sábado, 30 de abril de 2016

19ª Clínica de Tênis - Costão do Santinho - Circuito Osmoze.


Faltam 100 dias para a 19ª Clínica de Tênis!

Florianópolis no resort Costão do Santinho (sistema All Inclusive)

E aí, vamos participar?

Datas: de 17 a 24/07 téc. Cascata e 24 a 31/07 téc. Glauco.

Cotação com descontos por tempo limitado!

Solicite hoje ainda!

Informações pelo site; www.clinicadetenis.com

Ou c/ Addo - Whatsapp (48) 9972-0454


quarta-feira, 27 de abril de 2016

Coach

Como o “coaching” pode ajudar no desempenho em quadra.
Por Flávia Freitas (http://revistatenis.uol.com.br)



Se você é do universo dos negócios, certamente já ouviu falar de “coaching”. Executivos e empresas de todo o mundo atualmente estão utilizando essa técnica para atingir determinados objetivos. No ambiente corporativo, os coaches são profissionais especializados em ajudar o cliente a realizar metas através de uma melhor compreensão e análise de seus próprios esforços, motivando-os, apoiando-os, desenvolvendo-os, especialmente no que tange suas atitudes mentais.
No tênis, estamos acostumados a ouvir a palavra “coach”, treinador em inglês. No entanto, o coaching não trata desse profissional que nos acompanha em quadra, mas, de outro, que geralmente está por trás do trabalho técnico.
Hoje, sabe-se que mente e corpo compõem um sistema único, e que é muito difícil obter excelência absoluta se um deles estiver submetido ao estresse, desmotivação, ou a qualquer outra questão emocional. Assim, em competições de alto nível, a importância do fator psicológico é evidente. E, por isso, a atenção dada a esse aspecto tem tido um crescimento expressivo. Assim como os fatores táticos, técnicos e físicos necessitam de treino, o fator psicológico também.
E, diante dessa necessidade surge o “coaching esportivo”, com o objetivo de dar suporte para que o atleta trace com clareza suas metas, conheça seus padrões de comportamento na quadra, pare de se sabotar e desenvolva caminhos para a melhoria do aspecto mental nos jogos.

Cabeça

As questões psicológicas que permeiam o tenista de alta performance podem variar conforme o nível de importância da competição. Elas podem ser caracterizadas como: ansiedade alta, crenças destrutivas, impaciência, falta de resistência à frustração, pensamentos ou comportamentos sabotadores, comprometimento de competências comportamentais importantes (tais como: autocontrole, paciência, planejamento, foco, raciocínio rápido, senso de urgência etc), pressão psicológica (que pode ser externa – adversário, treinador, família, amigos, patrocinadores etc – e/ou interna – receios, medo, conversa interna negativa e baixa autoestima) etc.

O objetivo do coaching é definir metas, aplicar ferramentas que maximizem o desempenho, identificar os pontos de melhoria etc
Essa distração mental atrapalha diretamente os processos de desempenho “automáticos” do cérebro. É muito comum tenistas, após perderem uma partida, assistirem posteriormente seus jogos e verem que tinham possibilidade de reverter e ganhar, admitindo, por vezes, que não jogaram como treinam. Alguns confessam que se entregaram à derrota devido a um erro ou ponto do adversário, por exemplo.
Um bom tenista precisa ter uma excelente performance em três pilares: técnico, físico e mental. Contudo, muitas vezes, o mental irá definir o vencedor. O pilar mental pode ser diretamente influenciável pela ansiedade. Mas, afinal, o que a ansiedade pode causar na hora do jogo?

Como a ansiedade se manifesta

Fisicamente
  • Tensão muscular, perda de coordenação (músculos muito rígidos)
  • Flexibilidade reduzida
  • Ficar fatigado muito rapidamente
  • Ritmo cardíaco muito elevado, respiração irregular
  • Fraqueza nas pernas (fraqueza muscular)
  • Ritmo de jogo irregular
Psicologicamente
  • Concentração reduzida e dificuldade de foco
  • Diminuição de controle emocional
  • Sensação de medo
  • Julgamento tático e estratégico ruim (escolhas pobres)
  • Sensação de desistência, parar de lutar
  • Tudo parece estar indo muito rápido
  • Inabilidade de pensar claramente e assertivamente
  • Aumento de pensamentos negativos e autocríticos
  • Sensação persistente de pessimismo sobre o futuro

Ansiedade

Todo atleta que compete se empenha para descobrir formas de melhorar sua performance. A maioria deles sabe que é melhor tecnicamente quando o fator emocional não está em jogo. Os treinadores revelam que a maioria dos jogadores tem uma performance melhor quando está calmo e seus músculos não estão trabalhando contra em função da tensão ou ansiedade.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a ansiedade em um nível médio pode causar alguns sintomas físicos que incluem: dores abdominais, diarreia, vertigem, boca seca ou dificuldade de engolir, dor de cabeça, tensão muscular, respiração acelerada, batimentos cardíacos acelerados, tremor, dificuldade de concentração, fadiga física ou mental, irritabilidade, incluindo perda de controle, dificuldades para dormir, dentre outros. Diante dessas informações, já dá para imaginar o estrago na performance que a ansiedade pode fazer se ela vier em nível alto em plena competição (veja box para outros sintomas de ansiedade durante uma partida segundo a ITF).
O fator emocional antes e durante a competição pode se tornar um fator de risco e deixar o tenista vulnerável às distrações que podem interferir no seu rendimento, fazer com que ele execute um jogada precipitada ou adote uma estratégia de jogo errada.
Dessa forma, o processo de coaching visa trabalhar com ferramentas que maximizem esse controle emocional, autosuperação e leve o atleta a alcançar excelência em várias competências fundamentais para ganhar torneios, melhorar sua posição no ranking. Em qualquer esporte, o êxito ou fracasso de um atleta é resultado de um conjunto de variáveis que ocorre no momento da competição. Portanto, o controle mental pode ser considerado um diferencial competitivo, especialmente nos momentos decisivos, pois precisamos aprender a dominar nossos estados emocionais ou podemos ser dominados por eles.

