sábado, 26 de março de 2016

19. Clínica de Tênis - Costão do Santinho (4 meses)

     4 meses !!!!  parece muito ?!

     A Clínica de Tênis, do Costão do Santinho, parceira já a alguns anos dos eventos da serra gaúcha, está disponibilizando condição especial para os tenistas e familiares da região.

     Curta a página do ' Grupo da Serra Gaúcha - Clínica de Tênis ' , entre em contato e consiga valores diferenciados para passar dias incríveis no resort de praia número 1 do Brasil, jogando muito tênis e com diversão garantida.


Maiores informações em: www.clinicadetenis.com

sexta-feira, 25 de março de 2016

Torre de Tandil !!


Data de nascimento: 23 de setembro de1988.
País: Argentina.
Local de nascimento: Tandil, Argentina.
Altura: 1.98 m
Peso: 97 kg
Empunhadura: Destro

Profissionalização: 2005

Seu apelido é “Torre de Tandil”. 

Começou a jogar tênis com sete anos. Em 2008 obteve uma sequencia vencedora abrangendo 23 partidas ao longo de cinco torneios. Conquistou seu primeiro título em Grand Slam no Aberto dos EUA 2009 derrotando Roger Federer na final, e Nadal na semifinal. Ele se tornou o segundo argentino e o homem mais jovem a ganhar o quinto título no Aberto dos EUA da “Era Open”. Del Potro conseguiu um ranking top 10 pela ATP, pela primeira vez em 6 de outubro de 2008. Em janeiro de 2010, chegou a um ranking da carreira de alta do mundo n. 4. Logo depois de atingir essa classificação, no entanto, teve que se retirar da maioria dos torneios em 2010 devido a lesão no pulso, e seu ranking despencou. Foram 3 cirurgias no punho esquerdo. Retornou neste ano e adaptou um slice no seu jogo, para proteger seu pulso.

Em Miami, prova que tem um coração gigante e amor pelo esporte.

É uma pena ver ele sofrendo tanto. 

Delpo é um exemplo dentro e fora das quadras e gostaria de ver ele tentando jogar com a esquerda com topspin !!!!

Boa sorte e que consiga se superar !

segunda-feira, 21 de março de 2016

2ª Copa Kenpo Sports de Tênis - Caxias do Sul

     3º Etapa do Circuito de Tênis da Serra Gaúcha 2016, no Recreio Cruzeiro !

     Inscrições até 03/04: www.ctsg.com.br

      Para mais informações, entra em contato:


(54) 3208.5546 / (54) 3208.5547
(54) 3039.7875 / (54) 9937.3835
 

#kenposports #ctsg #vemprocruzeiro

sábado, 19 de março de 2016

Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica.

Tênis é utilizado como ferramenta pedagógica e muda comportamento de alunos da rede paulista.

Cerca de 80 alunos praticam o esporte dentro da unidade escolar

     A prática do tênis é usada como ferramenta pedagógica e agente transformador no comportamento dos alunos da E.E.Professora Zenaide Vilalva de Araújo, localizada em Barueri.      
    Cerca de 80 alunos praticam o esporte, por meio de um projeto realizado em parceria com a Fundação Tênis, há seis anos,  que também contempla as propostas do Currículo Oficial do Estado de São Paulo. 
 
     "Atende ao Currículo do Estado, que está aliado a proposta pedagógica da escola. O objetivo não é apenas que o aluno leia e escreva, mas que se aproprie de todas as formas de aprendizagem. O esporte é uma forma de aprendizagem lúdica”, explica Sirlene de Fátima Manoel, diretora da unidade escolar.

    Todos os alunos e ex-alunos da escola podem participar do projeto. "A nossa missão é dar oportunidade para as crianças e os adolescentes reescreverem seu projeto de vida praticando o tênis", explica Marina de Lima Sodré, coordenadora da Fundação Tênis.

     Muitos motivos levaram os alunos a se aproximar do tênis. “A Beatriz Murteiro tem um histórico complicado, mas isso mudou até ela conhecer o tênis. Conseguimos mostrar que ela pode ser melhor fora da quadra”, explica Marina de Lima Sodré.

    "O tênis representa muitas coisas na minha vida, como amizade, respeito e excelência. Eu, geralmente, chego mais cedo para ajudar e ensinar os meus amigos de outras turmas”, conta a aluna Beatriz Murteiro.  

     Para entrar na quadra de tênis e ingressar no esporte é fácil, basta ter disposição e registrar boas notas. A equipe da Fundação Tênis e a coordenação da escola trabalham em parceria no controle do comportamento dos alunos, de notas e de evolução de cada participante. Todos são observados com muito cuidado.

    Sendo assim, as histórias de superação são inúmeras dentro da unidade escolar e aumentam cada vez mais. "Temos um caso bem emblemático do aluno José Eduardo de Oliveira, que tem esquizofrenia e autismo. Ele está conosco há mais de quatro anos e não conseguia pegar  e enxergar uma bolinha. Atualmente ele  joga, troca bola, participa do torneiro e de competições e se relaciona melhor com as pessoas, comemora Marina de Lima Sodré.



Fonte: Portal da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

quarta-feira, 16 de março de 2016

Fernando Meligeni no Clube Juvenil - Time for Tennis !

Ola amigos tenistas da serra gaúcha !!

Vejam o recado do Fernando Meligeni !!!



     Está confirmado !!!!

     O Fernando Meligeni confirmou a presença e nos dias 06, 07 e 08 de maio de 2016, estará no clube Juvenil em Caxias do Sul para realização de uma clínica de tênis. Ele terá o apoio dos professores Roberto e Nestor Andreola, Fulvio Fagundes, Igor Machado e João Scarparo.

