sábado, 26 de março de 2016
19. Clínica de Tênis - Costão do Santinho (4 meses)
A Clínica de Tênis, do Costão do Santinho, parceira já a alguns anos dos eventos da serra gaúcha, está disponibilizando condição especial para os tenistas e familiares da região.
Curta a página do ' Grupo da Serra Gaúcha - Clínica de Tênis ' , entre em contato e consiga valores diferenciados para passar dias incríveis no resort de praia número 1 do Brasil, jogando muito tênis e com diversão garantida.
Maiores informações em: www.clinicadetenis.com
sexta-feira, 25 de março de 2016
Torre de Tandil !!
Data de nascimento: 23 de setembro de1988.
País: Argentina.
Local de nascimento: Tandil, Argentina.
Altura: 1.98 m
Peso: 97 kg
Empunhadura: Destro
Profissionalização: 2005
Seu apelido é “Torre de Tandil”.
Começou a jogar tênis com sete anos. Em 2008 obteve uma sequencia vencedora abrangendo 23 partidas ao longo de cinco torneios. Conquistou seu primeiro título em Grand Slam no Aberto dos EUA 2009 derrotando Roger Federer na final, e Nadal na semifinal. Ele se tornou o segundo argentino e o homem mais jovem a ganhar o quinto título no Aberto dos EUA da “Era Open”. Del Potro conseguiu um ranking top 10 pela ATP, pela primeira vez em 6 de outubro de 2008. Em janeiro de 2010, chegou a um ranking da carreira de alta do mundo n. 4. Logo depois de atingir essa classificação, no entanto, teve que se retirar da maioria dos torneios em 2010 devido a lesão no pulso, e seu ranking despencou. Foram 3 cirurgias no punho esquerdo. Retornou neste ano e adaptou um slice no seu jogo, para proteger seu pulso.
Em Miami, prova que tem um coração gigante e amor pelo esporte.
É uma pena ver ele sofrendo tanto.
Delpo é um exemplo dentro e fora das quadras e gostaria de ver ele tentando jogar com a esquerda com topspin !!!!
Boa sorte e que consiga se superar !
segunda-feira, 21 de março de 2016
2ª Copa Kenpo Sports de Tênis - Caxias do Sul
Inscrições até 03/04: www.ctsg.com.br
Para mais informações, entra em contato:
(54) 3208.5546 / (54) 3208.5547
(54) 3039.7875 / (54) 9937.3835
#kenposports #ctsg #vemprocruzeiro
sábado, 19 de março de 2016
Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica.
Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica e muda comportamento de alunos da rede paulista.
Alunos paulistas participam de atividade esportiva
Cerca de 80 alunos praticam o esporte dentro da unidade escolar
quarta-feira, 16 de março de 2016
Fernando Meligeni no Clube Juvenil - Time for Tennis !
O Clube Juvenil foi fundado em 19 de junho de 1905.
Siga @Estadao no Twitter
terça-feira, 15 de março de 2016
A incrível história de Dominic Thiem – O caminho para o sucesso
Fonte: http://tenis-portugal.com
O primeiro treino
segunda-feira, 14 de março de 2016
Há 17 anos, Monte Carlo recebeu o maior jogo entre Guga e Meligeni !
Guga, era o 19º colocado no ranking mundial da ATP e enfrentou nas oitavas-de-final, Fernando Meligeni, 51º colocado naquele ano, por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 7/6 (7/2 no tie-break), após 1h14 de partida.
quinta-feira, 10 de março de 2016
Campeonato Internacional Juvenil de Tênis - POA
Ao longo de sua história o evento já contou com a participação de milhares de tenistas de todos os continentes, que chegam a Porto Alegre com a certeza de encontrar um grande torneio, com características semelhantes às de uma competição profissional e em alguns casos até mesmo superior, tamanha é a estrutura oferecida aos tenistas, técnicos, pais, dirigentes e árbitros. Este conceito é fruto da dedicação e do trabalho que a PROTENIS Promoções Esportivas vem desenvolvendo desde a primeira edição do evento, em 1984.