Como funciona?

O coach (profissional que trabalha com a metodologia coaching) é uma espécie de treinador pessoal do atleta. Ele geralmente agenda sessões com o tenista, o treinador e a família.
Com o atleta, o objetivo é definir metas, aplicar ferramentas que maximizem o desempenho, identificar os pontos de melhoria, ensinar métodos para aumento de foco, posturas, conversa interna, dentre outros.
Com os treinadores, o trabalho é feito para buscar, através de relatos importantes, como é o desempenho do atleta no treino e nos torneios, em que ponto perdem devido ao fator emocional e muitas outras informações valiosas para o processo de mudança dos padrões de comportamento.

Coach Técnico x Coach Mental

Coach, como já dissemos, significa treinador. Apesar de ambos possuírem o objetivo de melhorar o desempenho de seus clientes, os métodos utilizados por esses profissionais são bem diferentes. O treinador esportivo utiliza seu conhecimento acumulado ao longo de sua vivência no mundo esportivo para aperfeiçoar todos os aspectos técnicos do jogador. Já o coach usa uma metodologia e uma série de técnicas desenvolvidas ao longo de anos de estudos científicos na área comportamental.
Entre as funções do coach está atuar no decorrer da carreira dos atletas, assessorando-os a alcançar o equilíbrio emocional necessário para reagir às adversidades, levando-os a uma vida profissional bem sucedida.
Flávia Freitas assessora atletas como: Enzo Kohn, Rodrigo Rattes, Fabiano da Silva, Guilherme Clezar e os treinadores da Academia Tennis Route como João Zwetsch, Duda Matos e Martin Gando.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Sunset no Time For Tennis Clube Juvenil

     #TimeForTennisCJ com @meligeni terá um #sunset imperdível. 

     Garanta seu ingresso, venha comemorar a saúde, alegria e amizade em um clima único de tênis, pizza, chopp e musica boa !!



terça-feira, 5 de abril de 2016

Trabalhando com tensão

UMA DÚVIDA QUE RODEIA a cabeça de muitos apaixonados por tênis é saber se a diferença de tensão das cordas verticais com relação às horizontais tem fundamento ou é apenas um mito.

Esse tipo de encordoamento é utilizado pela maioria dos tenistas top do circuito, como Roger Federer, Jo-Wilfried Tsonga, Maria Sharapova, Bob e Mike Bryan, Serena e Venus Williams, Tommy Haas, Fabio Fognini, Victoria Azarenka, entre outros. Talvez um dos únicos gigantes do circuito que não utiliza tal configuração é o espanhol Rafael Nadal.

Mas, afinal, por que a maioria opta por essas diferentes tensões?

Entendendo as instâncias

Se você pensa que o maior estresse pelo qual passa a raquete é quando Nadal, Djokovic ou Federer disparam um maravilhoso forehand, está enganado, pois o maior estresse que a raquete sofre se dá no momento do encordoamento. Naquele ínterim, a raquete está sendo submetida a uma forte pressão, que deve ser executada de maneira equilibrada para que ela não venha a adquirir um formato diferente do que foi previamente projetado.

Imagine uma bexiga cheia de ar, por exemplo. Quando a apertamos de um lado, o ar se movimenta para outro espaço e, consequentemente, expande outra região, gerando uma bolha sem forma definida. Quando encordoamos uma raquete, “praticamente” o mesmo fenômeno acontece, porque quando o encordoador traciona uma corda a uma determinada tensão, o filamento puxa o aro da raquete ao encontro do lado oposto. Levamos em consideração que a raquete de tênis é um relógio com as marcações de 12 horas (como sendo a cabeça da raquete), 6 horas (a parte da garganta da raquete), 3 horas (o lado direito da raquete) e 9 horas (o seu lado esquerdo). Se executarmos a tensão na corda no sentido das 12 horas, o aro nesta posição se movimenta na direção das 6 horas e vice-versa, o mesmo acontecendo quando tracionamos a corda das 3 horas em relação às 9 horas.

Usar tensões diferentes nos filamentos verticais e horizontais gera uma raquete mais equilibrada e igualitária quanto à estabilidade de movimentação das cordas e ajuda a preservar a estrutura do aro

Normalmente no Brasil, utilizamos o padrão em libras como unidade de medida nas tensões de encordoamento, embora não estejamos acostumados a essa unidade de medida em nosso dia a dia. Afinal, uma libra equivale a quanto? Por isso, torna-se mais fácil tratarmos de quilogramas (kg), pois temos mais noção de uma massa de 1 kg.

Se utilizarmos uma tensão de 55 libras, teremos uma força de aproximadamente 25 kg, uma vez que 1 kg é equivalente a 2,2 libras. Então, cada vez que você solicita a um encordoador que ele “coloque” 55 libras em sua raquete, se a mesma tiver uma trama de 16 cordas verticais (também chamadas de mains) por 19 horizontais (crosses), significa que cada vez que ele tencionar uma dessas cordas, exercerá uma força de 25 kg em sua raquete contra o lado oposto, ou seja, ele estará contraindo sua raquete e a tornando milimetricamente menor do que ela é.

Podemos afirmar que as cordas verticais são maiores do que as horizontais nas raquetes de tênis e, quanto maior a corda, maior a tensão a ser aplicada para obtermos um determinado índice de rigidez “X”. Se desejarmos uma raquete uniforme e equilibrada, cordas maiores devem ter tensão maior, enquanto que cordas menores têm que apresentar tensões menores para ambas terem o mesmo índice de rigidez “X”, ou seja, não  se trata de um mito, mas há fundamentos científicos para tal configuração no encordoamento.

Auxílio no spin

Essa diferença de tensão nos filamentos horizontais e verticais gera uma raquete mais equilibrada e igualitária quanto à estabilidade de movimentação das cordas, principalmente das verticais, as quais são fundamentais no tênis moderno, uma vez que essa movimentação é responsável pela maior arma de um tenista atualmente, o efeito topspin. Quanto mais a corda vertical se estica no momento do contato com a bola de tênis e o quão fácil (e rápido) ela retorna ao seu local original, maior será o spin adquirido ao golpe. Portanto não ajudaria muito apresentar tensões iguais entre as cordas verticais e horizontais na trama, pois as crosses muito tensionadas inibem tal movimentação e exigem maior esforço físico e técnico do jogador, podendo ocasionar um estresse desnecessário. Em alguns casos, o exagero é tamanho que o tenista acaba mudando sua técnica e isso pode provocar uma lesão.

