, pois as crosses muito tensionadas inibem tal movimentação e exigem maior esforço físico e técnico do jogador, podendo ocasionar um estresse desnecessário. Em alguns casos, o exagero é tamanho que o tenista acaba mudando sua técnica e isso pode provocar uma lesão.

Se utilizarmos nas mains uma tensão de 55 libras (25 kg) e 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas crosses, as cordas verticais não estarão tão pressionadas e vão apresentar maior liberdade de movimentação, ajudando o tenista a gerar mais spin. Além disso, isso também evitará maior esforço físico e permitirá que ele use sua técnica normalmente e sem riscos de contusão. É parecido com a máxima da lei física de ação e reação, em que, se tivermos maior spin, teremos mais controle, já que esse efeito é uma forma de controlar a trajetória da bola, fazendo-a cair dentro da quadra.

Talvez uma desvantagem dessa diferença de tensão nas mains e nas crosses seja o fato de que quanto mais a corda se movimenta na trama, maior o seu desgaste e, assim, as chances de o jogador quebrar a corda aumentam.

Opção para controle

E se optarmos pelo inverso? Caso “colocarmos” 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas cordas verticais e 55 libras (25 kg) nas horizontais, as crosses, por estarem mais tensionadas, vão inibir o movimento das mains, deixando a trama de cordas mais rígida, o aro da raquete alguns milímetros menor no sentido das 3 horas às 9 horas, e alongam o formato da cabeça da raquete. Isso também não deixa de ser um novo jeito de controlar mais a batida, pois, com menos movimentação, o efeito estilingue de um encordoamento também estará inibido, gerando menos potência e mais controle. É uma excelente opção para quem dispara golpes mais retos, mais planos e com pouco topspin.

Resumo

Podemos afirmar que teremos como consequências de utilizar tensões diferentes nas cordas verticais e horizontais:

Vantagens

  • Um encordoamento mais estável;
  • Excelente controle de bola:

- seja através do spin para quem joga com mais efeito;
- seja através de uma trama mais rígida para quem bate mais reto na bola.

Desvantagens

  • Dependendo da configuração, as cordas verticais se movimentam mais, com a possibilidade de maior desgaste do filamento.

A maneira mais correta de saber o que se encaixa melhor para o seu jogo é testar as duas configurações com o mesmo tipo de corda, e as duas raquetes com a mesma tensão, porém invertidas. Faça o teste. Tenha uma raquete com 55 libras (25 kg) nas verticais e 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas cordas horizontais, e outra raquete com 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas mains e 55 libras (25 kg) nas crosses. Vá para a quadra com as duas encordoadas no mesmo dia, pelo mesmo encordoador e divirta-se fazendo da sua quadra não só o seu terreno preferido, mas o seu laboratório para o que mais ama fazer, que é jogar tênis.

Ricardo Dipold é encordoador profissional MRT certificado pela USRSA, encordoador do circuito profissional certificado pela ERSA. Trabalha nos maiores eventos de tênis do Brasil, como o Rio Open e Brasil Open.
pontodecontato@raquetesparatenis.com.br



Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/trabalhando-com-tensao_11687.html#ixzz44xnuAhx0

19. Clínica de Tênis Costão do Santinho




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Vejam o que acontecerá durante o mesmo período no Costão !!!!!





segunda-feira, 4 de abril de 2016

CTSG - Etapa de Farroupilha - Quadro de campeões


Quadro de Campeões

1ª Classe: Campeão: Ruzzarin Vice: Lopes 2ª Classe: Campeão: Pilati Vice: Maidana 3ª Classe: Campeão: Moraes Vice: Fagundes 1ª Classe: Campeão: Berbinger Vice: Schiler

1ª Classe Fem: Campeão: Valentina Vice: Tusset 2ª Classe Fem: Campeão: Tedesco Vice: Dutra 35 A: Campeão: Corrêa Vice: Bellé 35 B: Campeão: Zanotto Vice: Ongaratto

45: Campeão: Tramazoli Vice: Cenatti 55 : Campeão: Francheschini Vice: Chichelero 12 masc: Campeão: Fagundes Vice: Dondé 12 fem: Campeão: Tusset Vice: Fonsceca 10 masc: Campeão: Dondé Vice: Dondé

[ www.ctsg.com.br ]

sábado, 26 de março de 2016

19. Clínica de Tênis - Costão do Santinho (4 meses)

     4 meses !!!!  parece muito ?!

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sexta-feira, 25 de março de 2016

Torre de Tandil !!


Data de nascimento: 23 de setembro de1988.
País: Argentina.
Local de nascimento: Tandil, Argentina.
Altura: 1.98 m
Peso: 97 kg
Empunhadura: Destro

Profissionalização: 2005

Seu apelido é “Torre de Tandil”. 

Começou a jogar tênis com sete anos. Em 2008 obteve uma sequencia vencedora abrangendo 23 partidas ao longo de cinco torneios. Conquistou seu primeiro título em Grand Slam no Aberto dos EUA 2009 derrotando Roger Federer na final, e Nadal na semifinal. Ele se tornou o segundo argentino e o homem mais jovem a ganhar o quinto título no Aberto dos EUA da “Era Open”. Del Potro conseguiu um ranking top 10 pela ATP, pela primeira vez em 6 de outubro de 2008. Em janeiro de 2010, chegou a um ranking da carreira de alta do mundo n. 4. Logo depois de atingir essa classificação, no entanto, teve que se retirar da maioria dos torneios em 2010 devido a lesão no pulso, e seu ranking despencou. Foram 3 cirurgias no punho esquerdo. Retornou neste ano e adaptou um slice no seu jogo, para proteger seu pulso.

Em Miami, prova que tem um coração gigante e amor pelo esporte.

É uma pena ver ele sofrendo tanto. 

Delpo é um exemplo dentro e fora das quadras e gostaria de ver ele tentando jogar com a esquerda com topspin !!!!

Boa sorte e que consiga se superar !