     Durante os próximos dias estaremos divulgando maiores detalhes.

     No evento, estamos programando, além da clínica, sessões de autógrafos do livro novo, que fará parte do kit dos participantes, sunset com música eletrônica no sábado do La Barra para participantes e convidados, jantar com pizzas e muitas outras novidades !!!




     Fernando Meligeni, também conhecido por Fininho, é considerado por diversos analistas esportivos, críticos de tênis e antigos tenistas como um dos dez maiores tenistas brasileiros da Era Aberta. Nascido na Argentina, Meligeni mudou-se para o Brasil ainda criança. Começou cedo no tênis, e em 1990, quando decidiu tornar-se profissional, teve que escolher qual país iria defender: Brasil ou Argentina. Optou pela nacionalidade brasileira. Disputou a Olimpíada de 1996 com a bandeira brasileira.
     
     Durante sua carreira, conquistou três títulos de nível ATP em simples e sete títulos em duplas, a maioria ao lado do seu compatriota Gustavo Kuerten. Chegou as semifinais do Torneio de Roland-Garros, em 1999, o que levou a ser N° 25 do ranking da ATP. Conquistou a medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de 2003.

     Meligeni ganhou fama e reconhecimento vencendo tenistas consagrados como Pete Sampras, David Nalbandián, Carlos Moyá, Andy Roddick, entre outros. 

     Fininho disputou quatro vezes o Torneio de Roland-Garros, sendo que sua melhor colocação foi a semifinal, em 1999. Dentre as outras grandes competições, Fininho participou do Masters Series de Monte Carlo, Roma e Barcelona.

Após encerrar a carreira, Fininho foi presença marcante em todos os eventos relacionados ao tênis brasileiro. Graças ao seu carisma, ele conquistou fãs dentro e fora das quadras. Atualmente é comentarista de tênis dos canais ESPN.


 O LIVRO:
     6/0 Dicas do Fino é uma obra em que os jogadores e os amantes deste esporte têm a oportunidade de se informar sobre os aspectos mais importantes do jogo. Como se estivesse batendo um papo com o leitor e contando boas histórias entre amigos, Fernando Meligeni consegue passar de maneira didática os principais segredos da prática do tênis. 
     Este livro é leitura obrigatória para todo tenista que deseja melhorar seu desempenho em quadra e para quem pretende conhecer profundamente como funciona essa modalidade.
      O livro fará parte do kit do tenista que participará do evento, juntamente com uma camisa e o sunset com jantar.

     Acompanhe o blog e fique sabendo das novidades e dias que serão abertas as inscrições.

VAGAS LIMITADÍSSIMAS !!!!
     
 O Clube Juvenil
      Ao se falar em Caxias do Sul, não se pode deixar de associar ao panorama da cidade um sentido de vida social intensa, vida refinada e culta, que nos é dada por uma entidade associativa:

O Clube Juvenil.

    O Clube Juvenil foi fundado em 19 de junho de 1905.
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terça-feira, 15 de março de 2016

A incrível história de Dominic Thiem – O caminho para o sucesso


Fonte: http://tenis-portugal.com

     O jovem austríaco de 22 anos foi submetido durante um período da sua ainda curta carreira aos mais duros testes que se podem pensar — alguns pouco ortodoxos — mas sem dúvida eficazes pelos resultados que tem vindo a apresentar. A publicação conta a história de vida de Thiem ao detalhe, fazendo uma alusão ao que passou para chegar onde está hoje. Uma incrível história de sacrifício!
     Desde muito cedo que Dominic Thiem chamou à atenção pelo seu grande talento e caráter dentro dos courts. Aos 17 anos, Ivan Lendl recomendou-o à Adidas para fecharem um contrato que durasse vários anos, contrato esse que ainda hoje os liga. Mas faltava algo a este rapaz. Apesar de toda a qualidade espelhada dentro de campo, Thiem não tinha a condição física desejada para um jogador do seu nível. O seu treinador de longa data, Gunter Bresnik, conhecia esse aspeto menos positivo e tentou encontrar um preparador físico que superasse essa limitação, mas sem sucesso. Foi então que surgiu Sepp Resnik.

     Tudo começou no outono de 2012, segundo conta a Fleisch Magazin, quando Bresnik e Resnik se encontraram. Resnik foi um super-atleta, talhado para fazer todas as provas que levam ao limite o corpo humano, como o Ironman, Ultra-Triatlos, dar a volta ao mundo em bicicleta ou cruzar o estreito de Gilbratar a nado. Foi este o homem a estar por detrás de Dominic Thiem, o que a sua própria mulher apelidava de “Ferrari Mouse”.

Dominic Thiem
Foto: fleischmagazin.at

     No final do ano de 2012, Gunter convidou o preparador físico para fazer uma avaliação e saber se este era capaz de o ajudar. Resnik observou o Thiem durante 10 minutos e rapidamente chegou a uma conclusão: “Gunter, já vi tudo. O rapaz pode fazer tudo da cintura para cima, mas não consegue fazer nada da cintura para baixo”, fazendo uma alusão à sua fraca condição física a nível de pernas e resistência.

     O carismático preparador físico aceitou trabalhar com Thiem mas não sem antes impor uma condição: Bresnik tinha que aceitar a utilização dos seus métodos excêntricos de treino. Bresnik aceita, assim como Thiem, apesar de algo receoso, dando início à colaboração durante a época natalícia ainda do ano de 2012.