Se utilizarmos nas mains uma tensão de 55 libras (25 kg) e 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas crosses, as cordas verticais não estarão tão pressionadas e vão apresentar maior liberdade de movimentação, ajudando o tenista a gerar mais spin. Além disso, isso também evitará maior esforço físico e permitirá que ele use sua técnica normalmente e sem riscos de contusão. É parecido com a máxima da lei física de ação e reação, em que, se tivermos maior spin, teremos mais controle, já que esse efeito é uma forma de controlar a trajetória da bola, fazendo-a cair dentro da quadra.

Talvez uma desvantagem dessa diferença de tensão nas mains e nas crosses seja o fato de que quanto mais a corda se movimenta na trama, maior o seu desgaste e, assim, as chances de o jogador quebrar a corda aumentam.

Opção para controle

E se optarmos pelo inverso? Caso “colocarmos” 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas cordas verticais e 55 libras (25 kg) nas horizontais, as crosses, por estarem mais tensionadas, vão inibir o movimento das mains, deixando a trama de cordas mais rígida, o aro da raquete alguns milímetros menor no sentido das 3 horas às 9 horas, e alongam o formato da cabeça da raquete. Isso também não deixa de ser um novo jeito de controlar mais a batida, pois, com menos movimentação, o efeito estilingue de um encordoamento também estará inibido, gerando menos potência e mais controle. É uma excelente opção para quem dispara golpes mais retos, mais planos e com pouco topspin.

Resumo

Podemos afirmar que teremos como consequências de utilizar tensões diferentes nas cordas verticais e horizontais:

Vantagens

  • Um encordoamento mais estável;
  • Excelente controle de bola:

- seja através do spin para quem joga com mais efeito;
- seja através de uma trama mais rígida para quem bate mais reto na bola.

Desvantagens

  • Dependendo da configuração, as cordas verticais se movimentam mais, com a possibilidade de maior desgaste do filamento.

A maneira mais correta de saber o que se encaixa melhor para o seu jogo é testar as duas configurações com o mesmo tipo de corda, e as duas raquetes com a mesma tensão, porém invertidas. Faça o teste. Tenha uma raquete com 55 libras (25 kg) nas verticais e 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas cordas horizontais, e outra raquete com 53 libras (aproximadamente 24 kg) nas mains e 55 libras (25 kg) nas crosses. Vá para a quadra com as duas encordoadas no mesmo dia, pelo mesmo encordoador e divirta-se fazendo da sua quadra não só o seu terreno preferido, mas o seu laboratório para o que mais ama fazer, que é jogar tênis.

Ricardo Dipold é encordoador profissional MRT certificado pela USRSA, encordoador do circuito profissional certificado pela ERSA. Trabalha nos maiores eventos de tênis do Brasil, como o Rio Open e Brasil Open.
pontodecontato@raquetesparatenis.com.br



Original: http://revistatenis.uol.com.br/artigo/trabalhando-com-tensao_11687.html#ixzz44xnuAhx0

19. Clínica de Tênis Costão do Santinho




Diferente, única, divertida, inovadora, a clinica é um reduto exclusivo, especial em resort e natureza indescritível. All Inclusive, uma rara energia e privilégio a tenistas amantes de um bom tênis, boas companhias para treinar e jogar um tênis de excelência. Passar férias com a família e amigos. 
Reservas  www.clinicadetenis.com. Todas as idades e níveis.

Vejam o que acontecerá durante o mesmo período no Costão !!!!!





segunda-feira, 4 de abril de 2016

CTSG - Etapa de Farroupilha - Quadro de campeões


Quadro de Campeões

1ª Classe: Campeão: Ruzzarin Vice: Lopes 2ª Classe: Campeão: Pilati Vice: Maidana 3ª Classe: Campeão: Moraes Vice: Fagundes 1ª Classe: Campeão: Berbinger Vice: Schiler

1ª Classe Fem: Campeão: Valentina Vice: Tusset 2ª Classe Fem: Campeão: Tedesco Vice: Dutra 35 A: Campeão: Corrêa Vice: Bellé 35 B: Campeão: Zanotto Vice: Ongaratto

45: Campeão: Tramazoli Vice: Cenatti 55 : Campeão: Francheschini Vice: Chichelero 12 masc: Campeão: Fagundes Vice: Dondé 12 fem: Campeão: Tusset Vice: Fonsceca 10 masc: Campeão: Dondé Vice: Dondé

[ www.ctsg.com.br ]

sábado, 26 de março de 2016

19. Clínica de Tênis - Costão do Santinho (4 meses)

     4 meses !!!!  parece muito ?!

     A Clínica de Tênis, do Costão do Santinho, parceira já a alguns anos dos eventos da serra gaúcha, está disponibilizando condição especial para os tenistas e familiares da região.

     Curta a página do ' Grupo da Serra Gaúcha - Clínica de Tênis ' , entre em contato e consiga valores diferenciados para passar dias incríveis no resort de praia número 1 do Brasil, jogando muito tênis e com diversão garantida.


Maiores informações em: www.clinicadetenis.com

sexta-feira, 25 de março de 2016

Torre de Tandil !!


Data de nascimento: 23 de setembro de1988.
País: Argentina.
Local de nascimento: Tandil, Argentina.
Altura: 1.98 m
Peso: 97 kg
Empunhadura: Destro

Profissionalização: 2005

Seu apelido é “Torre de Tandil”. 