Outro aspecto marcante a ser destacado é que este evento é o único evento esportivo patrocinado durante toda a sua existência pela mesma empresa, no caso a GERDAU, algo inédito em se tratando de uma competição esportiva. Este fato mereceu inclusive o reconhecimento por 5 anos consecutivos, no Prêmio Tênis. Os Melhores de 2009, os Melhores de 2010, onde foi feita uma homenagem ao empresário Frederico Gerdau Johannpeter pelo apoio dedicado ao tênis, os Melhores de 2011, os Melhores de 2012 e os melhores de 2013.
O Prêmio Tênis – Os melhores do Ano, é promovido pela Revista TÊNIS, em parceria com a CBT – Confederação Brasileira de Tênis, e desde 2009 escolhe os melhores tenistas, torneios e destaques da temporada, é um evento que homenageia os principais destaques do tênis no ano e é considerado o Oscar do tênis brasileiro.
Em 2007 a Copa Gerdau, foi elevada ao Grupo A, o mais importante nível mundial, ao lado do Orange Bowl (USA), Italian Open, Osaka Cup, Casablanca Cup, Wimbledon, Roland Garros, US Open e Australian Open. A ITF (Federação Internacional de Tênis) e a Cosat (Confederação Sul-americana) concederam esta qualificação à Copa Gerdau, tornando-a um evento do Grupo A, e fazendo com que o torneio ingressasse de forma merecida no seleto grupo de nove competições internacionais que contam com esta graduação.
Em 2010, a Copa Gerdau passou a se chamar Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre, como hoje é conhecida, contando com o apoio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o que se repetiu nos anos de 2011, 2013, 2014, 2015 e se repetirá novamente em 2016.
No ano de 2013, o grupo Itaú passou a ser juntamente com a Gerdau, patrocinador principal do evento. Repetindo esta parceria em 2014, 2015 e também neste ano de 2016.
quarta-feira, 9 de março de 2016
CTSG - Etapa Farroupilha - 8. Copa Hermelu - Programação
Prestigie !!!
segunda-feira, 7 de março de 2016
‘6/0 Dicas do Fino’, uma nova referência nas livrarias.
Fonte: http://saqueevoleio.blogosfera.uol.com.br/ (editado)
terça-feira, 1 de março de 2016
Alongar ou não alongar: eis a questão.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
A vida de um fisio da ATP - Alejandro Resnicoff
Por Ariane Ferreira (http://tenisnews.band.uol.com.br) -
Eles têm três minutos para acabar dores e devolver tenistas à partidas. Entretanto, pouco fãs do esporte conhecem o trabalho da equipe de fisioterapia da ATP. Por isso, conversamos com o argentino Alejandro Resnicoff.
Alejandro Resnicoff é um dos 15 terapeutas que trabalham no circuito viajando por todo o mundo para prevenir, cuidar e tratar de todos os atletas do circuito profissional.
Há seis anos trabalhando para a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) e há 19 no tênis, Resnicoff foi tenista quando jovem , mas conta que optou pelos estudos da fisioterapia por outras razões não ligadas a qualquer esporte. "Para ser sincero, nunca pensei em trabalhar com tênis, esporte, com jogadores em individual como já fiz, mas as coisas foram acontecendo", contou.
Fluente em português, português mesmo nada de portunhol, italiano, e obviamente em espanhol, Resnicoff é poliglota como a maioria dos profissionais do circuito para tornar ainda mais fácil a vida dos jogadores em todo o mundo.
"Somos fisioterapeutas. Antigamente não era assim na ATP, eram todos trainers. Inclusive na TV falam isso sempre quando estamos em quadra, mas não existem mais traines. Temos uma formação diferentes", iniciou Resnicoff falando sobre sua função no circuito mundial.
"Cuidamos dos jogadores durante os torneios, ou seja: antes, durante e depois dos jogos. Tanto as lesões que venham a ter como em nível preventivo em função do jogo ou da carga do jogo. Também das viagens", prosseguiu o argentino que contou que o fato de conhecerem a todos os jogadores a muito tempo isso facilita na resolução de um "problema que possa surgir" ou na prevenção de um pré-existente.
Resnicoff revela que a equipe de fisioterapeutas da ATP trabalha basicamente com a prevenção, seja ela dada no aquecimento para uma partida a até, inclusive, preparar planos de curto, médio e longo prazo em "função de alguma deficiencia que o jogador possa apresentar. "A gente avalia, faz um plano e dá a ele ou mesmo plano de recuperação de lesão 'aguda' ou que ocorra em função de alguma carga excessiva", comentou.