O primeiro treino

     Dominic Thiem nem sabia o que o esperava. Logo no primeiro treino, Resnik levou o austríaco para o parque da academia militar em Wiener Neustadt, onde o fez correr 15 Km durante a noite. “Fomos correr a meio da noite porque assim não seriamos distraídos. Da primeira vez, o Dominic perguntou-me onde eram os balneários, ao qual eu respondi: os balneários são os troncos das árvores. E eu disse-lhe: o que esperavas mais à meia-noite? Quando eu disser direita, tu vais para a direita, quando eu disser esquerda tu vais para a esquerda. Eu já corri 60000 km neste parque, conheço-o como a palma da minha mão”.

     No primeiro treino juntos, Dominic Thiem parou 16 vezes para descansar em 15 quilómetros, revelou Resnik. “A pulsação do rapaz foi levada ao limite”. Duas semanas mais tarde, já só fez duas paragens.
Dominic Thiem

     Não havia conversas formais com Resnik, ele era um comunicador nato. Quando a conversa ia para o tema dormir e lhe era questionado como é que Dominic Thiem aguentaria dentro de court depois de no dia anterior ter corrido durante 15 km a meio da noite, o preparador físico dizia não existirem desculpas: “Durante anos treinei todas as noites. Todas as tardes eu ia de Viena até Wechsel de bicicleta [Wechsel fica numa montanha a 1700 metros de altitude a 100 km a sul de Viena]. E às 7:30 da manhã estava levantado a dizer bom dia aos meus colegas”.
Thiem não percebia o estilo de vida do seu preparador: “Quando é que dormias?”, perguntou o jovem. “Não dormia”, respondeu Resnik, “não dormi durante décadas”. Thiem não entendia, “um homem não pode viver sem dormir”. “Achas que eu estou mal? Não gasto o meu tempo a dormir”, finalizou Resnik.

     Resnik havia tido uma carreira militar durante a sua vida. Treinava das sete da tarde até às cinco da manhã e aos fins-de-semanas participava em corridas. Teve como mentor Hans Schackl, que lhe deu a ler um livro sobre a guerra para entender os seus métodos, o que faz de Thiem uma parte da obra de Hans.

     Enquanto estiveram juntos, o atual número 14 do ranking mundial nunca pisou um ginásio, pois Resnik não gostava desse método de treino. Corria pelos bosques, levantava troncos e nadava em rios gelados, continuando os treinos com a roupa molhada. “Fazia-o correr por um trilho durante duas horas, e a cada 5 minutos punha-lhe um tronco de 25 quilos nos ombros, e alternávamos entre nós. Também o obrigava a fazer agachamentos durante 45 minutos. Quando ele gritava (“não aguento mais”) por já não poder mais, por sentir dores, ele olhava para mim e eu dizia-lhe para não voltar a repetir o que disse. Se eu com 60 anos consigo fazer, tu com 20 devias conseguir o triplo”.

Dominic Thiem

     Passado pouco tempo, os resultados começaram a aparecer e Thiem começou a subir no ranking, continuando a demonstrar um grande caráter dentro de campo. Resnik dizia-lhe que “quando entrares para dentro de campo és um animal, isto não é um jogo, mas sim a guerra”.
Sepp Resnik retirou-se há dois anos, mas com a consciência de ter cumprido a missão a que se propôs. Deu a Thiem dois livros, um sobre Budismo Zen, para aprender a respirar bem, e outro sobre autonomia. Hoje em dia, Thiem deixou para trás os treinos noturnos, desfrutando agora de passeios pelos lugares que outrora significaram dor e sacrifícios, mas certamente não se arrepende de todos os treinos na escuridão.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Time for Tennis, o evento !


EM  BREVE  NOVIDADE  QUE MOVIMENTARÁ O TÊNIS NA SERRA !!!!

Há 17 anos, Monte Carlo recebeu o maior jogo entre Guga e Meligeni !

     Guga, era o 19º colocado no ranking mundial da ATP e enfrentou nas oitavas-de-final, Fernando Meligeni, 51º colocado naquele ano, por 2 sets a 0, parciais de 6/2 e 7/6 (7/2 no tie-break), após 1h14 de partida.


     O catarinense abriu 4/2 e quebrou mais uma vez o saque do amigo no game seguinte, para depois sacar para fechar o set em 6/2, em 27 minutos. Na segunda série, foi Guga quem perdeu o serviço no início, quando o placar marcava 2/1 para Meligeni. O brasileiro chegou a abrir 5/2 e sacou para o set com 5/3. Mas Guga reverteu a situaçao, quebrou o serviço de Meligeni e levou a decisao para o tie-break, no qual fez 7/2.

    "Nao gosto muito de jogar contra um brasileiro, ainda mais contra o Fernando que é um grande amigo meu. Nao me sinto totalmente à vontade, como quando jogo com outros caras. É estranho ir lá e ter de fazer de tudo para ganhar do cara. Mas é assim que tem de ser e se eu nao fizer o meu melhor, vou perder. Fomos lá, jogamos, eu ganhei e agora tudo continua igual," disse Kuerten.  






quinta-feira, 10 de março de 2016

Campeonato Internacional Juvenil de Tênis - POA


http://www.campeonatointernacional.com.br/



O Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre,chega em 2016 comemorando 33 anos de sucesso absoluto no cenário esportivo mundial. Considerada a mais importante competição latino-americana juvenil de tênis, o Campeonato acontece de 12 a 20 de março (qualifying nos dias 12 e 13 e chave principal de 14 a 20). Em sua última edição o Campeonato reuniu jogadores de mais de 50 países.