Começou a jogar tênis com sete anos. Em 2008 obteve uma sequencia vencedora abrangendo 23 partidas ao longo de cinco torneios. Conquistou seu primeiro título em Grand Slam no Aberto dos EUA 2009 derrotando Roger Federer na final, e Nadal na semifinal. Ele se tornou o segundo argentino e o homem mais jovem a ganhar o quinto título no Aberto dos EUA da “Era Open”. Del Potro conseguiu um ranking top 10 pela ATP, pela primeira vez em 6 de outubro de 2008. Em janeiro de 2010, chegou a um ranking da carreira de alta do mundo n. 4. Logo depois de atingir essa classificação, no entanto, teve que se retirar da maioria dos torneios em 2010 devido a lesão no pulso, e seu ranking despencou. Foram 3 cirurgias no punho esquerdo. Retornou neste ano e adaptou um slice no seu jogo, para proteger seu pulso.

Em Miami, prova que tem um coração gigante e amor pelo esporte.

É uma pena ver ele sofrendo tanto. 

Delpo é um exemplo dentro e fora das quadras e gostaria de ver ele tentando jogar com a esquerda com topspin !!!!

Boa sorte e que consiga se superar !

segunda-feira, 21 de março de 2016

2ª Copa Kenpo Sports de Tênis - Caxias do Sul

     3º Etapa do Circuito de Tênis da Serra Gaúcha 2016, no Recreio Cruzeiro !

     Inscrições até 03/04: www.ctsg.com.br

      Para mais informações, entra em contato:


(54) 3208.5546 / (54) 3208.5547
(54) 3039.7875 / (54) 9937.3835
 

#kenposports #ctsg #vemprocruzeiro

sábado, 19 de março de 2016

Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica.

Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica e muda comportamento de alunos da rede paulista.

Cerca de 80 alunos praticam o esporte dentro da unidade escolar

     A prática do tênis é usada como ferramenta pedagógica e agente transformador no comportamento dos alunos da E.E.Professora Zenaide Vilalva de Araújo, localizada em Barueri.      
    Cerca de 80 alunos praticam o esporte, por meio de um projeto realizado em parceria com a Fundação Tênis, há seis anos,  que também contempla as propostas do Currículo Oficial do Estado de São Paulo. 
 
     "Atende ao Currículo do Estado, que está aliado a proposta pedagógica da escola. O objetivo não é apenas que o aluno leia e escreva, mas que se aproprie de todas as formas de aprendizagem. O esporte é uma forma de aprendizagem lúdica”, explica Sirlene de Fátima Manoel, diretora da unidade escolar.

    Todos os alunos e ex-alunos da escola podem participar do projeto. "A nossa missão é dar oportunidade para as crianças e os adolescentes reescreverem seu projeto de vida praticando o tênis", explica Marina de Lima Sodré, coordenadora da Fundação Tênis.

     Muitos motivos levaram os alunos a se aproximar do tênis. “A Beatriz Murteiro tem um histórico complicado, mas isso mudou até ela conhecer o tênis. Conseguimos mostrar que ela pode ser melhor fora da quadra”, explica Marina de Lima Sodré.

    "O tênis representa muitas coisas na minha vida, como amizade, respeito e excelência. Eu, geralmente, chego mais cedo para ajudar e ensinar os meus amigos de outras turmas”, conta a aluna Beatriz Murteiro.  

     Para entrar na quadra de tênis e ingressar no esporte é fácil, basta ter disposição e registrar boas notas. A equipe da Fundação Tênis e a coordenação da escola trabalham em parceria no controle do comportamento dos alunos, de notas e de evolução de cada participante. Todos são observados com muito cuidado.

    Sendo assim, as histórias de superação são inúmeras dentro da unidade escolar e aumentam cada vez mais. "Temos um caso bem emblemático do aluno José Eduardo de Oliveira, que tem esquizofrenia e autismo. Ele está conosco há mais de quatro anos e não conseguia pegar  e enxergar uma bolinha. Atualmente ele  joga, troca bola, participa do torneiro e de competições e se relaciona melhor com as pessoas, comemora Marina de Lima Sodré.



Fonte: Portal da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

quarta-feira, 16 de março de 2016

Fernando Meligeni no Clube Juvenil - Time for Tennis !

Ola amigos tenistas da serra gaúcha !!

Vejam o recado do Fernando Meligeni !!!

video


     Está confirmado !!!!

     O Fernando Meligeni confirmou a presença e nos dias 06, 07 e 08 de maio de 2016, estará no clube Juvenil em Caxias do Sul para realização de uma clínica de tênis. Ele terá o apoio dos professores Roberto e Nestor Andreola, Fulvio Fagundes, Igor Machado e João Scarparo.

     Durante os próximos dias estaremos divulgando maiores detalhes.

     No evento, estamos programando, além da clínica, sessões de autógrafos do livro novo, que fará parte do kit dos participantes, sunset com música eletrônica no sábado do La Barra para participantes e convidados, jantar com pizzas e muitas outras novidades !!!




     Fernando Meligeni, também conhecido por Fininho, é considerado por diversos analistas esportivos, críticos de tênis e antigos tenistas como um dos dez maiores tenistas brasileiros da Era Aberta. Nascido na Argentina, Meligeni mudou-se para o Brasil ainda criança. Começou cedo no tênis, e em 1990, quando decidiu tornar-se profissional, teve que escolher qual país iria defender: Brasil ou Argentina. Optou pela nacionalidade brasileira. Disputou a Olimpíada de 1996 com a bandeira brasileira.
     
     Durante sua carreira, conquistou três títulos de nível ATP em simples e sete títulos em duplas, a maioria ao lado do seu compatriota Gustavo Kuerten. Chegou as semifinais do Torneio de Roland-Garros, em 1999, o que levou a ser N° 25 do ranking da ATP. Conquistou a medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2003.

     Meligeni ganhou fama e reconhecimento vencendo tenistas consagrados como Pete Sampras, David Nalbandián, Carlos Moyá, Andy Roddick, entre outros. 

     Fininho disputou quatro vezes o Torneio de Roland-Garros, sendo que sua melhor colocação foi a semifinal, em 1999. Dentre as outras grandes competições, Fininho participou do Masters Series de Monte Carlo, Roma e Barcelona.