O trabalho de Alejandro Resnicoff e seus colegas realmente aparece quando são chamados à quadra em virtude de algum problema com os tenistas e em 'milagrosos' três minutos solucionam praticamente todos os tipos de problemas. O argentino falou sobre a pressão do momento em quadra: "De fato a gente trabalha com pressão Pois quando se está na quadra sempre se trabalha com pressão.
Lidamos com isso o tempo todo. Quando um jogador te chama na quadra a gente tem que seguir um regulamento que temos, que consiste basicamente em fazer uma avaliação o mais rápido possível. Porque há outro jogador na quadra e o jogo precisa ficar parado menos tempo possível, para evitar prejuízo para o outro jogador. E nesse período, decidir se vai tratar ou não, essa lesão, também com base no regulamento. Existem lesões que podem ser tratadas e outras que não podem ser tratadas", esclarece.
Resnicoff ainda pontua: "A gente lida com a pressão o tempo todo. E também tem uma coisa que sempre está ali é até você chegar e ver, você não sabe se é uma lesão legítima ou não. Por isso, a avaliação tem que ser muito precisa".
O argentino conta que havendo possibilidade de tratamento da lesão, os três minutos são suficientes. Alejandro também destacou que as lesões que são tratadas em quadra são as que realmente melhorarão neste pequeno período de tempo. A ideia, segundo o fisioterapeuta é que o jogador volte melhor para um bom jogo.
Alejandro contra que eles, enquanto profissionais, podem sugerir aos atletas que se preservem, até mesmo para sair de um jogo, mas pontua que "a decisão final é sempre do jogador. Tanto a de se retirar como a de continuar. O que podemos a gente pode orientá-lo é que de acordo com o problema que ele pode vir a ter em razão da lesão ou se pode se agravar no jogo. Sempre alertamos os prós e contras", revelou.
Ainda de acordo com o profissional argentino, em casos de inconsciência ou mesmo um problema em que o tenista não "teria a claridade mental para compreender a própria situação", são outros profissionais do staff da ATP que decidem, sob orientações dos fisioterapeutas.
O fisioterapeuta contou ainda que uma das maiores queixas dos jogadores no pós jogo são dores e desgastes causados pela carga física do jogo em si. Entretanto pontuou que as condições do torneio tornam as reclamações comuns àquela semana e deu exemplos.
"Você tem um torneio que se joguem lugar quente, ou em um dia de muito calor, no saibro, e tem dois jogadores que jogam rallies longos e fazem três horas de jogo. Aí no mesmo torneio um jogo com dois sacadores, que definem na segunda bola. No primeiro caso será uma série de demandas causadas pelo desgaste físico. No outro, pode gerar necessidade de trabalho com uma patologia (lesão) específica", exemplificou.
O argentino contou como é a vida no circuito viajando mais de 30 semanas por ano ao redor do mundo: "É bom, mas cansativo. Todos nós da ATP, não só fisios, temos as mesmas dificuldades viajando, a maioria de nós tem família, então é muito duro. Mas temos um entrosamento muito bom entre nós. Trabalhamos com um time muito bom e isso nos ajuda para que tudo flua melhor. Em qualquer escritório ou ambiente de trabalho tendo o clima positivo, as coisas são sempre melhores. A gente diz que temos o privilégio de trabalhar com o que a gente gosta e no que sempre desejamos. No que é o melhor do tênis. Assim como os jogadores pagamos um custo alto".
Os fisioterapeutas também são muitas vezes o único apoio que tenistas têm no circuito, pois não viajam com equipe com treinador, seu próprio fisioterapeuta e preparador físico.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
O jogo interior do tênis.
Fonte: administradores.com.br
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Novidades sobre tendinites no atleta.
FONTE: TENISPROSHOP.COM.BR
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Sweet Spot
Sweet Spot
Sweet Spot ou "Ponto Doce" de uma raquete, é uma determinada área ovalada próxima a região central das cordas.
É onde deveríamos e gostaríamos sempre de bater e rebater as bolas!