Ao longo de sua história o evento já contou com a participação de milhares de tenistas de todos os continentes, que chegam a Porto Alegre com a certeza de encontrar um grande torneio, com características semelhantes às de uma competição profissional e em alguns casos até mesmo superior, tamanha é a estrutura oferecida aos tenistas, técnicos, pais, dirigentes e árbitros. Este conceito é fruto da dedicação e do trabalho que a PROTENIS Promoções Esportivas vem desenvolvendo desde a primeira edição do evento, em 1984.

Outro aspecto marcante a ser destacado é que este evento é o único evento esportivo patrocinado durante toda a sua existência pela mesma empresa, no caso a GERDAU, algo inédito em se tratando de uma competição esportiva. Este fato mereceu inclusive o reconhecimento por 5 anos consecutivos, no Prêmio Tênis.  Os Melhores de 2009,  os Melhores de 2010, onde foi feita uma homenagem ao empresário Frederico Gerdau Johannpeter pelo apoio dedicado ao tênis, os Melhores de 2011, os Melhores de 2012 e os melhores de 2013.

O Prêmio Tênis – Os melhores do Ano, é promovido pela Revista TÊNIS, em parceria com a CBT – Confederação Brasileira de Tênis, e desde 2009 escolhe os melhores tenistas, torneios e destaques da temporada, é um evento que homenageia os principais destaques do tênis no ano e é considerado o Oscar do tênis brasileiro.


EX-CAMPEÕES | Nomes hoje consagrados no Circuito Profissional passaram pela Copa Gerdau de Tênis nestes 30 anos. Gustavo Kuerten, tricampeão de Roland Garros, foi campeão dos 18 anos em 94. Andy Roddick, David Nalbandian, Joachim Johansson, Fernando Gonzalez, Jo Wilfried Tsonga, Mariano Zabaleta e Juan Martin del Potro (que participou de quatro edições da Copa Gerdau) foram outros destaques.

Em 2014 o brasileiro Orlando Luz conquistou o título de campeão. O brasileiro venceu o belga Clement Geens. O tenista de 16 anos levantou o troféu após dois sets, ganhando com parciais de 6/4 e 6/2. O último brasileiro a vencer no torneio foi o cearense Thiago Monteiro, campeão em 2011. No ano de 2015 O brasileiro Orlando Luz comemorou a conquista do bicampeonato.  Orlandinho, 17 anos e atual número 2 do ranking mundial da categoria, derrotou o americano William Blumberg, 17 anos e cabeça número 6 do torneio, em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/4. A partida levou uma hora e 50 minutos de duração.


IMPRENSA | O Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre, realizado nas quadras de dois grandes clubes – Associação Leopoldina Juvenil e Sogipa - conta com uma ampla cobertura da imprensa, tanto em mídia eletrônica (TV, Rádio, Internet) quanto em mídia impressa (jornais, informativos e revistas especializadas).

HISTÓRIA | A primeira edição deste Campeonato, conhecido anteriormente como Copa Gerdau de Tênis, aconteceu em 1984, apenas na categoria 18 anos e restrita a jogadores locais. Até 1986, o evento foi disputado em categoria única, contando pontos para o ranking estadual. A partir de 1987 o evento cresceu, passando a contar pontos no ranking brasileiro e abrindo espaço para disputas também nos 12, 14 e 16 anos. Em 1991, a Copa Gerdau passou a contar pontos para o ranking da Confederação Sul-Americana nos 14, 16 e 18 anos. Em 1993 a categoria 18 anos passou a valer pontos para o ranking da ITF como evento do Grupo 5, onde permaneceu até 1994. Em 95, passou para o Grupo 4 da ITF, onde ficou até 1997. Em 98, subiu para o Grupo 3, onde ficou até o ano 2000. Em 2001 a Copa Gerdau de Tênis passou a integrar o Grupo 2 da ITF e no ano de 2004 chegou ao Grupo 1, onde permaneceu até 2006.

Em 2007 a Copa Gerdau, foi elevada ao Grupo A, o mais importante nível mundial, ao lado do Orange Bowl (USA), Italian Open, Osaka Cup, Casablanca Cup, Wimbledon, Roland Garros, US Open e Australian Open. A ITF (Federação Internacional de Tênis) e a Cosat (Confederação Sul-americana) concederam esta qualificação à Copa Gerdau, tornando-a um evento do Grupo A, e fazendo com que o torneio ingressasse de forma merecida no seleto grupo de nove competições internacionais que contam com esta graduação.

Em 2010, a Copa Gerdau passou a se chamar Campeonato Internacional Juvenil de Tênis de Porto Alegre, como hoje é conhecida, contando com o apoio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, o que se repetiu nos anos de 2011, 2013, 2014, 2015  e se repetirá novamente em 2016.

No ano de 2013, o grupo Itaú passou a ser juntamente com a Gerdau, patrocinador principal do evento. Repetindo esta parceria em 2014, 2015 e também neste ano de 2016.

Fonte: http://www.campeonatointernacional.com.br/

segunda-feira, 7 de março de 2016

‘6/0 Dicas do Fino’, uma nova referência nas livrarias.


Fonte: http://saqueevoleio.blogosfera.uol.com.br/ (editado)


     O que eu mais gostei em “6/0 Dicas do Fino” foi o livro não se restringir ao que acontece dentro de quadra.

     O semifinalista de Roland Garros (1999) fala de questões técnicas e estratégicas, mas também aborda questões sobre tênis para crianças, relacionamento entre pais e técnicos e vários momentos cruciais na vida de um tenista como “Quando decidir pela profissionalização?”, “Circuito mundial ou universitário?” e “Como fazer uma transição bem feita?”