Após encerrar a carreira, Fininho foi presença marcante em todos os eventos relacionados ao tênis brasileiro. Graças ao seu carisma, ele conquistou fãs dentro e fora das quadras. Atualmente é comentarista de tênis dos canais ESPN.


 O LIVRO:
     6/0 Dicas do Fino é uma obra em que os jogadores e os amantes deste esporte têm a oportunidade de se informar sobre os aspectos mais importantes do jogo. Como se estivesse batendo um papo com o leitor e contando boas histórias entre amigos, Fernando Meligeni consegue passar de maneira didática os principais segredos da prática do tênis. 
     Este livro é leitura obrigatória para todo tenista que deseja melhorar seu desempenho em quadra e para quem pretende conhecer profundamente como funciona essa modalidade.
      O livro fará parte do kit do tenista que participará do evento, juntamente com uma camisa e o sunset com jantar.

     Acompanhe o blog e fique sabendo das novidades e dias que serão abertas as inscrições.

VAGAS LIMITADÍSSIMAS !!!!
     
 O Clube Juvenil
      Ao se falar em Caxias do Sul, não se pode deixar de associar ao panorama da cidade um sentido de vida social intensa, vida refinada e culta, que nos é dada por uma entidade associativa:

O Clube Juvenil.

    O Clube Juvenil foi fundado em 19 de junho de 1905.
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terça-feira, 15 de março de 2016

A incrível história de Dominic Thiem – O caminho para o sucesso


Fonte: http://tenis-portugal.com

     O jovem austríaco de 22 anos foi submetido durante um período da sua ainda curta carreira aos mais duros testes que se podem pensar — alguns pouco ortodoxos — mas sem dúvida eficazes pelos resultados que tem vindo a apresentar. A publicação conta a história de vida de Thiem ao detalhe, fazendo uma alusão ao que passou para chegar onde está hoje. Uma incrível história de sacrifício!
     Desde muito cedo que Dominic Thiem chamou à atenção pelo seu grande talento e caráter dentro dos courts. Aos 17 anos, Ivan Lendl recomendou-o à Adidas para fecharem um contrato que durasse vários anos, contrato esse que ainda hoje os liga. Mas faltava algo a este rapaz. Apesar de toda a qualidade espelhada dentro de campo, Thiem não tinha a condição física desejada para um jogador do seu nível. O seu treinador de longa data, Gunter Bresnik, conhecia esse aspeto menos positivo e tentou encontrar um preparador físico que superasse essa limitação, mas sem sucesso. Foi então que surgiu Sepp Resnik.

     Tudo começou no outono de 2012, segundo conta a Fleisch Magazin, quando Bresnik e Resnik se encontraram. Resnik foi um super-atleta, talhado para fazer todas as provas que levam ao limite o corpo humano, como o Ironman, Ultra-Triatlos, dar a volta ao mundo em bicicleta ou cruzar o estreito de Gilbratar a nado. Foi este o homem a estar por detrás de Dominic Thiem, o que a sua própria mulher apelidava de “Ferrari Mouse”.

Dominic Thiem
Foto: fleischmagazin.at

     No final do ano de 2012, Gunter convidou o preparador físico para fazer uma avaliação e saber se este era capaz de o ajudar. Resnik observou o Thiem durante 10 minutos e rapidamente chegou a uma conclusão: “Gunter, já vi tudo. O rapaz pode fazer tudo da cintura para cima, mas não consegue fazer nada da cintura para baixo”, fazendo uma alusão à sua fraca condição física a nível de pernas e resistência.

     O carismático preparador físico aceitou trabalhar com Thiem mas não sem antes impor uma condição: Bresnik tinha que aceitar a utilização dos seus métodos excêntricos de treino. Bresnik aceita, assim como Thiem, apesar de algo receoso, dando início à colaboração durante a época natalícia ainda do ano de 2012.

O primeiro treino

     Dominic Thiem nem sabia o que o esperava. Logo no primeiro treino, Resnik levou o austríaco para o parque da academia militar em Wiener Neustadt, onde o fez correr 15 Km durante a noite. “Fomos correr a meio da noite porque assim não seriamos distraídos. Da primeira vez, o Dominic perguntou-me onde eram os balneários, ao qual eu respondi: os balneários são os troncos das árvores. E eu disse-lhe: o que esperavas mais à meia-noite? Quando eu disser direita, tu vais para a direita, quando eu disser esquerda tu vais para a esquerda. Eu já corri 60000 km neste parque, conheço-o como a palma da minha mão”.

     No primeiro treino juntos, Dominic Thiem parou 16 vezes para descansar em 15 quilómetros, revelou Resnik. “A pulsação do rapaz foi levada ao limite”. Duas semanas mais tarde, já só fez duas paragens.
Dominic Thiem

     Não havia conversas formais com Resnik, ele era um comunicador nato. Quando a conversa ia para o tema dormir e lhe era questionado como é que Dominic Thiem aguentaria dentro de court depois de no dia anterior ter corrido durante 15 km a meio da noite, o preparador físico dizia não existirem desculpas: “Durante anos treinei todas as noites. Todas as tardes eu ia de Viena até Wechsel de bicicleta [Wechsel fica numa montanha a 1700 metros de altitude a 100 km a sul de Viena]. E às 7:30 da manhã estava levantado a dizer bom dia aos meus colegas”.
Thiem não percebia o estilo de vida do seu preparador: “Quando é que dormias?”, perguntou o jovem. “Não dormia”, respondeu Resnik, “não dormi durante décadas”. Thiem não entendia, “um homem não pode viver sem dormir”. “Achas que eu estou mal? Não gasto o meu tempo a dormir”, finalizou Resnik.

     Resnik havia tido uma carreira militar durante a sua vida. Treinava das sete da tarde até às cinco da manhã e aos fins-de-semanas participava em corridas. Teve como mentor Hans Schackl, que lhe deu a ler um livro sobre a guerra para entender os seus métodos, o que faz de Thiem uma parte da obra de Hans.