Fazendo uma analogia, é o "chute na veia" do futebol. ·
Note que quando batemos a bola fora deste Sweet Spot, o aro tende a produzir efeitos indesejáveis como torção e vibração exagerados. Esses efeitos repetidos por algum tempo, podem causar inúmeros incômodos ao braço, entre eles o temido Tennis Elbow.
Portanto, jogadores recreacionais devem usar de preferência, raquetes com grande Sweet Spot, geralmente encontrados nas raquetes de perfil largo, com menor número de cordas e maior área de cabeça.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Identifique seu swing !!
É o movimento de braço e corpo que o tenista faz ao rebater a bola.
Em geral nato de um indivíduo, o tamanho do swing pode ser modificado durante sua carreira tenística, mas o mais comum é que ele mantenha seu desejo natural de fazer tal movimento.
O tamanho do swing modificado forçadamente, ao longo de uma carreira, pode trazer alguns incômodos físicos. Portanto, se você não tem pretensões profissionais, fique com aquele que a natureza lhe definiu.
Obviamente muitos principiantes não sabem ler o próprio swing. Nesse caso sugerimos o seguinte exercício:
Com uma raquete de tênis empunhada na mão, peça para alguém lançar uma bola de tênis a um metro de distância do seu corpo. Tente rebatê-la! Independente de acertá-la ou não, o curso da raquete em espera até a finalização do golpe, define o tamanho do swing. A partir dai, tente identificá-lo em uma das três figuras abaixo.
Ah! Não tem a raquete e a bolinha de tênis! Então simule a mesma situação com um pedaço de madeira de aproximadamente 70 centímetros de comprimento e 300 gramas de peso, e tente rebater uma bolinha qualquer.
Um swing pode ter "n" tamanhos. Mas para facilitar, vamos dividi-los em três grupos:
Aos jogadores que se enquadram na categoria "swing curto", sugerimos buscar as raquetes geradoras de velocidade de bola, compensando assim seu curto movimento.
Esta característica de velocidade de bola pode ser encontrada nas raquetes de perfil largo, área de cabeça maior, menos cordas (veja potência/controle), comprimento longo, equilíbrio deslocado para a cabeça ou equilibradas e de menor flexibilidade.
Aos da categoria "swing longo", sugerimos as raquetes geradoras de controle de bola.
Essa característica de controle de bola é comum nas raquetes de perfil fino, área da cabeça menor, mais cordas (veja potência/controle), comprimento padrão, equilíbrio deslocado para o cabo ou equilibrada e mais flexíveis.
E, aos jogadores com swing médio, bastante comum aos tenistas brasileiros, vamos sugerir as raquetes com boa relação velocidade/controle de bola. Ou seja, as de perfil, área de cabeça, número de cordas (veja potência/controle), comprimento, equilíbrio e flexibilidade intermediários.
Considerações gerais.
É muito importante saber que, tentar adaptar seu swing a uma determinada raquete é um erro grave. Isso pode afetar sua evolução em quadra e a saúde de seu braço. O correto é encontrar uma raquete que se adeque ao seu swing.
Não menos importante é saber que, o tamanho do swing não representa necessariamente a qualidade de um jogador. Como exemplo, podemos afirmar que não são poucos os profissionais com swing curto e principiantes com swing longo.
É possível uma raquete ser adequada a dois tamanhos de swing! Mas, use isso como recurso e não como regra.
Veja o exemplo:
Uma raquete para jogadores com swing médio, pode ser usada por outro com swing curto, desde que se use recursos para aumentar a velocidade de bola, como cordas finas e baixa tensão.
A mesma raquete (para jogadores com swing médio) também pode ser usada por jogadores com swing longo, bastando usar cordas grossas e tensão maior.
Agora veja o resumo de todas as possibilidades:
Jogadores com swing curto podem usar raquetes para swing médio (com cordas finas e baixa tensão).
Jogadores com swing médio podem usar raquetes para swing curto (com cordas grossas e alta tensão).
Jogadores com swing médio podem usar raquetes para swing longo (com cordas finas e baixa tensão).
Jogadores com swing longo podem usar raquetes para swing médio (com cordas grossas e alta tensão).
É da união do "seu swing & raquete ideal" que nasce o prazer de jogar e evoluir no tênis.
Persistindo a dúvida, fale com o Jairo.
Fonte: TenisProShop





