     A impressão que tive ao ler pela primeira vez é que “6/0 Dicas do Fino” é um excelente livro de cabeceira/referência. É para tenistas amadores que querem melhorar seu jogo, para juvenis que ainda estão descobrindo seu caminho e para pais de tenistas buscam referências de como orientar seus filhos.

     Qualquer que seja o seu momento no tênis, o livro tem algo para você. E, quem sabe, daqui a dez ou 15 anos, quando o tenista amador de hoje tiver um filho jogando tênis, ele vai poder voltar a consultar “6/0 Dicas do Fino” em busca de referências sobre como lidar com as novas situações.

     Aliás, é importante ter em mente o livro assim, mais como referência do que como um conjunto de regras a seguir. Meligeni vive o tênis há 40 anos e, mesmo assim, deixa claro logo nas primeiras páginas: “Não tenho a pretensão de ter escrito uma obra que contenha todas as verdades do tênis. Também não almejo que ninguém concorde com todos os meus pontos de vista e siga incondicionalmente minhas orientações. O desejo é iniciar uma discussão.”

E quem vai negar que Meligeni sempre foi ótimo em iniciar discussões?

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terça-feira, 1 de março de 2016

Alongar ou não alongar: eis a questão.

Fonte: https://www.tenisproshop.com.br/

Nos últimos meses muitos atletas têm perguntado a respeito dos alongamentos, se realmente são necessários ou não, em virtude de pesquisas que estão sendo desenvolvidas nos últimos anos na área esportiva. Cuidado com os ouvidos, pois ainda não existe nada conclusivo a respeito.
 
As lesões musculares, dentre tantas outras que podem acometer os tenistas, sempre foi campo de estudo na traumatologia do esporte. Principalmente pelo fato de cada médico ter o seu próprio tratamento – se perguntarmos a um grupo de ortopedistas como cada uma trata uma lesão muscular dificilmente duas respostas vão ser exatamente iguais.
 
Podemos até questionar muitos tópicos em termos de tratamento, mas quando falamos de prevenção a única dúvida que não se deve ter hoje é que o alongamento muscular deve ser realizado antes da prática esportiva. Não quero dizer com isto que fazendo alongamento você nunca vai se lesionar, mas com certeza vai diminuir o risco de lesões musculares e articulares.
 
É importante que se descreva aqui os dois tipos de alongamento que podemos realizar. Um é o chamado alongamento estático, aquele que todo mundo vê em desenhos nas academias de tênis e de ginástica, que é feito sem movimento do corpo. O mais importante para o tenista, porém, é o chamado alongamento dinâmico, que deve ser realizado com os gestos esportivos do tênis (como simulando uma subida a rede com a raquete na mão, um deslocamento lateral para pegar uma bola esticada na direita, entre outros). No quadro abaixo você tem o exemplo de uma seqüência de alongamento que já melhora as suas chances de prevenir lesões. 

Dr. Rogério Teixeira da Silva
Ortopedista e Médico do Esporte
www.neo.org.br / rogerio@neo.org.br
docroger.blogspot.com
 
 
 
 
 
Colocar num quadro – 15 minutos que valem muito
 
Antes de alongar realize uma corrida leve (trote) em volta da quadra por cerca de 3 a 5 minutos.
 
Alongue a musculatura dos braços e pernas por cerca de 5 minutos (mas do que isto ninguém vai fazer mesmo), mantendo cada posição de alongamento por cerca de 15 a 20 segundo.
 
Exercite por mais uns 3 a 5 minutos movimentos específicos do tênis – direita, esquerda e voleios, por exemplo, procurando chegar a extremos dos movimentos com os membros inferiores alongado.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

A vida de um fisio da ATP - Alejandro Resnicoff


Tênis Profissional

Por Ariane Ferreira (http://tenisnews.band.uol.com.br) -

     Eles têm três minutos para acabar dores e devolver tenistas à partidas. Entretanto, pouco fãs do esporte conhecem o trabalho da equipe de fisioterapia da ATP. Por isso, conversamos com o argentino Alejandro Resnicoff.