     Enquanto estiveram juntos, o atual número 14 do ranking mundial nunca pisou um ginásio, pois Resnik não gostava desse método de treino. Corria pelos bosques, levantava troncos e nadava em rios gelados, continuando os treinos com a roupa molhada. “Fazia-o correr por um trilho durante duas horas, e a cada 5 minutos punha-lhe um tronco de 25 quilos nos ombros, e alternávamos entre nós. Também o obrigava a fazer agachamentos durante 45 minutos. Quando ele gritava (“não aguento mais”) por já não poder mais, por sentir dores, ele olhava para mim e eu dizia-lhe para não voltar a repetir o que disse. Se eu com 60 anos consigo fazer, tu com 20 devias conseguir o triplo”.

Dominic Thiem

     Passado pouco tempo, os resultados começaram a aparecer e Thiem começou a subir no ranking, continuando a demonstrar um grande caráter dentro de campo. Resnik dizia-lhe que “quando entrares para dentro de campo és um animal, isto não é um jogo, mas sim a guerra”.
Sepp Resnik retirou-se há dois anos, mas com a consciência de ter cumprido a missão a que se propôs. Deu a Thiem dois livros, um sobre Budismo Zen, para aprender a respirar bem, e outro sobre autonomia. Hoje em dia, Thiem deixou para trás os treinos noturnos, desfrutando agora de passeios pelos lugares que outrora significaram dor e sacrifícios, mas certamente não se arrepende de todos os treinos na escuridão.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Time for Tennis, o evento !


EM  BREVE  NOVIDADE  QUE MOVIMENTARÁ O TÊNIS NA SERRA !!!!

Há 17 anos, Monte Carlo recebeu o maior jogo entre Guga e Meligeni !

     Guga, era o 19º colocado no ranking mundial da ATP e enfrentou nas oitavas-de-final, Fernando Meligeni, 51º colocado naquele ano, por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 7/6 (7/2 no tie-break), após 1h14 de partida.


     O catarinense abriu 4/2 e quebrou mais uma vez o saque do amigo no game seguinte, para depois sacar para fechar o set em 6/2, em 27 minutos. Na segunda série, foi Guga quem perdeu o serviço no início, quando o placar marcava 2/1 para Meligeni. O brasileiro chegou a abrir 5/2 e sacou para o set com 5/3. Mas Guga reverteu a situaçao, quebrou o serviço de Meligeni e levou a decisao para o tie-break, no qual fez 7/2.

    "Nao gosto muito de jogar contra um brasileiro, ainda mais contra o Fernando que é um grande amigo meu. Nao me sinto totalmente à vontade, como quando jogo com outros caras. É estranho ir lá e ter de fazer de tudo para ganhar do cara. Mas é assim que tem de ser e se eu nao fizer o meu melhor, vou perder. Fomos lá, jogamos, eu ganhei e agora tudo continua igual," disse Kuerten.  






quinta-feira, 10 de março de 2016

Campeonato Internacional Juvenil de Tênis - POA


http://www.campeonatointernacional.com.br/



O Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre,chega em 2016 comemorando 33 anos de sucesso absoluto no cenário esportivo mundial. Considerada a mais importante competição latino-americana juvenil de tênis, o Campeonato acontece de 12 a 20 de março (qualifying nos dias 12 e 13 e chave principal de 14 a 20). Em sua última edição o Campeonato reuniu jogadores de mais de 50 países.

Ao longo de sua história o evento já contou com a participação de milhares de tenistas de todos os continentes, que chegam a Porto Alegre com a certeza de encontrar um grande torneio, com características semelhantes às de uma competição profissional e em alguns casos até mesmo superior, tamanha é a estrutura oferecida aos tenistas, técnicos, pais, dirigentes e árbitros. Este conceito é fruto da dedicação e do trabalho que a PROTENIS Promoções Esportivas vem desenvolvendo desde a primeira edição do evento, em 1984.

Outro aspecto marcante a ser destacado é que este evento é o único evento esportivo patrocinado durante toda a sua existência pela mesma empresa, no caso a GERDAU, algo inédito em se tratando de uma competição esportiva. Este fato mereceu inclusive o reconhecimento por 5 anos consecutivos, no Prêmio Tênis.  Os Melhores de 2009,  os Melhores de 2010, onde foi feita uma homenagem ao empresário Frederico Gerdau Johannpeter pelo apoio dedicado ao tênis, os Melhores de 2011, os Melhores de 2012 e os melhores de 2013.

O Prêmio Tênis – Os melhores do Ano, é promovido pela Revista TÊNIS, em parceria com a CBT – Confederação Brasileira de Tênis, e desde 2009 escolhe os melhores tenistas, torneios e destaques da temporada, é um evento que homenageia os principais destaques do tênis no ano e é considerado o Oscar do tênis brasileiro.


EX-CAMPEÕES | Nomes hoje consagrados no Circuito Profissional passaram pela Copa Gerdau de Tênis nestes 30 anos. Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros, foi campeão dos 18 anos em 94. Andy Roddick, David Nalbandian, Joachim Johansson, Fernando Gonzalez, Jo Wilfried Tsonga, Mariano Zabaleta e Juan Martin del Potro (que participou de quatro edições da Copa Gerdau) foram outros destaques.

Em 2014 o brasileiro Orlando Luz conquistou o título de campeão. O brasileiro venceu o belga Clement Geens. O tenista de 16 anos levantou o troféu após dois sets, ganhando com parciais de 6/4 e 6/2. O último brasileiro a vencer no torneio foi o cearense Thiago Monteiro, campeão em 2011. No ano de 2015 O brasileiro Orlando Luz comemorou a conquista do bicampeonato.  Orlandinho, 17 anos e atual número 2 do ranking mundial da categoria, derrotou o americano William Blumberg, 17 anos e cabeça número 6 do torneio, em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4. A partida levou uma hora e 50 minutos de duração.


IMPRENSA | O Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre, realizado nas quadras de dois grandes clubes – Associação Leopoldina Juvenil e Sogipa - conta com uma ampla cobertura da imprensa, tanto em mídia eletrônica (TV, Rádio, Internet) quanto em mídia impressa (jornais, informativos e revistas especializadas).