     Alejandro Resnicoff é um dos 15 terapeutas que trabalham no circuito viajando por todo o mundo para prevenir, cuidar e tratar de todos os atletas do circuito profissional.
      Há seis anos trabalhando para a Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) e há 19 no tênis, Resnicoff foi tenista quando jovem , mas conta que optou pelos estudos da fisioterapia por outras razões não ligadas a qualquer esporte. "Para ser sincero, nunca pensei em trabalhar com tênis, esporte, com jogadores em individual como já fiz, mas as coisas foram acontecendo", contou.
      Fluente em português, português mesmo nada de portunhol, italiano, e obviamente em espanhol, Resnicoff é poliglota como a maioria dos profissionais do circuito para tornar ainda mais fácil a vida dos jogadores em todo o mundo.
      "Somos fisioterapeutas. Antigamente não era assim na ATP, eram todos trainers. Inclusive na TV falam isso sempre quando estamos em quadra, mas não existem mais traines. Temos uma formação diferentes", iniciou Resnicoff falando sobre sua função no circuito mundial.
     "Cuidamos dos jogadores durante os torneios, ou seja: antes, durante e depois dos jogos. Tanto as lesões que venham a ter como em nível preventivo em função do jogo ou da carga do jogo. Também das viagens", prosseguiu o argentino que contou que o fato de conhecerem a todos os jogadores a muito tempo isso facilita na resolução de um "problema que possa surgir" ou na prevenção de um pré-existente.
     Resnicoff revela que a equipe de fisioterapeutas da ATP trabalha basicamente com a prevenção, seja ela dada no aquecimento para uma partida a até, inclusive, preparar planos de curto, médio e longo prazo em "função de alguma deficiencia que o jogador possa apresentar. "A gente avalia, faz um plano e dá a ele ou mesmo plano de recuperação de lesão 'aguda' ou que ocorra em função de alguma carga excessiva", comentou.
     O trabalho de Alejandro Resnicoff e seus colegas realmente aparece quando são chamados à quadra em virtude de algum problema com os tenistas e em 'milagrosos' três minutos solucionam praticamente todos os tipos de problemas. O argentino falou sobre a pressão do momento em quadra: "De fato a gente trabalha com pressão Pois quando se está na quadra sempre se trabalha com pressão.     
      Lidamos com isso o tempo todo. Quando um jogador te chama na quadra a gente tem que seguir um regulamento que temos, que consiste basicamente em fazer uma avaliação o mais rápido possível. Porque há outro jogador na quadra e o jogo precisa ficar parado menos tempo possível, para evitar prejuízo para o outro jogador. E nesse período, decidir se vai tratar ou não, essa lesão, também com base no regulamento. Existem lesões que podem ser tratadas e outras que não podem ser tratadas", esclarece.
     Resnicoff ainda pontua: "A gente lida com a pressão o tempo todo. E também tem uma coisa que sempre está ali é até você chegar e ver, você não sabe se é uma lesão legítima ou não. Por isso, a avaliação tem que ser muito precisa".
O argentino conta que havendo possibilidade de tratamento da lesão, os três minutos são suficientes. Alejandro também destacou que as lesões que são tratadas em quadra são as que realmente melhorarão neste pequeno período de tempo. A ideia, segundo o fisioterapeuta é que o jogador volte melhor para um bom jogo.
      Alejandro contra que eles, enquanto profissionais, podem sugerir aos atletas que se preservem, até mesmo para sair de um jogo, mas pontua que "a decisão final é sempre do jogador. Tanto a de se retirar como a de continuar. O que podemos a gente pode orientá-lo é que de acordo com o problema que ele pode vir a ter em razão da lesão ou se pode se agravar no jogo. Sempre alertamos os prós e contras", revelou.
      Ainda de acordo com o profissional argentino, em casos de inconsciência ou mesmo um problema em que o tenista não "teria a claridade mental para compreender a própria situação", são outros profissionais do staff da ATP que decidem, sob orientações dos fisioterapeutas.
     O fisioterapeuta contou ainda que uma das maiores queixas dos jogadores no pós jogo são dores e desgastes causados pela carga física do jogo em si. Entretanto pontuou que as condições do torneio tornam as reclamações comuns àquela semana e deu exemplos.
      "Você tem um torneio que se joguem lugar quente, ou em um dia de muito calor, no saibro, e tem dois jogadores que jogam rallies longos e fazem três horas de jogo. Aí no mesmo torneio um jogo com dois sacadores, que definem na segunda bola. No primeiro caso será uma série de demandas causadas pelo desgaste físico. No outro, pode gerar necessidade de trabalho com uma patologia (lesão) específica", exemplificou.

      O argentino contou como é a vida no circuito viajando mais de 30 semanas por ano ao redor do mundo: "É bom, mas cansativo. Todos nós da ATP, não só fisios, temos as mesmas dificuldades viajando, a maioria de nós tem família, então é muito duro. Mas temos um entrosamento muito bom entre nós. Trabalhamos com um time muito bom e isso nos ajuda para que tudo flua melhor. Em qualquer escritório ou ambiente de trabalho tendo o clima positivo, as coisas são sempre melhores. A gente diz que temos o privilégio de trabalhar com o que a gente gosta e no que sempre desejamos. No que é o melhor do tênis. Assim como os jogadores pagamos um custo alto".

     Os fisioterapeutas também são muitas vezes o único apoio que tenistas têm no circuito, pois não viajam com equipe com treinador, seu próprio fisioterapeuta e preparador físico.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O jogo interior do tênis.



     Timothy Gallwey é considerado por muitos o “pai do Coaching”. Tenista profissional e capitão do time da Universidade de Harvard, Gallwey passou a atuar como treinador de tênis na década de 70. Já no início de sua carreira, percebeu que os treinamentos convencionais pecavam em não abordar questões comportamentais que comprometiam a performance dos atletas. Entendeu que sua melhor contribuição como treinador não era ensinar e sim ajudar os alunos no processo de aprendizado, dentro daquilo que fazia sentido para cada um.

     Essa abordagem fez grande diferença em sua forma de trabalhar, pois o fez pensar sobre o que se passava na cabeça dos tenistas enquanto estavam treinando, os diálogos internos que aconteciam no momento em que entravam na quadra. Concluiu que uma partida de tênis é jogada, simultaneamente, em dois níveis: na quadra e na mente. 
     O jogo interior, aquele que ocorre na mente do jogador, é disputado contra adversários como falta de concentração, ansiedade, insegurança, medo, nervosismo – enfim, toda interferência capaz de inibir o bom desempenho do atleta. Invisíveis, esses adversários costumam ser muito mais poderosos que o oponente do outro lado da rede.