HISTÓRIA | A primeira edição deste Campeonato, conhecido anteriormente como Copa Gerdau de Tênis, aconteceu em 1984, apenas na categoria 18 anos e restrita a jogadores locais. Até 1986, o evento foi disputado em categoria única, contando pontos para o ranking estadual. A partir de 1987 o evento cresceu, passando a contar pontos no ranking brasileiro e abrindo espaço para disputas também nos 12, 14 e 16 anos. Em 1991, a Copa Gerdau passou a contar pontos para o ranking da Confederação Sul-Americana nos 14, 16 e 18 anos. Em 1993 a categoria 18 anos passou a valer pontos para o ranking da ITF como evento do Grupo 5, onde permaneceu até 1994. Em 95, passou para o Grupo 4 da ITF, onde ficou até 1997. Em 98, subiu para o Grupo 3, onde ficou até o ano 2000. Em 2001 a Copa Gerdau de Tênis passou a integrar o Grupo 2 da ITF e no ano de 2004 chegou ao Grupo 1, onde permaneceu até 2006.

Em 2007 a Copa Gerdau, foi elevada ao Grupo A, o mais importante nível mundial, ao lado do Orange Bowl (USA), Italian Open, Osaka Cup, Casablanca Cup, Wimbledon, Roland Garros, US Open e Australian Open. A ITF (Federação Internacional de Tênis) e a Cosat (Confederação Sul-americana) concederam esta qualificação à Copa Gerdau, tornando-a um evento do Grupo A, e fazendo com que o torneio ingressasse de forma merecida no seleto grupo de nove competições internacionais que contam com esta graduação.

Em 2010, a Copa Gerdau passou a se chamar Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre, como hoje é conhecida, contando com o apoio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o que se repetiu nos anos de 2011, 2013, 2014, 2015  e se repetirá novamente em 2016.

No ano de 2013, o grupo Itaú passou a ser juntamente com a Gerdau, patrocinador principal do evento. Repetindo esta parceria em 2014, 2015 e também neste ano de 2016.

Fonte: http://www.campeonatointernacional.com.br/

segunda-feira, 7 de março de 2016

‘6/0 Dicas do Fino’, uma nova referência nas livrarias.


Fonte: http://saqueevoleio.blogosfera.uol.com.br/ (editado)


     O que eu mais gostei em “6/0 Dicas do Fino” foi o livro não se restringir ao que acontece dentro de quadra.

     O semifinalista de Roland Garros (1999) fala de questões técnicas e estratégicas, mas também aborda questões sobre tênis para crianças, relacionamento entre pais e técnicos e vários momentos cruciais na vida de um tenista como “Quando decidir pela profissionalização?”, “Circuito mundial ou universitário?” e “Como fazer uma transição bem feita?”

     A impressão que tive ao ler pela primeira vez é que “6/0 Dicas do Fino” é um excelente livro de cabeceira/referência. É para tenistas amadores que querem melhorar seu jogo, para juvenis que ainda estão descobrindo seu caminho e para pais de tenistas buscam referências de como orientar seus filhos.

     Qualquer que seja o seu momento no tênis, o livro tem algo para você. E, quem sabe, daqui a dez ou 15 anos, quando o tenista amador de hoje tiver um filho jogando tênis, ele vai poder voltar a consultar “6/0 Dicas do Fino” em busca de referências sobre como lidar com as novas situações.

     Aliás, é importante ter em mente o livro assim, mais como referência do que como um conjunto de regras a seguir. Meligeni vive o tênis há 40 anos e, mesmo assim, deixa claro logo nas primeiras páginas: “Não tenho a pretensão de ter escrito uma obra que contenha todas as verdades do tênis. Também não almejo que ninguém concorde com todos os meus pontos de vista e siga incondicionalmente minhas orientações. O desejo é iniciar uma discussão.”

E quem vai negar que Meligeni sempre foi ótimo em iniciar discussões?

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terça-feira, 1 de março de 2016

Alongar ou não alongar: eis a questão.

Fonte: https://www.tenisproshop.com.br/

Nos últimos meses muitos atletas têm perguntado a respeito dos alongamentos, se realmente são necessários ou não, em virtude de pesquisas que estão sendo desenvolvidas nos últimos anos na área esportiva. Cuidado com os ouvidos, pois ainda não existe nada conclusivo a respeito.
 
As lesões musculares, dentre tantas outras que podem acometer os tenistas, sempre foi campo de estudo na traumatologia do esporte. Principalmente pelo fato de cada médico ter o seu próprio tratamento – se perguntarmos a um grupo de ortopedistas como cada uma trata uma lesão muscular dificilmente duas respostas vão ser exatamente iguais.
 
Podemos até questionar muitos tópicos em termos de tratamento, mas quando falamos de prevenção a única dúvida que não se deve ter hoje é que o alongamento muscular deve ser realizado antes da prática esportiva. Não quero dizer com isto que fazendo alongamento você nunca vai se lesionar, mas com certeza vai diminuir o risco de lesões musculares e articulares.
 
É importante que se descreva aqui os dois tipos de alongamento que podemos realizar. Um é o chamado alongamento estático, aquele que todo mundo vê em desenhos nas academias de tênis e de ginástica, que é feito sem movimento do corpo. O mais importante para o tenista, porém, é o chamado alongamento dinâmico, que deve ser realizado com os gestos esportivos do tênis (como simulando uma subida a rede com a raquete na mão, um deslocamento lateral para pegar uma bola esticada na direita, entre outros). No quadro abaixo você tem o exemplo de uma seqüência de alongamento que já melhora as suas chances de prevenir lesões. 

Dr. Rogério Teixeira da Silva
Ortopedista e Médico do Esporte
www.neo.org.br / rogerio@neo.org.br
docroger.blogspot.com
 
 
 
 
 
Colocar num quadro – 15 minutos que valem muito
 
Antes de alongar realize uma corrida leve (trote) em volta da quadra por cerca de 3 a 5 minutos.
 
Alongue a musculatura dos braços e pernas por cerca de 5 minutos (mas do que isto ninguém vai fazer mesmo), mantendo cada posição de alongamento por cerca de 15 a 20 segundo.
 