     Como forma de preparar-se para ajudar seus atletas a derrotar os adversários do jogo interior, Gallwey passou a estudar técnicas de meditação e aprofundou-se nos estudos sobre comportamento e desenvolvimento humano. O resultado desse trabalho foi publicado no livro “O Jogo Interior de Tênis”. O novo método de treinamento desenvolvido por Gallwey fez tanto sucesso que em pouco tempo foi levado para outros esportes e também para a música. Mais tarde o método foi adaptado para o ambiente corporativo, no desenvolvimento de competências através do Coaching.

     Segundo Gallwey, a performance de um jogador equivale ao seu potencial menos as interferências. Ao analisar o ambiente corporativo, facilmente conclui-se que a mesma definição de performance pode ser aplicada ao contexto profissional. Os adversários do jogo interior nas empresas não parecem ser muito diferentes daqueles observados no esporte. Frequentemente, profissionais das mais diversas áreas de atuação travam embates internos contra o medo, insegurança, desmotivação, falta de concentração, frustração e falta de perspectiva. Quando não conseguem vencer esses oponentes, deixam a desejar em desempenho e resultados.

     O treinamento contra os oponentes do jogo interior passa invariavelmente por autoconhecimento. Reconhecer a origem das interferências negativas é o primeiro passo. Questionar a validade dessas interferências é ainda mais importante, pois muitas delas podem estar baseadas em crenças que foram válidas no passado, mas que já não fazem mais sentido. Para aquelas que permanecerem válidas, cabe o exercício de ampliar o campo de visão, de explorar as possibilidades e os recursos disponíveis para que possam ser eliminadas. Será que tudo já foi tentado? O que é possível aprender com os resultados obtidos até aqui? O que pode ser feito de forma diferente? Que recursos estão sendo deixados de lado? Que pontos fortes podem ser utilizados nessa questão? Que pessoas podem contribuir com uma nova perspectiva? 

     O jogo interior faz sentido para você? Da forma como você está jogando, sente-se mais próximo ou mais distante de seus objetivos de carreira?

Fonte: administradores.com.br

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Novidades sobre tendinites no atleta.

Todo mundo ouve falar de tendinites, mas o que poucos sabem é que a maior parte de lesões dos tenistas são as chamadas tendinoses. Um nome complicado para dizer que o seu tendão tem uma degeneração, e em alguns casos ele pode até estar rompido sem você saber.
 
 
 
Todo tendão pode inflamar, e todo tendão pode se desgastar, em virtude de sobrecargas agudas ou crônicas. Muitos tenistas já devem ter sentido isso na pele, ou melhor, no cotovelo, no ombro ou no joelho.O importante em todo caso de tendinite é FAZER UM DIAGNÓSTICO PRECISO DO QUE ESTÁ ACONTECENDO NO TENDÃO. Se for uma inflamação devemos tratar de um modo – geralmente remédios e uma a duas semanas de fisioterapia resolvem. Se o tendão estiver degenerado (em outras palavras, desgastado, a ponto de ter às vezes rupturas) devemos tratar de outra forma. Hoje em dia os melhores exames para diagnosticar adequadamente a lesão são o ultra-som e a ressonância magnética.
 
As tendinites crônicas podem ser tratadas por vários métodos, e dentre eles, nos últimos anos, alguns novos procedimentos foram incorporados no arsenal terapêutico. Vamos falar um pouco sobre alguns deles.
 
 
ONDAS DE CHOQUE - é um tratamento realizado com um aparelho específico para isto, que geralmente é indicado para tendinites calcificadas ou crônicas do ombro, cortovelo e pé (calcâneo). Muitos trabalhos na literatura mundial falam do seu benefício no tratamento, inclusive com trabalhos randomizados e prospectivos. Acho um caminho interessante para alguns casos (como as tendinites calcificadas), porém pessoalmente não uitilizo em meus pacientes. O custo é relativamente elevado - ao redor de 800 a 1.000 reais por aplicação (preços médios para a cidade de São Paulo)
 
 
ACUPUNTURA - é muito usada para o tratamento de tendinites, e tem os seus seguidores. Nas patologias crônicas tem pouco resultado, pois nesta fase geralmente o tendão já se encontra com mudança na sua estrutura celular. Para as lesões agudas é um tratamento interessante para aliviar a dor e fazer com que o paciente suporte melhor um tratamento fisioterápico.
 
 
TOXINA BOTULÍNICA - é um tratamento recente, usado principalmente para epicondilite lateral do cotovelo em pessoas que não praticam esportes. Não aconselho o tratamento, apesar de alguns trabalhos da literatura mundial falar do benefício num curto prazo. O princípio é o de você bloquear a atividade muscular na região do tendão acometido, fazendo com que a lesão cicatrize espontaneamente.
 
 
INFILTRAÇÃO COM CORTICÓIDES - esta é um terapia muito difundida, mas que infelizmente não encontra respaldo na literatura médica em termos de cura da lesão. Todos os trabalhos que temos com relação a melhora da lesão são trabalhos que deixam muito claro que as melhoras ocorrem por um curto intervalo de tempo - dificilmente os trabalhos que falam a favor da infiltração com corticóides demonstram seguimentos clínicos maiores do que 1 ano. Por outro lado, na parte de estudos científicos básicos, já está mais do que provado que o corticóide afeta o tenócito, a célula principal que compõe os tendões. Pessoalmente eu reservo as infiltrações para as bursites de ombro somente, não realizando diretamente nos tendões.
 
 
CIRURGIA - como quase tudo em ortopedia, a cirurgia no caso das tendinopatias tem a sua indicação, mas esta deve ser muito precisa e cada tendão tem o seu enfoque. O conceito da cirurgia deve englobar a ressecção de tecidos desgastados aliado a promoção de uma melhor vascularização no local, para que a cicatrização se dê da melhor forma possível. Em alguns casos, como temos que ressecar muito tecido no tendão, temos que fazer transferências tendinosas para dar um reforço no tendão, para que ele não fique mais frágil. Hoje em dia a colocação de fatores de crescimento derivados de plaquetas (processados a partir do sangue do próprio paciente) melhoram a cicatrização tecidual, e são um importante campo de pesquisa que está se abrindo na literatura médica mundial. Os estudos ainda estão no início, mas são promissores na area de medicina esportiva. Nos últimos 24 meses tratamos 20 casos com esta técnica, que tinham indicação de cirurgia para correção, e em 18 deles os atletas voltaram a jogar sem precisar do procedimento.

 
Abraços a todos e bons jogos
 
 
Dr. Rogério Teixeira da Silva
Ortopedista e Médico do Esporte


FONTE: TENISPROSHOP.COM.BR

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Sweet Spot

 

Sweet Spot

 

Sweet Spot ou "Ponto Doce" de uma raquete, é uma determinada área ovalada próxima a região central das cordas. 

É onde deveríamos e gostaríamos sempre de bater e rebater as bolas!

Fazendo uma analogia, é o "chute na veia" do futebol. ·

Note que quando batemos a bola fora deste Sweet Spot, o aro tende a produzir efeitos indesejáveis como torção e vibração exagerados. Esses efeitos repetidos por algum tempo, podem causar inúmeros incômodos ao braço, entre eles o temido Tennis Elbow. 

Portanto, jogadores recreacionais devem usar de preferência, raquetes com grande Sweet Spot, geralmente encontrados nas raquetes de perfil largo, com menor número de cordas e maior área de cabeça. 

Fonte: tenisproshop

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Identifique seu swing !!



Swing

É o movimento de braço e corpo que o tenista faz ao rebater a bola.

Em geral nato de um indivíduo, o tamanho do swing pode ser modificado durante sua carreira tenística, mas o mais comum é que ele mantenha seu desejo natural de fazer tal movimento.

O tamanho do swing modificado forçadamente, ao longo de uma carreira, pode trazer alguns incômodos físicos. Portanto, se você não tem pretensões profissionais, fique com aquele que a natureza lhe definiu.

Obviamente muitos principiantes não sabem ler o próprio swing. Nesse caso sugerimos o seguinte exercício:

Com uma raquete de tênis empunhada na mão, peça para alguém lançar uma bola de tênis a um metro de distância do seu corpo. Tente rebatê-la! Independente de acertá-la ou não, o curso da raquete em espera até a finalização do golpe, define o tamanho do swing. A partir dai, tente identificá-lo em uma das três figuras abaixo.

Ah! Não tem a raquete e a bolinha de tênis! Então simule a mesma situação com um pedaço de madeira de aproximadamente 70 centímetros de comprimento e 300 gramas de peso, e tente rebater uma bolinha qualquer.

Um swing pode ter "n" tamanhos. Mas para facilitar, vamos dividi-los em três grupos:

 

  

 

Aos jogadores que se enquadram na categoria "swing curto", sugerimos buscar as raquetes geradoras de velocidade de bola, compensando assim seu curto movimento.

Esta característica de velocidade de bola pode ser encontrada nas raquetes de perfil largo, área de cabeça maior, menos cordas (veja potência/controle), comprimento longo, equilíbrio deslocado para a cabeça ou equilibradas e de menor flexibilidade.

Aos da categoria "swing longo", sugerimos as raquetes geradoras de controle de bola. 

Essa característica de controle de bola é comum nas raquetes de perfil fino, área da cabeça menor, mais cordas (veja potência/controle), comprimento padrão, equilíbrio deslocado para o cabo ou equilibrada e mais flexíveis.

E, aos jogadores com swing médio, bastante comum aos tenistas brasileiros, vamos sugerir as raquetes com boa relação velocidade/controle de bola. Ou seja, as de perfil, área de cabeça, número de cordas (veja potência/controle), comprimento, equilíbrio e flexibilidade intermediários.

Considerações gerais.

É muito importante saber que, tentar adaptar seu swing a uma determinada raquete é um erro grave. Isso pode afetar sua evolução em quadra e a saúde de seu braço. O correto é encontrar uma raquete que se adeque ao seu swing.

Não menos importante é saber que, o tamanho do swing não representa necessariamente a qualidade de um jogador. Como exemplo, podemos afirmar que não são poucos os profissionais com swing curto e principiantes com swing longo.

É possível uma raquete ser adequada a dois tamanhos de swing! Mas, use isso como recurso e não como regra. 

Veja o exemplo:

Uma raquete para jogadores com swing médio, pode ser usada por outro com swing curto, desde que se use recursos para aumentar a velocidade de bola, como cordas finas e baixa tensão.

A mesma raquete (para jogadores com swing médio) também pode ser usada por jogadores com swing longo, bastando usar cordas grossas e tensão maior.

Agora veja o resumo de todas as possibilidades:

Jogadores com swing curto podem usar raquetes para swing médio (com cordas finas e baixa tensão).

Jogadores com swing médio podem usar raquetes para swing curto (com cordas grossas e alta tensão).

Jogadores com swing médio podem usar raquetes para swing longo (com cordas finas e baixa tensão).

Jogadores com swing longo podem usar raquetes para swing médio (com cordas grossas e alta tensão).

É da união do "seu swing & raquete ideal" que nasce o prazer de jogar e evoluir no tênis.

Persistindo a dúvida, fale com o Jairo.

 Fonte: TenisProShop