Exercite por mais uns 3 a 5 minutos movimentos específicos do tênis – direita, esquerda e voleios, por exemplo, procurando chegar a extremos dos movimentos com os membros inferiores alongado.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A vida de um fisio da ATP - Alejandro Resnicoff


Tênis Profissional

Por Ariane Ferreira (http://tenisnews.band.uol.com.br) -

     Eles têm três minutos para acabar dores e devolver tenistas à partidas. Entretanto, pouco fãs do esporte conhecem o trabalho da equipe de fisioterapia da ATP. Por isso, conversamos com o argentino Alejandro Resnicoff.


     Alejandro Resnicoff é um dos 15 terapeutas que trabalham no circuito viajando por todo o mundo para prevenir, cuidar e tratar de todos os atletas do circuito profissional.
      Há seis anos trabalhando para a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) e há 19 no tênis, Resnicoff foi tenista quando jovem , mas conta que optou pelos estudos da fisioterapia por outras razões não ligadas a qualquer esporte. "Para ser sincero, nunca pensei em trabalhar com tênis, esporte, com jogadores em individual como já fiz, mas as coisas foram acontecendo", contou.
      Fluente em português, português mesmo nada de portunhol, italiano, e obviamente em espanhol, Resnicoff é poliglota como a maioria dos profissionais do circuito para tornar ainda mais fácil a vida dos jogadores em todo o mundo.
      "Somos fisioterapeutas. Antigamente não era assim na ATP, eram todos trainers. Inclusive na TV falam isso sempre quando estamos em quadra, mas não existem mais traines. Temos uma formação diferentes", iniciou Resnicoff falando sobre sua função no circuito mundial.
     "Cuidamos dos jogadores durante os torneios, ou seja: antes, durante e depois dos jogos. Tanto as lesões que venham a ter como em nível preventivo em função do jogo ou da carga do jogo. Também das viagens", prosseguiu o argentino que contou que o fato de conhecerem a todos os jogadores a muito tempo isso facilita na resolução de um "problema que possa surgir" ou na prevenção de um pré-existente.
     Resnicoff revela que a equipe de fisioterapeutas da ATP trabalha basicamente com a prevenção, seja ela dada no aquecimento para uma partida a até, inclusive, preparar planos de curto, médio e longo prazo em "função de alguma deficiencia que o jogador possa apresentar. "A gente avalia, faz um plano e dá a ele ou mesmo plano de recuperação de lesão 'aguda' ou que ocorra em função de alguma carga excessiva", comentou.
     O trabalho de Alejandro Resnicoff e seus colegas realmente aparece quando são chamados à quadra em virtude de algum problema com os tenistas e em 'milagrosos' três minutos solucionam praticamente todos os tipos de problemas. O argentino falou sobre a pressão do momento em quadra: "De fato a gente trabalha com pressão Pois quando se está na quadra sempre se trabalha com pressão.     
      Lidamos com isso o tempo todo. Quando um jogador te chama na quadra a gente tem que seguir um regulamento que temos, que consiste basicamente em fazer uma avaliação o mais rápido possível. Porque há outro jogador na quadra e o jogo precisa ficar parado menos tempo possível, para evitar prejuízo para o outro jogador. E nesse período, decidir se vai tratar ou não, essa lesão, também com base no regulamento. Existem lesões que podem ser tratadas e outras que não podem ser tratadas", esclarece.
     Resnicoff ainda pontua: "A gente lida com a pressão o tempo todo. E também tem uma coisa que sempre está ali é até você chegar e ver, você não sabe se é uma lesão legítima ou não. Por isso, a avaliação tem que ser muito precisa".
O argentino conta que havendo possibilidade de tratamento da lesão, os três minutos são suficientes. Alejandro também destacou que as lesões que são tratadas em quadra são as que realmente melhorarão neste pequeno período de tempo. A ideia, segundo o fisioterapeuta é que o jogador volte melhor para um bom jogo.
      Alejandro contra que eles, enquanto profissionais, podem sugerir aos atletas que se preservem, até mesmo para sair de um jogo, mas pontua que "a decisão final é sempre do jogador. Tanto a de se retirar como a de continuar. O que podemos a gente pode orientá-lo é que de acordo com o problema que ele pode vir a ter em razão da lesão ou se pode se agravar no jogo. Sempre alertamos os prós e contras", revelou.
      Ainda de acordo com o profissional argentino, em casos de inconsciência ou mesmo um problema em que o tenista não "teria a claridade mental para compreender a própria situação", são outros profissionais do staff da ATP que decidem, sob orientações dos fisioterapeutas.
     O fisioterapeuta contou ainda que uma das maiores queixas dos jogadores no pós jogo são dores e desgastes causados pela carga física do jogo em si. Entretanto pontuou que as condições do torneio tornam as reclamações comuns àquela semana e deu exemplos.
      "Você tem um torneio que se joguem lugar quente, ou em um dia de muito calor, no saibro, e tem dois jogadores que jogam rallies longos e fazem três horas de jogo. Aí no mesmo torneio um jogo com dois sacadores, que definem na segunda bola. No primeiro caso será uma série de demandas causadas pelo desgaste físico. No outro, pode gerar necessidade de trabalho com uma patologia (lesão) específica", exemplificou.

      O argentino contou como é a vida no circuito viajando mais de 30 semanas por ano ao redor do mundo: "É bom, mas cansativo. Todos nós da ATP, não só fisios, temos as mesmas dificuldades viajando, a maioria de nós tem família, então é muito duro. Mas temos um entrosamento muito bom entre nós. Trabalhamos com um time muito bom e isso nos ajuda para que tudo flua melhor. Em qualquer escritório ou ambiente de trabalho tendo o clima positivo, as coisas são sempre melhores. A gente diz que temos o privilégio de trabalhar com o que a gente gosta e no que sempre desejamos. No que é o melhor do tênis. Assim como os jogadores pagamos um custo alto".

     Os fisioterapeutas também são muitas vezes o único apoio que tenistas têm no circuito, pois não viajam com equipe com treinador, seu próprio fisioterapeuta e preparador físico.